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Culturais

BURLESQUE-©-Renato-Mangolin

Em uma das ruas mais conhecidas de São Paulo, a Augusta, no movimentado bairro dos Jardins e próximo a fashionista Oscar Freire está localizado o Burlesque Paris 6.

A casa é uma das atrações disputadas por turistas e locais que querem curtir a noite paulistana. Mas, afinal, como funciona o local? Vamos explicar nesse post!

Os dois espaços do Burlesque Paris 6

Para começar, é importante saber que existem dois espaços dentro do Burlesque Paris 6: o Paris 6 by Night e o Burlesque Dinner Show.

Paris 6 by Night

É o ambiente que provavelmente você verá primeiro ao chegar no endereço. O lounge reúne os climas de bar e de bistrô. O cardápio é o tradicional das outras casas da rede Paris 6 com suas bebidinhas e comidas já conhecidas. A decoração é a clássica parisiense com caricaturas de artistas como Audrey Hepburn, Fred Asteire e Charlie Chaplin produzidas por Flavio Rossi. O principal diferencial é ter música ao vivo, DJs e performances. Ótimo para descontrair depois de um dia agitado.

O Paris 6 by Night abre de terça a domingo das 19h às 2h.

Burlesque Dinner Show

A entrada do Burlesque Dinner Show é um pouco mais discreta. Trata-se de uma porta preta que fica na lateral do Paris 6 by Night. O motivo é simples, a casa de show fica nos fundos do lounge, mas o glamour é mantido nos dois ambientes.

Nessa parte, acontece o show performático com jantar completo, porém as opções no cardápio são mais restritas.

As apresentações no Burlesque Dinner Show são de quinta a sexta às 21h, sábado às 21h30 e domingo às 19h. Há algumas temporadas de shows com artistas consagrados e eventos fechados às terças e quartas. Vale ficar de olho na programação!

Ingressos

Os ingressos para o Dinner Show podem ser adquiridos na bilheteria do Teatro Procópio Ferreira, sem taxa de conveniência, ou online por meio do Ingresso Rápido.

É possível adquirir somente o couvert artístico – quintas R$ 70, sextas R$ 90, sábados R$ 120,00 e domingos R$ 70,00 – ou ainda fechar o valor da entrada com o jantar – quintas R$ 190, sextas R$ 210, sábados R$ 240,00 e domingos R$ 190,00.

A classificação é de 14 anos. As bebidas não estão inclusas e os 10% em relação ao jantar são opcionais.

Atendimento

Logo de cara, o que encanta o cliente é a simpatia, a diversidade e a eficiência dos funcionários. Todos estão prontos a atender da melhor forma os convidados. Sendo assim, a experiência começa e termina de forma tranquila e agradável.

Jantar

A refeição é composta por uma salada de entrada, três opções de prato principal – carne, peixe e massa – e uma sobremesa. Uma dica legal é chegar 45 minutos antes do espetáculo começar, pois, dessa maneira, é possível saborear o jantar sem ter que dividir a atenção entre a comida e o espetáculo.

A sobremesa é entregue assim que a apresentação se encerra. As porções são bem servidas e a comida é saborosa, agradando diferentes paladares.

Show

O espetáculo é caracterizado pela arte burlesca e foi criado por Maicon Clenk. O gênero que agitou os salões e cabarés do século XIX, satiriza e retrata eventos cotidianos de forma exagerada e performática, e é bastante cômico.

Atualmente, está em cartaz o espetáculo “Banquete”. Nele, as apresentações de música, dança, teatro, arte circense, expressão corporal, humor, ilusionismo, e, é claro, strip-tease tem como pano de fundo a comemoração de um casamento.

Entre plumas, luxuosos figurinos, excelentes artistas, um palco giratório, elementos que invadem a plateia e interação entre atores e convidados, o show cumpre a sua missão e agrada o público que busca entretenimento e diversão na noite paulistana.

 

O Burlesque Paris 6 conta com o apoio da Avianca Brasil e faz parte do projeto da companhia que busca incentivar a cultura. Conheço as outras instituições e eventos que fazem parte do do programa!

As produções teatrais GOD, Histeria e Cartola – O Mundo é um Moinho – estão em turnê pelo Brasil. Confira se a sua cidade irá receber algum desses espetáculos itinerantes e aproveite para se programar para assisti-los:

 

GOD – Miguel Falabella

Espetáculo Itinerante - Divulgação

GOD é uma versão brasileira do premiado espetáculo da Broadway. Nele, Miguel Falabella, que interpreta Deus, responde dúvidas milenares de uma forma bem-humorada.

Teatro Bourbon Country – Porto Alegre

Datas: 5 e 6 de julho.

Horário: às 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 25.

Endereço: Avenida Tulio de Rose/2º pavimento, 100, Passo D’areia, Porto Alegre – Rio Grande do Sul

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Teatro Feevale – Novo Hamburgo

Data: 7 de julho.

Horário: às 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 25.

Endereço: Campus II da Universidade Feevale, 239, Vila Nova Novo Hamburgo – Rio Grande do Sul

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Theatro Guarany – Pelotas

Data: 8 de julho.

Horário: às 21h.

Classificação: 14 anos.

Preço: a partir de R$ 60.

Endereço: Rua Lobo da Costa, 849, Centro, Pelotas – Rio Grande do Sul

Ingressos: Blue Ticket.

 

Teatro Marista – Londrina

Datas: 14 de julho.

Horário: às 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 75.

Endereço: Rua Cristiano Machado, 240, Campo Belo, Londrina – Paraná

Ingressos: Disk Ingressos.

 

Teatro Marista – Maringá

Datas: 15 de julho.

Horário: às 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 75.

Endereço: Avenida Itororó, 111, Zona 2, Maringá – Paraná

Ingressos: Alô Ingressos.

 

Teatro Coliseu – Santos

Datas: de 21 a 23 de julho.

Horário: sexta e sábado às 21h e domingo às 17h30.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 30.

Endereço: Rua Amador Bueno, 237, Centro, Santos – São Paulo

Ingressos: Bilheteria Rápida.

 

Teatro Municipal de Uberlândia

Datas: 26 e 27 de julho.

Horário: às 20h30.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 50.

Endereço: Av. Rondon Pacheco, 7070, Uberlândia – Minas Gerais

Ingressos: Mega Bilheteria.

 

Teatro Sesi Uberaba

Datas: 28 e 29 de julho.

Classificação: 12 anos.

Endereço: Praça Frei Eugênio 231, Uberaba – Minas Gerais

Ingressos: Teatro Sesi Uberaba.

 

Teatro Municipal de Botucatu

Data: 10 de agosto.

Horário: às 19h30.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 50.

Endereço: Praça Coronel Moura, 27, Botucatu – São Paulo

Ingressos: Mega Bilheteria.

 

Histeria

Espetáculo Itinerante - Divulgação

A comédia consagrada mundo afora, foi traduzida e é dirigida por Jô Soares em sua versão brasileira. A peça gira em torno do encontro de Sigmund Freud com Salvador Dalí.

Teatro Gustavo Leite

Data: 22 de julho.

Horário: 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 30.

Endereço: Rua Celso Piatti, s/n, Jaraguá, Maceió – Alagoas

Ingressos: Eventim.

 

Teatro Paulo Pontes

Data: 28 de julho.

Horário: 20h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 50.

Endereço: Rua Abdias Gomes de Almeida, 800, Tambauzinho, João Pessoa – Paraíba

Ingressos: Tudus.

 

Teatro Riachuelo

Data: 30 de julho.

Horário: 19h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 60.

Endereço: Av Bernardo Vieira, 3775, Tirol, Natal-Rio Grande do Norte

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Cartola – O Mundo é um Moinho

Espetáculo Itinerante - Divulgação

O musical tem como cenário o processo criativo que envolve o desenvolvimento de um desfile de escola de samba. A peça retrata a vida e a obra de Cartola.

Teatro Gustavo Leite

Datas: 8 e 9 de julho.

Horários: sábado às 20h e domingo às 19h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 50.

Endereço: Rua Celso Piatti, s/n, Jaraguá, Maceió – Alagoas

Ingressos: Acesso VIP.

 

Teatro Pedra do Reino

Data: 22 de julho.

