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Durante a Viagem

Para você que é vegetariano: saiba como pedir a opção de serviço de bordo vegetariano.

Pensando em atendê-los cada vez melhor, disponibilizamos (como cortesia também) a opção de serviço de bordo vegetariano. O cardápio é no padrão VLML – ovo-lacto-vegetariana. Sendo assim, podem ser utilizados derivados de ovo e leite, como queijos, em sua composição.

Como exemplo, algumas das refeições vegetarianas atuais que podem estar disponíveis para seu voo são:

Serviço de Bordo Vegetariano com Abobrinha

Pão Australiano, Molho Pesto, Abobrinha, Cenoura e Mussarela.

Serviço de Bordo Vegetariano com Abobrinha

Pão de Parmesão, Alface, Abobrinha e Cenoura Grelhada.

Serviço de Bordo Vegetariano com Beringela

Pão de Aveia, Alface e Berinjela.

Para pedir sua refeição vegetariana, é preciso solicitar no momento da compra da passagem ou ainda por meio da nossa central pelo telefone 4004-4040 com 48 horas de antecedência.

É necessário consultar qual é o cardápio vigente e as opções disponíveis. Para voos internacionais, existem mais opções que também devem ser consultadas através da central de vendas. Em caso de dúvidas, entre em contato e converse com um de nossos atendentes.

Você pode saber mais sobre o serviço de bordo oferecido, entretenimento de bordo, conforto das poltronas e muitas outras informações, na sessão de Experiência Avianca.

Para saber os destinos atendidos pela Avianca Brasil, consulte o Mapa de Rotas.

Dicas de ViagemDurante a Viagem

Bebês Voadores

28 de junho de 2013 2 Comentários

 Bebe a Bordo

 

Um pequeno ponto em minha última coluna causou alvoroço entre o pessoal que comentou e me mandou mensagens: o infortúnio de voar no mesmo avião onde há um bebê chorão. Pelo amor de Deus, me entendam: não tenho nada contra bebês, mesmo os chorões! Sei que é parte do ciclo da vida, da natureza dos bebês e que, mais do que qualquer outro passageiro, o sofrimento dos pequeninos em um acesso de choro é o que me causa mais dó.

 

Apesar de não ter filhos, vou me aventurar a escrever um texto que seria mais adequado a uma experiente ama-seca com sabedoria maternal do que a um jovem adulto que jamais trocou uma fralda.  Uma coluna dedicada a meus pequenos companheirinhos de viagem baseado em táticas eficientes que já presenciei em alguns vôos. Um guia de utilidade infantil para pais e mães em vias de voar com um… bem… neném chorão.

 

1-      Hora da Soneca- procure sempre reservar suas passagens para o horário em que seu nenê tira aquela soneca mais profunda. Claro que vôos intercontinentais duram mais de 10 horas e nem o mais sonífero rebento dorme tanto quanto um urso em época de hibernação, mas estarei abordando outras táticas de distração nos próximos itens.

 

2-      Feels like home- o sonho impossível de qualquer viajante é poder dormir em sua própria cama de casa no avião. Pois bebês podem fazê-lo. Várias companhias aéreas permitem que você leve o assento especial do seu filhote. Peça ajuda a um comissário e instale no assento ao seu lado. Bons sonhos para o neném como se ele estivesse apenas fazendo uma viagem de carro até o parquinho.

 

3-      Planejamento Tático- chegue cedo ao aeroporto para fazer tudo com tempo de sobra. Check-in, imigração, deixe claro para os funcionários no portão de embarque que você está viajando com um bebê (chorão ou não) e eles ainda podem conseguir benesses de última hora como assentos especiais, comidinha e até brinquedos.

 

4-      Chupeta- sabe aquele papo de que a chupeta causa dependência no seu nenê: Que atrapalha a dentição? Que pode causar problemas de estômago? Dane-se! Na hora da emergência ninguém que ver seu filho ensaiar uma orquestra de choros e berros devido ao sofrimento de um ouvido entupido. A chupeta ajuda muito a aliviar a pressão nos tímpanos.