Horário: às 20h30.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 30.

Endereço: Rod. PB-008, Km 5, s/n, Polo Eco turístico do Cabo Branco, João Pessoa – Paraíba

Ingressos: Tudus.

 

Teatro Castro Alves – TCA

Datas: de 27 a 30 de julho.

Classificação: 12 anos.

Endereço: Praça Dois de Julho, s/n, Campo Grande, Salvador – Bahia

Ingressos: na bilheteria do teatro.

 

Teatro Rio Vermelho

Datas: 5 e 6 de agosto.

Classificação: 12 anos.

Endereço: Rua 4, 1400, Centro, Goiânia – Goiás

Ingressos: Compre Ingressos.

 

Teatro SESC Palladium

Datas: 9 a 12 de agosto.

Classificação: 12 anos.

Endereço: Av. Augusto de Lima, 420, Centro, Belo Horizonte – Minas Gerais

Ingressos: Tudus.

 

A Avianca Brasil apoia a cultura e ajuda a levar espetáculos consagrados para diferentes partes do Brasil! Saiba mais sobre os apoios e patrocínios da companhia.

Confira as Agendas Culturais do Rio de Janeiro e de São Paulo!

Confira nossa Agenda Cultural! Separamos os melhores eventos de julho no Rio de Janeiro para todos os gostos e bolsos.

Agenda Cultural: julho Rio

Turma da Mônica – Príncipes e Princesas

Datas: 1 e 2 de julho.

Horário: 16h.

Classificação: livre.

Preço: a partir de R$ 50.

Local: Oi Casa Grande – Av. Afrânio de Melo Franco, 290 – Loja A.

Ingressos: Eventim.

 

Miraculous – As Aventuras de Ladybug e Cat Noir

Datas: 1 e 2 de julho.

Dias e horários: sábado e domingo às 15h e às 18h.

Classificação: livre.

Preço: de R$ 30 a R$ 60.

Local: KM de Vantagens Hall – Via Parque Shopping, Av. Ayrton Senna, 3000.

Ingressos: Tickets For Fun.

 

Sarau da Leda com Elba Ramalho

Data: 03 de julho.

Horário: 16h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 40.

Local: Teatro NET Rio – Rua Siqueira Campos, 143.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

George Israel Part. Esp. – Toni Garrido E Leoni

Data: 04 de julho.

Horário: 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: de R$ 45 a R$ 120.

Local: Teatro NET Rio – Rua Siqueira Campos, 143.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Diogo Nogueira: Homenagem ao Maestro Ivan Paulo

Data: 05 de julho.

Horário: 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: de R$ 45 a R$120.

Local: Teatro NET Rio – Rua Siqueira Campos, 143.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Diogo Nogueira

Data: 06 de julho.

Horário: 20h.

Classificação: 18 anos.

Preço: a partir de R$ 30.

Local: Teatro Riachuelo – Rua do Passeio, 40.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Orquestra Petrobrás Sinfônica – OPES – Temporada Djanira e Portinari

Data: 07 de julho.

Horário: 20h.

Classificação: livre.

Preço: a partir de R$ 10.

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro – Praça Floriano, 0.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Suassuna O Auto do Reino do Sol

Datas: até 9 de julho.

Dias e horários: de quinta a domingo às 20h30.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 25.

Local: Teatro Riachuelo – Rua do Passeio, 40.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Cia Barbixas de Humor em Improvável

Datas: até 9 de julho.

Dias e Horários: sexta 21h, sábado e domingo às 19h e às 21h.

Classificação: 14 anos.

Preço: de R$ 25 a R$ 80.

Local: Teatro NET Rio – Rua Siqueira Campos, 143.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Sarau da Leda com Angela Ro Ro e Leny Andrade

Data: 10 de julho.

Horário: 16h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 40.

Local: Teatro NET Rio – Rua Siqueira Campos, 143.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Auê um Espetáculo da Barca dos Corações Partidos

Datas: de 5 a 16 de julho.

Dias e horários: quarta às 20h30, sábado e domingo às 17h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 15.

Local: Teatro Riachuelo – Rua do Passeio, 40.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Atrevido com Gustavo Mendes

Data: 17 de julho.

Horário: 21h.

Classificação: 14 anos.

Preço: de R$ 30 a R$ 80.

Local: Teatro NET Rio – Rua Siqueira Campos, 143.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Sarau da Leda com Leila Pinheiro

Data: 17 de julho.

Horário: 16h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 40.

Local: Teatro NET Rio – Rua Siqueira Campos, 143.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Brasileirando: Paulinho Moska

Data: 18 de julho.

Horário: 20h.

Classificação: livre.

Preço: a partir de R$ 25.

Local: Teatro Riachuelo – Rua do Passeio, 40.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Dream Team do Passinho

Data: 18 de julho.

Horário: 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: de R$ 40 a R$100.

Local: Teatro NET Rio – Rua Siqueira Campos, 143.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Márcio Gomes e Orquestra

Data: 19 de julho.

Horário: 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: de R$ 45 a R$120.

Local: Teatro NET Rio – Rua Siqueira Campos, 143.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Agnaldo Timóteo: lançamento do CD Obrigado Cauby

Data: 25 de julho.

Horário: 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: de R$ 45 a R$120.

Local: Teatro NET Rio – Rua Siqueira Campos, 143.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Beatles num Céu de Diamantes

Datas: de 14 a 30 de julho.

Dias e Horários: sexta e sábado às 21h e domingo às 18h.

Classificação: 12 anos.

Preço: de R$ 25 a R$ 100.

Local: Teatro NET Rio – Rua Siqueira Campos, 143.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Eu Não Posso Lembrar que Te Amei

Datas: de 15 a 30 de julho.

Dias e Horários: quinta e sábado às 17h30 e domingo às 20h30.

Classificação: 10 anos.

Preço: de R$ 30 a R$ 100.

Local: Teatro NET Rio – Rua Siqueira Campos, 143.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

A Avianca Brasil apoia iniciativas culturais, de esporte e sociais. Quer saber? Acesse nossa área de patrocínios.

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Alice no País do Iê Iê Iê - Foto: divulgação

Barão Vermelho

Data: 1 de julho.

Horário: 22h.

Classificação: 14 anos.

Preço: a partir de R$ 50.

Local: Tom Brasil – Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Homem de La Mancha

Data: até 2 de julho.

Horário: sábado às 17h e 21h e domingo às 17h.

Classificação: 10 anos.

Preço: a partir de R$ 25.

Local: Teatro Alfa – Rua Bento Branco de Andrade Filho, 722 – Santo Amaro.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Dorotéia – Uma Farsa Irresponsável

Datas: até 2 de julho.

Dias e horários: sexta e sábado às 21h e domingo às 19h.

Classificação: livre.

Preço: de R$ 45 a R$ 90.

Local: Teatro Cetip – Rua Coropé, 88, Pinheiros.

Ingressos: Tickets For Fun.

 

Forever Young

Datas: até 2 de julho.

Dias e horários: sexta às 21h30, sábado às 21h e domingo às 15h e 18h.

Classificação: 10 anos.

Preço: de R$ 45 a R$ 90.

Local: Teatro Raul Cortez – Rua Dr. Plínio Barreto, 285, Bela Vista.

Ingressos: Compre Ingressos.

 

Toquinho – Voz e Violão

Data: 5 de julho.

Horário: 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: de R$ 70 a R$ 160.

Local: Teatro NET SP – Rua Olimpíadas, 360, Piso Térreo – Shopping Vila Olímpia – Itaim Bibi.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Festa Nova Samba – Diogo Nogueira

Data: 7 de julho.

Horário: 21h.

Classificação: 14 anos.

Preço: a partir de R$ 50.

Local: Tom Brasil – Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Rezende

Data: 16 de julho.

Horário: 18h.

Classificação: livre.

Preço: a partir de R$ 40.

Local: Tom Brasil – Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Julieta Venegas

Data: 22 de julho.

Horário: 22h.

Classificação: 14 anos.

Preço: a partir de R$ 60.

Local: Tom Brasil – Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Miraculous – As Aventuras de Ladybug e Cat Noir

Datas: 08, 09, 22 e 23 de julho.

Dias e horários: sábados e domingos às 15h e às 18h.

Classificação: livre.

Preço: de R$ 30 a R$ 60.

Local: Citibank Hall – Av. das Nações Unidas 17955, Santo Amaro.

Ingressos: Tickets For Fun.

 

Temporada OSESP

Datas: 02, 06, 07, 09, 27, 28 e 30 de julho.

Dias e horários: quinta e sexta-feira às 21h e domingo às 16h.

Classificação: 7 anos.

Preço: de R$ 46 a R$ 213.

Local: Sala São Paulo – Praça Júlio Prestes, 16 – Campos Elíseos.

Ingresso: Ingresso Rápido.

 

Ensaio Aberto: Guerrero e Bailey

Data: 27 de julho.

Horário: 10h.

Classificação: 7 anos.

Preço: R$ 10.

Local: Sala São Paulo – Praça Júlio Prestes, 16 – Campos Elíseos.

Ingresso: Ingresso Rápido.

 

60! Década de Arromba

Data: até o dia 30 de julho.

Dias e horários: quinta e sexta-feira às 20h30, sábado às 17h e 21h, e domingo às 17h.

Classificação: 12 anos.

Preço: de R$ 25 a R$ 220.

Local: Teatro NET SP – Rua Olimpíadas, 360, Piso Térreo – Shopping Vila Olímpia – Itaim Bibi.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Alice no País do Iê Iê Iê

Data: até o dia 30 de julho.

Dias e horários: sábados e domingos às 15h.

Classificação: livre.

Preço: de R$ 25 a R$ 90.

Local: Teatro NET SP – Rua Olimpíadas, 360, Piso Térreo – Shopping Vila Olímpia – Itaim Bibi.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Roque Santeiro – O Musical

Datas: até 30 de julho.

Dias e horários: sextas e sábados às 21h e domingos às 18h.

Classificação: 14 anos.

Preço: de R$ 50 a R$ 70.

Local: Teatro FAAP – Rua Alagoas, 903, Higienópolis.

Ingressos: Teatro FAAP.

 

Invenções da Mulher Moderna, para além de Anita e Tarsila

Datas: até 20 de agosto.

Dias e horários: de terça a domingo, das 11h às 20h.

Classificação: livre.

Preço: gratuito.

Local: Instituto Tomie Ohtake – Av. Faria Lima, 201, Pinheiros.

 

OASI – Instalação Escultórica e Musical

Datas: de 02 a 16 de julho.

Dias e horários: de terça a domingo, das 11h às 20h.

Classificação: livre.

Preço: gratuito.

Local: Instituto Tomie Ohtake – Av. Faria Lima, 201, Pinheiros.

 

A Avianca Brasil apoia iniciativas culturais, de esporte e sociais. Quer saber? Acesse nossa área de patrocínios.

Confira nossa agenda cultural do Rio de Janeiro!

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Vamos participar dos desfiles de Ivete Sangalo no Carnaval de Salvador de 2017

A cantora baiana conduzirá a multidão em um trio sem cordas no dia 23 de fevereiro. Depois disso, em 25 e 27, comandará os blocos Cerveja & Cia e Coruja, respectivamente. As três saídas acontecerão no Circuito Barra/Ondina. Com essa parceria, vamos ativar a marca em diversas ações ao longo da programação, além de disponibilizar o transporte aéreo.

“Temos orgulho em participar da maior festa popular do planeta. O Carnaval é a manifestação mais brasileira, alegre, plural e agregadora no nosso calendário cultural. Ivete personifica o que há de mais bonito no nosso povo; é a estrela completa”, destaca Flavia Zulzke, gerente geral de Marketing da Avianca Brasil.

“A parceria com a Avianca agrega um valor muito positivo ao nosso Carnaval. Salvador está entre os principais destinos da Avianca e é muito bom estar junto de empresas que investem na nossa cidade e no nosso Estado”, diz Fábio Almeida, empresário da IESSI Music Entertainment, que representa Ivete Sangalo.

Somos uma das maiores companhias em capacidade no aeroporto internacional de Salvador, com 40 voos diários regulares que ligam a cidade a Aracaju, Brasília, Ilhéus, Maceió Petrolina, Recife, Rio de Janeiro e São Paulo, e, via conexões, a outros 1.300 destinos domésticos e internacionais – estes últimos, via parceiras na aliança global Star Alliance. Durante o período do Carnaval, vamos reforçar as operações diretas entre a capital baiana e Aracaju, Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo.

Você pode conferir todos os destinos e rotas atendidas pela Avianca Brasil aqui. Para comprar sua passagem, acesse o site.

Culturais

Estamos patrocinando o Burlesque Paris 6 by Night

16 de setembro de 2016 0 comentário

A Avianca Brasil trouxe o Burlesque Paris 6 by Night a bordo para um voo especial e cheio de charme!

A ação foi realizada durante um voo, para promover o patrocínio da nova casa de shows e entretenimentos de São Paulo, o Burlesque Paris 6 by Night.

Patrocinados pela Avianca Brasil

Seremos a transportadora oficial do Burlesque Paris 6 by Night. O empreendimento reunirá atrações de música, humor, dança e atos circenses sob as assinaturas de Sandro Chaim, da Chaim Produções, e Isaac Azar, do Paris 6.

O espaço está dividido em dois ambientes independentes. O primeiro deles é o Paris 6 By Night, lounge com bar e bistrô que funciona todos os dias, entre 18h e 6h. O segundo é o Burlesque, que tem capacidade para acomodar até 300 pessoas sentadas e apresenta o conceito de Dinner Show (atração com serviço de jantar durante o intervalo). O local poderá receber também uma programação variável de festas e eventos corporativos.

Burlesque Paris 6

“O Brasil já é rota das maiores casas de shows do mundo, mas este novo espaço insere o diferencial de cabaré e envolve o público em uma experiência exclusiva. O Burlesque Paris 6 by Night traz muito mais charme e enriquece a noite paulistana com cultura, entretenimento e excelentes opções gastronômicas”. Destaca Flavia Zülzke, gerente geral de Marketing da Avianca Brasil. “Para nós, é muito importante apoiar novos projetos de entretenimento com a qualidade artística da Chaim Produções”.

“O projeto reinventa os paradigmas de entretenimento no Brasil. É gratificante ter a Avianca Brasil, uma das maiores companhias aéreas do país, como nossa transportadora oficial em mais um produto da Chaim Produções”, afirma o produtor Sandro Chaim.

“Banquete” será o espetáculo que vai estrear a nova casa de shows. Criado, dirigido e coreografado por Maicon Clenk, ficará em cartaz durante um ano, sempre de quinta-feira a domingo. O elenco conta com artistas internacionais e é formado por bailarinos, cantores, atores e acrobatas de alto nível técnico. A equipe tem experiência em alguns dos maiores espetáculos do mundo, como os do Cirque du Soleil.

Serviço

Burlesque Paris 6 by Night
Site: burlesqueparis6.com
Endereço: Rua Augusta, 2.809 – Jardins – São Paulo-SP
Telefone: (11) 3086-0009
E-mail: contato@burlesqueparis6.com

Confira mais matérias sobre os patrocínios da Avianca Brasil aqui.

Culturais

A terapia de riso de Paulo Gustavo

1 de dezembro de 2015 0 comentário

Em cartaz há quase dois anos com “220 Volts”, Paulo Gustavo diz que seu maior desafio é “parecer que se está fazendo a peça pela primeira vez”.

 

Paulo Gustavo é dono de um humor eletrizante. Na TV, no cinema ou nos palcos, ele canta, dança, interpreta, imita, debocha e arranca gargalhadas por onde quer que passe.

Nem a rainha do POP escapa de suas paródias hilárias:

 

Depois de rodar o Brasil de Norte a Sul, o espetáculo 220 Volts, entra em sua reta final. “Já estou com saudade antes de acabar”, desabafa o ator.

Há quase dois anos em cartaz, Paulo Gustavo relembra em bate-papo com a equipe do Blog da Avianca alguns dos principais momentos do espetáculo. Confira.

Quais foram os principais desafios ao adaptar esquetes do programa de televisão para o teatro?

Quando a gente faz TV, a gente interpreta pra câmera; quando a gente faz teatro a gente interpreta para o público. São duas linguagens diferentes: quando é do teatro pra TV, acho mais complicado do que da TV para o teatro, por que é só a gente subir um tom. Por exemplo, foi um mega desafio transformar a Dona Ermínia [do espetáculo Minha Mãe é uma Peça] do teatro pra TV e depois para o cinema. Eu acho que o caminho inverso é sempre mais difícil. Para aproveitar que a gente está falando de desafio, o maior deles no teatro é ficar tanto tempo em cartaz, como eu que estou há quase dois anos com o 220V e manter o frescor de todos os dias, parecer que se está fazendo a peça pela primeira vez. É sempre um salto no escuro: o que vai acontecer quando abrir a cortina? Como vai estar o público? Como é que a gente vai falar o texto? A gente tem que estar presente no palco, enxergar o colega de cena, estar com uma escuta boa.

 

PG

Foto: Paprica Fotografia

“220 volts” é praticamente uma metáfora da sua personalidade eletrizante. De onde você tira fôlego para manter um espetáculo de 75 minutos assim ligado no 220V?

Eu não preciso de muitos artifícios para deixar “o meu 220” ligado na peça, não! Eu sou ligado 24h por dia assim. Eu não consigo dormir direito, eu estou sempre agitado, sempre pensado em alguma coisa. Quando eu chego no palco é só diversão. A minha maior dificuldade nem é estar “no 220” dentro palco, é desfazer na hora de dormir. Meu problema é o contrário.

 

CREDITO DADO MARIETTI FAMOSA 220 Volts

Foto: Dado Marietti

Você é um artista multifacetado: interpreta, faz stand –up comedy, escreve e, mais recentemente, tem surpreendido o público como dançarino também. Como é trabalhar com o coreógrafo Dudu Pacheco?

Trabalhar com o Dudu Pacheco é o máximo, eu o conheço há muitos anos. Eu já era fã dele porque ele é um excelente bailarino, ele já viajou o mundo inteiro dançando e quando ele fez escola do Wolf Maia, eu estava em cartaz em São Paulo [com o espetáculo Hiperativo]. Ele queria morar no Rio de Janeiro e dar uma pausa do balé contemporâneo. Aí eu falei que eu ia fazer um espetáculo musical e que teriam bailarinos e eu adoraria que ele não só coreografasse como também ficasse em cartaz comigo. O Dudu é uma pessoa mega divertida, é meu amigo, eu morro de rir com ele, a gente se diverte sempre que está junto, e pra mim é um prazer estar em cena com ele sempre e ele tá sempre junto como não só em cena como fora  e como bailarino, como amigo, como ator, como tudo. Uma pena que vai acabar em janeiro agora, até falei com ele na coxia esses dias: “Poxa, vai acabar!” e ele falou “Ai, Paulo, vou sentir tanta saudade dessa peça!”. E eu, gente?!?

 

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Por que você escolheu interpretar apenas personagens femininas nesse espetáculo?

Foi através de uma pesquisa mesmo. Eu pensei com o [Sandro] Chaim [produtor do espetáculo] “Será que eu faço todos os masculinos? São vários, temos que escolher quem são os mais queridos. Ou será que eu faço as femininas?”. A gente começou a pesquisar na internet quais eram os vídeos que bombavam mais, que eram o do “Sem Noção”, o do “Playboy”, e outros como “a Senhora dos Absurdos”, “a mulher feia”, “Ivonete”, “a famosa”… eu vi que elas viravam “viralzinho” na internet. Hoje eu to afim de exageraaar!” virou uma coisa meio que do Carnaval desse ano, todo mundo mandava por Whatsapp. Da “Senhora dos Absurdos” também, todos os vídeos são muito bem assistidos. Com essa mini pesquisa que a gente fez, vimos logo de cara mais personagens femininas fazendo sucesso que os masculinos. Os femininos eram sete – e ainda ficou a “Periquita” de fora, aquela romântica apaixonada que gruda nos caras que nem ventosa, que gente não colocou pra não ficar muito longa a peça.

 

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Qual delas é a sua preferida? Por quê?

Eu não consigo dizer qual eu prefiro. Eu me divirto fazendo todos. Se eu tiver que escolher um personagem pra fazer vai ser, claro, a Dona Ermínia do “Minha Mãe é uma Peça”, que foi o personagem que mudou a minha vida pra sempre, mas todos os outros personagens eu amo fazer. Eu acho até que por eu me divertir tanto fazendo que o público se diverte tanto assistindo. Eu trabalho muito, mas também me divirto muito no meu trabalho.

Culturais

Cássio Scapin e Sérgio Mamberti: 20 anos de magia

10 de novembro de 2015 0 comentário

Acabaram as desculpas para visitar a Cidade Maravilhosa.

Depois do sucesso absoluto de público e crítica no Museu de Arte e Som (MIS), em São Paulo, Castelo Rá-Tim-Bum: a exposição desembarca no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) do Rio de Janeiro, tendo a Avianca Brasil como sua transportadora oficial. A exposição fica em cartaz até 11 de janeiro de 2016 e a entrada é franca.

Tanto o programa como seus personagens dispensam apresentações. Conversamos com os atores Cássio Scapin e Sérgio Mamberti, famosos por encantarem gerações ao interpretarem, respectivamente, o bruxinho Nino e o mago Dr. Victor. Confira a conversa.

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Foto: Letícia Godoy/MIS

Já faz quase 20 anos que o Castelo Rá-Tim-Bum acabou e, ainda assim, a exposição foi sucesso absoluto em São Paulo e, agora, chega ao Rio. O que passa pela sua cabeça ao ver que você é parte fundamental de uma obra atemporal como essa?

Sergio Mamberti: A emoção é sempre bem intensa, só em realizar que uma obra como o Castelo Rá-Tim-Bum tenha com o passar do tempo, adquirido esse caráter paradoxalmente atemporal, fazendo parte do imaginário nacional e da memória afetiva de tantas gerações de brasileiros.

Cássio Scapin: É algo muito estranho pensar e ver que já faço parte de uma história da cultura do nosso país e de uma maneira tão positiva! É uma mistura de alegria, realização e responsabilidade.

 

Na opinião de vocês, qual era o diferencial do Castelo Rá-Tim-Bum? O que acham que falta no conteúdo infantil nacional feito hoje em dia para televisão para outro programa faça sucesso como vocês fizeram?

Sergio Mamberti: O diferencial do Castelo Rá-Tim-Bum, foi desde sua idealização até o seu formato final, o respeito à cidadania da criança e a excelente qualidade artística e educacional de sua proposta.

Não surgiu até hoje, nem houve antes, sem falsa modéstia, nenhuma obra dirigida à criança, no segmento audiovisual brasileiro, comparável ao Castelo.

A maior parte das realizações nesse campo, infelizmente, tem sido comprometida por um viés mercadológico, que restringe e empobrece seu autentico caráter de respeito ao universo criativo da criança, daí sua atualidade até os dias de hoje.

Cássio Scapin: O diferencial foi o absoluto envolvimento afetivo de todos os artistas que contribuíram com esse projeto. O que falta hoje é a despretensão, é parar de almejar o tiro certo, é parar de tentar descobrir uma formula para atingir e satisfazer o mercado.

 

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 Foto: Letícia Godoy/MIS

Na época das gravações do Castelo, qual momento vocês consideram como o mais marcante? Por quê?

Sergio Mamberti: As gravações tiveram sempre uma característica autoral, presente no trabalho de todos que participaram do processo. Eu diria que foi a paixão e o talento de cada um, se sobrepondo muitas vezes à precariedade de recursos tecnológicos, que privilegiou o desenvolvimento de uma linguagem artesanal, conferindo à obra essa qualidade autoral tão acentuada e tão criativa.

Cássio Scapin: Eu não sei dizer, foram tantos acontecimentos, tantas ocasiões, durante o projeto. Alegres e tristes, de muito prazer e às vezes muito difíceis. Sempre de muito trabalho árduo! Que não saberia destacar um!

 

Até hoje quando alguém fala de vocês, a reação geralmente é “Ah, o Nino/Tio Victor!”. Como é, depois de tanto tempo, ainda estar tão conectado com os personagens?

Cássio Scapin: Acho ótimo o carinho das pessoas. Sempre sou recebido com um grande carinho, um sorriso aberto, olhos doces de gente que imediatamente vira criança ou é agradecida por termos feito parte da infância de um filho! Sou alguém onde as pessoas identificam um referencial de conforto e coisas boas por causa do personagem. Isso é uma grande responsabilidade! Mas é sempre bom.

Sergio Mamberti: A permanência da relação entre o mago Dr. Victor, que integrava ciência e arte, conferindo um sentido de encantamento e magia, através dos ensinamentos que transmitia ao jovem sobrinho Nino e seus amigos, fez com que esses personagens adquirissem uma dimensão de ícones desses arquétipos, unificando diferentes gerações. É como se o Dr.Victor tivesse se tornado meu alter ego, uma espécie de dupla personalidade, para sempre.

É muito gratificante e me orgulho muito desse resultado, como uma contribuição pessoal à formação de inúmeras gerações de brasileiros.

 

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 Foto: Letícia Godoy/MIS

Quais foram as principais inspirações para compor os seus personagens?

Cássio Scapin: Na minha própria infância, sempre meio internado dentro de casa. Alguns personagens de seriados que eu gostava, alguns desenhos animados que gostava de ver, atores cômicos, os de cinema mudo… Foi tanta coisa misturada! Muito difuso na minha memória já fiz tantas coisas depois…

Sergio Mamberti: Inicialmente, pela proposta feita pelos autores da série, senti que seria importante para as crianças, que apesar do Dr. Victor pertencer a outra geração e de ter as características de um mago, elas pudessem reconhecer nele, alguém bem próximo de sua realidade cotidiana: um pai, um avô, um tio, um velho amigo com quem contassem como parceiro de aventuras e ao mesmo tempo  alguém que lhes revelasse conhecimentos e princípios, preparando-os para enfrentar a vida adulta.

Procurei também, acrescentar à essa receita, imagens de alguns personagens que me encantaram durante a infância: o mago do Mágico de Oz, o velho Gepeto, artesão e criador de Pinóquio o boneco de madeira com alma de gente e a sabedoria doméstica de D. Benta no Sítio do Pica-Pau Amarelo.

Mas sobretudo, procurei passar para eles, a ideia de que é através do lúdico e  dando asas à imaginação, que é no jogo e na brincadeira, que surgem e se recriam os sonhos que povoam nossa existência e nos transformam em verdadeiros cidadãos.

Sucesso de público e crítica por sua interpretação como o “Velho Guerreiro”, o ator fala com exclusividade sobre a nova turnê de “Chacrinha, o musical”

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Um dos atores de maior sucesso da televisão brasileira, Stepan Nercessian manteve-se, por opção própria, longe dos palcos por mais de dez anos. À época de sua decisão radical, ele declarou: “só volto para um projeto especial”.

Dito e feito: a oportunidade de trabalhar no teatro com o diretor – e seu amigo pessoal – Andrucha Waddington marcou não só a volta de Stepan aos palcos, mas também uma interpretação que foi chamada de a “reencarnação de Chacrinha”, considerado um dos maiores ícones da história da comunicação brasileira.

O sucesso foi tanto que ele topou dar continuidade ao projeto. A segunda turnê de “Chacrinha, o Musical” já passou por cidades como Belo Horizonte, Recife e Brasília e, ainda esse mês, chega a Porto Alegre e Curitiba.

Com exclusividade ao Blog da Avianca, o ator fala sobre a experiência de voltar aos palcos – mais uma vez – para dar vida à Chacrinha.

 


 

Blog Avianca: Em 2014, na ocasião das primeiras apresentações de “Chacrinha, o musical”, o senhor disse que “só voltaria [aos palcos, depois de 10 anos] se fosse para participar de um projeto muito especial”. O que há de tão singular nesse espetáculo que fez com que o senhor retornasse até para uma segunda temporada?

Stepan Nercessian: O mais especial é o próprio Chacrinha. O maior comunicador de todos os tempos do rádio e da TV brasileira. Morto há vinte e sete anos, continua insubstituível. Poder trazer a memória desse gênio para os dias de hoje é muito especial. Apresentá-lo às novas gerações, mais especial ainda.

Blog Avianca: Em entrevista ao jornal O Globo, o senhor comparou interpretar Chacrinha com “fazer Hamlet” [famoso personagem de Willian Shakespeare]. Como é o seu processo criativo para compor um personagem dessa complexidade?

Stepan Nercessian: Procurei não imitar o Chacrinha e sim compreender o Abelardo Barbosa com toda sua complexidade. Além do “palhaço” Chacrinha existia o pai de família, o profissional exigente, o artista revolucionário e temperamental. Foi isso que fiz: um Chacrinha de dentro para fora.


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“O mais especial é o próprio Chacrinha. Apresentá-lo às novas gerações, mais especial ainda”

Blog Avianca: Como é trabalhar com o diretor Andrucha Waddington?

Stepan Nercessian: Já éramos parceiros no cinema: Os PenetrasRio Eu Te Amo. No teatro a parceria continuou. O Andrucha é um talento raro. Um jovem com a sabedoria de um veterano. Nosso espetáculo é teatro audiovisual. E isso ele sabe fazer melhor que ninguém. O Andrucha não prende, ele liberta.  Sou muito grato a ele.

Blog Avianca: O que o público das cinco capitais pelas quais passa o espetáculo pode esperar dessa nova turnê? Que surpresas vem por aí?

Stepan Nercessian: O que foi mostrado no Rio e SP será mostrado pelo Brasil. O que temos é um dos mais belos espetáculos musicais de todos os tempos. Elenco primoroso, produção esmerada. Quem for ver, vai viajar, curtir, ser feliz e voar. Como temos viajado com a AVIANCA. E olha que o Chacrinha odiava avião. Mas agora: roda, roda, roda e avisa!

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“Chacrinha, o musical” está de volta!

1 de outubro de 2015 0 comentário

Com Stepan Nercessian e texto de Pedro Bial, a nova turnê do espetáculo que já conquistou mais de 200mil espectadores passa por 5 capitais brasileiras

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Um dos maiores comunicadores do rádio e da TV brasileira, Abelardo Barbosa costumava dizer que “na televisão nada se cria, tudo se copia”. Ainda assim, até hoje ninguém conseguiu copiar a espontaneidade do Velho Guerreiro. Comandante de extravagantes concursos de calouros, responsável por revelar grandes nomes da música nacional e inventor de bordões infames, o apresentador agora é homenageado em “Chacrinha, o musical”, que já passou por Belo Horizonte e, agora em outubro, chega a Recife, Brasília, Porto Alegre e Curitiba.

A montagem é assinada pela Aventura Entretenimento e já foi assistida por mais de 200 mil espectadores em temporadas de sucesso no Rio de Janeiro e em São Paulo, que contaram com a participação especial de artistas que batiam ponto nos programas do Chacrinha, como Xuxa, Fábio Jr, Paulo Ricardo, Biafra e Wanderléa.

Com texto de Pedro Bial e Rodrigo Nogueira, o espetáculo marca a primeira direção teatral de Andrucha Waddington e o fim da trilogia Uma Aventura Brasileira, iniciada por ‘Elis, A Musical’ e ‘Se eu fosse você, o musical’. Com apresentação do Bradesco Seguros, “Chacrinha, o musical” tem a Avianca como sua transportadora oficial.

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“Quem não se comunica, se trumbica!”

O espetáculo acompanha a trajetória do apresentador desde sua infância em Surubim, Pernambuco, até o auge da carreira na TV Globo, comandando o programa de auditório “Cassino do Chacrinha”, com espaço para as eternas “chacretes”, os trocadilhos hilários, as buzinadas e até mesmo o famigerado “troféu abacaxi”. Dois atores dão vida ao protagonista: Stepan Nercessian, interpreta o Chacrinha consagrado no rádio e na TV, enquanto Pedro Henrique Lopes incorpora o jovem Abelardo Barbosa.

Aos 61 anos, Nercessian retornou aos palcos depois de mais de 10 anos sem trabalhar no teatro. “Eu sempre disse que só voltaria se fosse para participar de um projeto muito especial. É uma atividade que requer muita dedicação, esforço e disciplina. Falei desde o início que não sou um imitador. O Chacrinha aconteceu naturalmente”, explica Stepan.

Pedro Henrique Lopes está no teatro há mais de 10 anos e ficou quatro anos e meio em cartaz com a comédia musical “O meu sangue ferve por você”, onde também fez o roteiro original. Nas duas temporadas do espetáculo, Pedro integrava o elenco como os personagens Jece Valadão e Benito di Paula. “É muito louco trabalhar com uma figura que existiu e que impactou tanto na vida de muita gente. Tento sempre entrar na cabeça dele. O Chacrinha era muito divertido, muito intenso, muito criativo. Ele acreditou que poderia ser o que queria e se tornou um dos maiores comunicadores do Brasil”, comenta Pedro.

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Já o diretor Andrucha Waddington faz sua estreia na atividade teatral depois de quase três décadas de carreira dedicada à produção cinematográfica. “O importante para mim neste trabalho é fazer um musical fora da caixa, algo novo. Só assim para honrarmos o espírito do Chacrinha. Dirijo como se fosse um filme, que é a atividade com a qual estou acostumado. Mas ambos os trabalhos partem do mesmo ponto fundamental, que é a dramaturgia”, explica o diretor.

Completam o elenco 18 atores-cantores-bailarinos, que vão dar vida a familiares do Velho Guerreiro e personalidades que fizeram parte da vida do apresentador como Boni (Saulo Rodrigues) e Elke Maravilha (Laura Carolinah).

 

CHACRINHA, O MUSICAL

Belo Horizonte – dias 25 e 26 de setembro

Palácio das Artes – Av. Afonso Pena, 1537 – Centro – Belo Horizonte/MG

Recife – dias 03 e 04 de outubro

Teatro de Santa Isabel – Praça da República, s/n – Santo Antônio – Recife/PE

Brasília – dias 09 a 11 de outubro

Teatro NET Live – SHTN Trecho 2 – Quadra 05 – Bloco A – Asa Norte – Brasília/DF

Porto Alegre – dias 16 e 17 de outubro

Teatro SESI – Av. Assis Brasil, 8787 – Porto Alegre/RS

Curitiba  – dias 27 e 28 de outubro

Teatro Positivo – Rua Professor Pedro Viriato Parigot de Souza, 5300 – Campo Comprido – Curitiba / PR

Culturais

Como identificar, ou não, um farsante musical

9 de setembro de 2015 0 comentário

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Nos anos 90, os jornalistas Jimmy Gutterman e Owen O´Donnel escreveram o livro “Os piores discos de rock de todos os tempos”, um verdadeiro exercício de ironia. Na verdade, os discos listados não importavam tanto, mas algo que merece destaque, pelo seu sarcasmo e exatidão atemporal, é a lista de trinta e três regras de como ser original no rock’n’roll e não ter um disco seu inserido em uma lista dos piores de todos os tempos.

Vivemos e um época de muita informação e pouca sabedoria, na qual artistas são formados em “reality shows”, portanto, seguindo essas regras não haverá jurado que não se encante pela banda:

1) Não continue com o nome da banda se um de seus membros fundamentais sair do grupo.

2) Nunca cante uma música sobre Elvis Presley.

3) Nunca grave pela gravadora ARISTA. Ela foi responsável pelos maiores nomes do rock farofa dos anos 80.

4) Rock e coral são detestáveis. Nunca grave um som que tenha um arranjo com um grande coral, a única exceção é “You can´t always get what you want”, dos Rolling Stones, e acabou por aí!

5) Letras de rock não são poesias.

6) A qualidade de um rock é inversamente proporcional ao número de instrumentos utilizados na sua gravação, a menos que você seja Van Morrison!

7) Nunca existirão super grupos (aqueles conjuntos formados por famosos de várias bandas, não adianta, não dá certo nunca!).

8) Rock stars não são atores.

10) Roqueiros brancos que falam de suas raízes negras estão mentindo, assim como quem tenha gravado no Sun Studio depois de 1956. E na maioria das vezes, “revisitar” raízes é um desastre.

11) Não cante uma música falando do seu falecido pai, principalmente se ele foi um grande ídolo.

12) Elvis está morto!

13) Não faça uma escola de arte.

14) Não abrace causas óbvias. Quanto mais controversa for sua bandeira, mais atitude você terá. Você já viu alguém ser contrário a salvar os famintos ou apoiar uma guerra?

15) Qualquer coisa que você pense em fazer para chocar, Jerry Lee Lewis já fez, e certamente de uma forma melhor!

16) Uma lista não é uma canção.

17) Artistas de verdade não podem permitir parentes na banda.

18) Não é admissível ser patrocinado por uma marca ou griffe!

19) Um disco ao vivo deve ser gravado ao vivo (sacou?).

20) Videoclipes são como comerciais, não é cinema de arte.

21) A boa política não se transforma em uma boa letra.

22) Técnica de tocar formidável não quer dizer nada, senão o rock progressivo seria eternamente imbatível.

23) Não existe um cabelo maravilhoso para sempre. A moda passa!

24) Cuidado com quem usa botas de cowboy ou colete.

25) Artistas chamados “cult” acabam sendo tão ou mais previsíveis do que os astros pop!

26) Um heavy metal sempre pode ser tocado com mais velocidade; não há limite!

27) O punk aconteceu (note o tempo do verbo).

28) Se você conseguir gravar mais de três discos, parabéns! Vai merecer uma compilação e possivelmente sobreviver de música.

29) Museu do rock é coisa de xarope. Se você quiser ser eternizado num lugar assim, aprenda a pintar.

30) Admita quando ficar careca, ou barrigudo; nunca tente disfarçar; e pelo amor de Deus: esqueça que já usou roupas justas!

31) O amor não é tudo que precisamos. Veja como soam estúpidas certas letras quando estamos putos da vida.

32) Nunca regrave clássicos da soul music. o resultado é patético!

33) O rock é uma pequena parcela da música mundial. Se você acredita que vai mudar o mundo tocando rock, caia na real!

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CHRISTIANE TORLONI EM: MASTER CLASS

3 de setembro de 2015 0 comentário

Estreia hoje, dia 04 de Setembro no Teatro das Artes

Um dos mais premiados e aclamados espetáculos da Broadway chega

ao Brasil numa grandiosa produção estrelada por uma das

maiores atrizes do teatro, cinema e televisão brasileira. Mais um sucesso patrocinado pelo projeto Avianca Cultural

FOTO MARCOS MESQUITA

FOTO MARCOS MESQUITA

Master Class é uma maravilhosa Comédia-Dramática escrita pelo premiado autor norte americano Terrence McNally que chega ao Brasil através da Maestro Entretenimento (nova identidade da empresa maestrobrazil), com patrocínio do Grupo Bradesco Seguros e conta com a direção do encenador brasileiro José Possi Neto, sob a direção musical do Maestro Fábio G. Oliveira, ambos a frente de um elenco formado por consagrados atores/cantores do atual cenário teatral brasileiro: as sopranos líricas Julianne Daud (Master Class ,Beijo da Mulher Aranha, Opera Joanna de Flandres, A Flauta Mágica, New York, New York o musical) e Bianca Tadini (Evita, O Rei e Eu, West Side Story, New York New York o musical, O Fantasma da Opera), o tenor Leandro Lacava (Avenida Q, Meu Amigo Charlie Brown, Il Barbiere di Siviglia, La Cenerentola, Les Troyens,), o ator e pianista Thiago Rodrigues (A Madrinha Embriagada, O Mágico de Oz, A Família Addams, Mamma Mia), além dos cantores líricos Thiago Soares (Operas LElisir dAmore, Madama Butterfly, Don Giovanni), Jayana Gomes Paiva (O Barbeiro de Sevilha, La Bohème ,Carmen de G. Bizet).

Master Class é um dos poucos espetáculos produzidos na Broadway a alcançar enorme sucesso internacional tendo sido realizadas nada menos do que 598 apresentações apenas em sua temporada de estreia em 1995 quando então recebeu o prêmio Desk Drama Award de “Melhor Espetáculo da Broadway”, além de três prêmios Tony Award (o Oscar do teatro americano):   “Melhor Atriz” (para Zoe Caldwel), “Melhor Atriz Coadjuvante” (para Audra MacDonald) e o cobiçado prêmio de “Melhor Espetáculo da Broadway”

Após a sua estrondosa temporada de estreia,  percorreu o mundo tendo sido apresentado em quase uma centena de países tão diferentes como Japão, Polônia, Alemanha, Coréia, Itália, Espanha, Portugal, Filipinas, Grécia, Brasil, além dos principais centros teatrais do mundo como o West End em Londres e Paris, onde o papel de Maria Callas foi interpretado pela grande atriz francesa Fanny Ardant sob a direção de Roman Polansky.

Em 2011 uma nova produção de  foi realizada na Broadway alcançando um sucesso não menos estrondoso, desta vez tendo como protagonista a atriz americana Tyne Daly e, exatamente como já havia acontecido em 1995, além do grande sucesso o espetáculo também tem recebido ”revivals” em várias partes do mundo incluindo esta nossa produção Brasileira, protagonizada por Christiane Torloni.

Atualmente, está em andamento em Hollywood a adaptação de  para as telas do cinema tendo como protagonista a grande atriz Meryl Streep.

Terrence McNally baseou o enredo de  nas lendárias séries de aulas magnas (master classes) proferidas pela diva maior da ópera mundial a greco-americana Maria Callas no início dos anos 70 na Julliard School famosa escola de música de Nova York. Na peça, Callas repreende os alunos, da mesma maneira enérgica com que os encoraja a seguir e perseguir seus sonhos. Durante esses encontros, também confronta os desapontamentos e dissabores de sua própria vida e de seu relacionamento com o célebre bilionário, o armador grego Aristóteles Onassis. De forma genial e habilidosa, o espetáculo faz o público rir e se emocionar com este que é considerado um dos mais belos textos da literatura teatral de todos os tempos e que, desde a sua estreia- há vinte anos – tem angariado legiões de fãs, envolvendo plateias de todo o mundo!

A Produção e Os Produtores

A produção de  conta com o talento de alguns dos melhores profissionais da área artística de nosso país:

Os cenários foram criados e executados por Renato Theobaldo; experiente cenógrafo que tem contribuído enormemente não só para o teatro quanto para o universo da ópera além dos principais espetáculos musicais. Seu projeto para a cenografia de  procurou trazer para o palco o clima das grandes casas de ópera do mundo através de estruturas criadas em tecido especialmente tratado para receber luz e projeções. O design de luz foi criado pelo veterano iluminador Wagner Freire.

Os figurinos são assinados pelo renomado figurinista Fabio Namatame sendo que os modelos femininos (incluindo os da própria Maria Callas) foram confeccionados pela renomada boutique paulistana Claudeteedeca o que garantiu a eles a alta qualidade, autenticidade e elegância.

A trilha sonora do espetáculo não poderia ser mais apropriada para um espetáculo de tão alta qualidade artística: trechos famosos de obras de três dos maiores compositores da história da música: Bellini, Puccini e Verdi executados ao vivo pelos atores/cantores e acompanhados pelo ator/pianista.

A produção e realização de  está inteiramente a cargo da Maestro Entretenimento: empresa brasileira que desde a sua fundação em 1996 apresenta intensa atividade nas mais variadas vertentes artísticas.

 

 

MARIA CALLAS:

Foi uma cantora lírica norte-americana de ascendência grega, considerada a mais renomada e influente cantora de ópera do século XX e a maior Soprano de todos os tempos. Apesar de também muito famosa pela sua conturbada vida pessoal, principalmente devido ao seu relacionamento com o bilionário grego Aristóteles Onassis, o seu legado mais duradouro deve-se ao impulso a um novo estilo de atuação nas produções operísticas, à raridade e distintividade de seu tipo de voz e ao resgate de óperas há muito esquecidas do bel canto, estreladas por ela.

 

Serviço:

Teatro das Artes (769 lugares)

Avenida Rebouças, 3970 – Shopping Eldorado – 3º Piso

Informações: 3034-0075

Quinta e Sábado às 21h | Sexta às 21h30 | Domingo às 19h

 

Duração: 90 minutos

Recomendação: 12 anos

 

Temporada: até 22 de Novembro

 

Foto: Leo Aversa - Crédito obrigatório.

Foto: Leo Aversa – Crédito obrigatório.

Talvez a obra mais emblemática da carreira de Chico Buarque, a ‘Ópera do Malandro’ já pode ser considerada um clássico do teatro musical brasileiro. Quase quatro décadas após a estreia original (1978), o malandro – como diz uma das célebres canções – surgiu na praça outra vez em uma nova montagem, com direção de João Falcão.
Esta atual versão, que estreou em julho de 2014 no Rio de Janeiro em uma bem-sucedida temporada, tem elenco basicamente masculino, com uma única atriz, Larissa Luz. O cantor Moyseis Marques interpreta Max Overseas e o grupo de atores que se formou em ‘Gonzagão – A Lenda’ se reencontrou em cena para dar continuidade à pesquisa sobre musicais brasileiros e à parceria com João Falcão. Não à toa, ‘Gonzagão – A Lenda’ estará em cartaz no mesmo Teatro João Caetano, às quintas e em matinês aos sábados e domingos.
Sobre a ‘Ópera do Malandro’
Inspirado em ‘A Ópera do Mendigo’ (1728), de John Gay, e em ‘A Ópera dos Três Vinténs’ (1928), de Bertolt Brecht e Kurt Weill, a ‘Ópera do Malandro’ conta a história do contrabandista Max Overseas, que casa em segredo com Teresinha, filha de Duran, poderoso dono de bordéis e cabarés da Lapa dos anos 40. Com produção da Sarau Agência, o musical estreia dia 7 de agosto e fica em cartaz no Rio de Janeiro até 27 de setembro.
‘Chico Buarque foi a figura artística que mais me influenciou. A ‘Ópera’ é um mito, um desafio imenso para o diretor, ao lidar com canções eternas da música popular brasileira e com um texto que marcou época’, conta João Falcão, que já assinou a dramaturgia – com Adriana Falcão – e a direção de ‘Cambaio’, cuja trilha foi especialmente composta por Chico e Edu Lobo em 2001.
Para esta nova montagem, João pinçou músicas do espetáculo original e também do álbum ‘Malandro’, de Chico, e do filme homônimo, dirigido por Ruy Guerra em 1985. No roteiro, as clássicas ‘Folhetim’, ‘Teresinha’, ‘O Meu Amor’, ‘Geni e o Zepelim’ e ‘Pedaço de Mim’ se misturam a canções menos conhecidas do cancioneiro buarqueano, como ‘Sentimental’, ‘Hino da Repressão’ e ‘Uma Canção Desnaturada’.
‘É incrível perceber a qualidade da produção de um compositor para um mesmo projeto, é um momento muito inspirado e consagrador para o Chico. As canções da ‘Ópera’ ganharam fôlego fora do teatro, se tornaram tão conhecidas que muitos nem sabem que foram feitas para o palco’, admira João.
 
De Luiz Gonzaga a Chico Buarque
Ainda que bastante fiel ao texto, a concepção de João para o musical é original, ao convocar homens para todas as personagens femininas da peça. Já Larissa Luz, única mulher do elenco, viverá João Alegre, uma espécie de narrador e comentarista da trama.
‘Colocar atores para interpretar mulheres vem ao encontro de uma tradição teatral secular e também com uma antiga pesquisa minha’, explica João, responsável por ‘inverter os gêneros’ em outros trabalhos, como a série ‘Sexo Frágil’ (TV Globo) e em peças como ‘Mamãe Não Pode Saber’ e ‘Gonzagão – A Lenda’’.
Foi justamente o elenco deste musical inspirado na trajetória de Luiz Gonzaga que motivou João a trabalhar com a ‘Ópera’. Depois de uma extensa turnê nacional e com mais de cem mil espectadores, o grupo que se formou – elenco, produção e direção – quis dar continuidade com o trabalho e agora repete a parceria.
Integrantes do elenco de ‘Gonzagão’, Adren Alves, Alfredo Del Penho, Eduardo Rios, Fabio Enriquez, Larissa Luz, Renato Luciano e Ricca Barros estão novamente em cena, ao lado de atores aprovados em uma concorrida audição (Bruce de Araújo, Eduardo Landim, Rafael Cavalcanti e Thomas Aquino).
Já Max Overseas encontrou um intérprete bastante familiarizado com o seu habitat: a Lapa carioca. Moyseis Marques, experiente sambista e cantor de shows nos bares da região, fez seu primeiro trabalho como ator neste musical. João assistiu a uma apresentação de Moyseis e encontrou a essência do célebre malandro da peça. Passado no teste de atuação, o cantor – e agora também ator – embarcou de cabeça no desafio.
A Sarau Agência, produtora de Gonzagão, assina novamente a empreitada, assim como a figurinista Kika Lopes e o iluminador Cesar de Ramires. Aurora dos Campos se junta à equipe criativa e fica responsável pela cenografia, que – dentro de toda a proposta da direção – fugirá do realismo, enquanto os figurinos vão brincar com a mistura de épocas e estilos. ‘É um espetáculo de época (se passa nos anos 40) e teve uma primeira e mítica montagem nos anos 70, que hoje já é de época. Os figurinos vão brincar com isso também’, conta João.
 
Esta nova versão forma mais um capítulo deste clássico sui generis que estreou em junho de 1978 no Teatro Ginástico (RJ) e seguiu com sessões lotadas por mais de um ano, em apresentações de terça a domingo. Baseado em ‘A Ópera do Mendigo’ (1728), de John Gay, e em ‘A Ópera dos Três Vinténs’ (1928), de Bertolt Brecht e Kurt Weill, o texto da ‘Ópera do Malandro’ teve direção original de Luís Antonio Martinez Correa, que conduziu meses de estudo sobre o tema e as tramas das peças.
No elenco original constavam nomes como Ary Fontoura (Duran), Claudia Jimenez (Mimi Bibelô), Elba Ramalho (Lucia), Emiliano Queiroz (Geni), Maria Alice Vergueiro (Vitória), Marieta Severo (Teresinha). A direção musical ficou a cargo do maestro John Neshling, que também assinou os arranjos. A cenografia e os figurinos eram de Maurício Sette e a iluminação de Jorginho de Carvalho.
Nos últimos 15 anos, o musical ganhou montagens de Gabriel Villela (em 2000) e da dupla Charles Möeller e Claudio Botelho (2003).

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Considerada a comédia de maior sucesso de 2013 na Broadway, “Vanya e Sonia e Masha e Spike” chega ao Rio na montagem dirigida por Jorge Takla, que celebra os 40 anos de trajetória artística com sua estreia nesse gênero. Com texto de Christopher Durang, o espetáculo tem tradução de Bianca Tadini e Luciano Andrey, realização da Takla Produções e um elenco formado por Marília Gabriela – que há 20 anos iniciou sua carreira como atriz no filme Jenipapo e agora completa 15 anos de teatro -, Elias Andreato, Patrícia Gasppar, Bruno Narchi, Juliana Boller e Teca Pereira. A peça faz referências aos personagens do escritor russo Tchekhov e mostra os acontecimentos inesperados e confusões de uma família a partir da visita de uma das irmãs, uma estrela de Hollywood. “Em 40 anos fiz todos os gêneros de teatro. Dirigi óperas, musicais e dramas. Eu gosto muito de comédia, mas nunca tinha encontrado nenhuma que me tocasse ao coração, além de rir, naturalmente”, diz o diretor sobre a peça que estreia dia 30 de julho no Teatro dos Quatro.

Marília Gabriela, que estava fora dos palcos desde 2008, interpreta Masha, uma artista rica e famosa que namora um rapaz 30 anos mais jovem. “Sou a irmã que foi embora e virou atriz de cinema, e volta para uma visita trazendo o namorado. Quando Jorge Takla me convidou tive um momento de hesitação, pois estava envolvida em outro projeto. Ele elegantemente disse que não era para logo e sugeriu que eu lesse a peça, o danado. Me mandou o texto por e-mail rapidinho, e eu, enxugando as lágrimas das gargalhadas que soltei desde o primeiro parágrafo até o final, liguei e disse para ele: sou sua! “.

                A comédia transcorre nos tempos atuais em uma tranquila cidadezinha, no verão da Pensilvânia. Até quando a irmã famosa Masha (Marília Gabriela), grande estrela de cinema de Hollywood, com cinco casamentos no currículo, decide visitar seus irmãos acompanhada do namorado, o jovem sensual Spike (Bruno Narchi), ator iniciante, que ambiciona a fama.

Os irmãos solteirões de Masha são Vanya (Elias Andreato), um cinquentão resignado com sua vida, desde a infância na casa de campo dos pais com sua irmã adotada, e Sonia (Patrícia Gasppar), melancólica, que sonha com o impossível, e nunca teve um namorado. A trama também conta com a inocente e sincera Nina (Juliana Boller), jovem aspirante à atriz, deslumbrada com o teatro e cheia de energia, e com a faxineira Cassandra (Teca Pereira), inteligente e ardilosa, que acredita ter poderes de vidência e profetiza todo o fim de semana memorável, cheio de rivalidade e arrependimento da família explosivamente engraçada.

“Vanya e Sonia e Masha e Spike” traz através do humor de seu texto e personagens, uma reflexão sobre a busca por identidade e sentido na vida no mundo contemporâneo. “A força desta deliciosa comédia se deve aos seus personagens loucamente humanos, a esta família adoravelmente maluca, a esta “fatia de vida” situada num momento em que um mundo está acabando e outro começando. Seres humanos se adequando (ou não) a novos valores, esperneando, mas descobrindo, com leveza e humor, que apesar de tudo, o nosso único porto-seguro ainda é a família”, opina Takla.

Dramaturgo americano, Christopher Durang é conhecido por suas obras de humor negro e por tratar de questões polêmicas como dogmas religiosos, abuso infantil e homossexualidade. Com seu trabalho reconhecido nos EUA, Durang teve diversos espetáculos montados no circuito Broadway e Off-Broadway, entre eles Miss Witherspoon e Beyond Therapy. Contando com nomes como David Hyde Pierce, Kristine Nielsen, Sigourney Weaver e Billy Magnussen no elenco, “Vanya and Sonia and Masha and Spike” teve grande receptividade do público e da crítica em sua montagem americana, sendo considerada pelo The New York Times como “delirantemente engraçada”.

Jorge Takla é formado pelo Conservatório de Artes Dramáticas de Paris. Trabalhou como assistente de direção de Bob Wilson. Atuou e dirigiu La Mamma, em Nova York e  tem no currículo mais de 100 espetáculos entre teatro, musicais e ópera. “Nada na montagem brasileira é réplica da encenação americana. Quis um espetáculo bem realista. O cenário é uma casa na Pensilvânia com 14 metros de comprimento e 3,5 de altura. Estilo casa de campo americano, mas bem específica, com grama, árvores, flores, panelas, móveis de vime, etc”, detalha Takla sobre a sua encenação de “Vanya e Sonia e Masha e Spike”.

Assinado por Attilio Baschera e Gregorio Kramer o cenário reproduz a casa dos irmãos Sonia e Vanya. Theodoro Cochrane é responsável pelos figurinos, entre eles uma fantasia de Branca de Neve usada por Marília Gabriela. Completam a ficha técnica Feliciano San Roman e Duda Molinos com as perucas e o visagismo, e Ney Bonfante na iluminação.

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO- Vanya e Sonia e Masha e Spike

 

Direção: Jorge Takla

Texto: Christopher Durang

Tradução: Bianca Tadini e Luciano Andrey

Elenco: Marilia Gabriela, Elias Andreato, Patrícia Gasppar, Bruno Narchi, Teca Pereira e Juliana Boller

Cenário: Attilio Baschera e Gregorio Kramer

Figurinos: Theodoro Cochrane

Iluminação: Ney Bonfante

Sonoplastia: Fernando Fortes

Maquiagem: Duda Molinos

Perucas: Feliciano San Roman

Realização: Takla Produções

 

SERVIÇO

Temporada: de 30 de Julho a 27 de setembro

Local: Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52 , Gávea

Horários: Quinta a sábado às 21h;  domingo às 20h