 

5-      Surpresas- leve um arsenal de brinquedos e distrações das mais variadas! Brinquedos, jogos, livrinhos, ipads com desenhos… O que for necessário. Quando a criança estiver enchendo o saco de um, saque uma novidade da mala! Garantia de mais alegria e silencio. Pelo menos por mais meia hora…

 

André Fran é um dos criadores/apresentadores da série de TV “Não Conta lá em Casa” (Multishow), onde quatro amigos encaram os roteiros mais polêmicos do planeta e semanalmente escreve aqui no nosso blog!

André Fran - 03-05-13

Já dei dicas de como fazer as malas, como escolher seu destino, sugestões de leitura de bordo, de como otimizar sua viagem…. Presumo que agora você, leitor, já esteja devidamente embarcado. Mas, como sou chato, você ainda não está livre de meus pitacos e conselhos. Creio que, mais do que um conselho de valor pessoal este texto em questão tem um valor de utilidade pública. Quase um “Manual de Conduta para o Viajante bem Educado”. Dicas úteis para antes mesmo de chagar ao destino final, onde noções de respeito a culturas diferentes, consumo consciente e ética humanitária podem ser determinantes ao futuro turístico do seu roteiro. Mas isso fica para uma próxima oportunidade (ou post).

Por ora, vamos nos ater ao procedimento do viajante enquanto passageiro de avião.

1-    Bagagem de Mão- Ok, a ordem é viajar gastando pouco e ganhando tempo. Ninguém quer pagar extra ou ter que esperar sua mala horas na esteira. Mas isso não quer dizer que você deve forçar a barra de sua bolsa ou mochila a ponto de extrapolar o SEU espaço no compartimento de bagagens. O seu direito (e educação) vai até onde está o direito (e espaço) do outro. Medida padrão: leve apenas o que pode caber embaixo do seu próprio assento.

2-    Descanso de Braço- Se você estiver na janela ou corredor, um dos apoios é seu e não tem papo. Agora, se você tiver que se conformar com um assento no meio da fileira, aí amigo, se pegar um passageiro mais mal-educado a coisa pode se transformar em uma batalha de cotovelos digna das mais acirradas lutas de MMA. Não há regras ou leis, a solução é engajar o vizinho de poltrona em um papo e abrir a questão definindo abertamente uma regra para o relacionamento involuntário que vocês terão que viver por algumas horas.

3-    Bebê a Bordo- Você pode ser o mais abnegado humanitário, um pacifista condecorado ou um monge budista, nada, NADA irrita mais o ser humano do que uma criança aos berros em um vôo longo. Acredite, eu sei. Para amenizar o desespero (seu), só há uma saída: ponha o fone de ouvido e aumente o volume no máximo. E lembre que o sofrimento do bebê, e de sua mãe, com certeza estão bem maiores que o seu. Tenha um pouco de compaixão, Deus está vendo.

4-    A Lei do Ar- Sabia que desobedecer as ordens da tripulação é crime? Seja abusadinho e o seu destino em vez de Orlando ou Buenos Aires pode ser a delegacia do aeroporto. Ok, guardados exageros ilustrativos, é realmente complicado entender quais regras da aviação são realmente vitais ao funcionamento da aeronave e à sobrevivência de todos os passageiros e quais são apenas frescuras desatualizadas. Porque os pilotos podem ter iPad (os manuais agora não são mais de papel) e eu não posso ler meu ebook antes da decolagem sem tomar cutucão da aeromoça? Na dúvida, obedeça primeiro e questione depois.

Percebi agora que um único post não será suficiente para abordar todas as normas de condutas que precisam se tornar rotina dos viajantes para que os vôos se tornem mais agradáveis ou, pelo menos, mais civilizados. A missão é ingrata mas alguém tem que faze-la. Por isso, aguardem novo post sobre o tema.

 

André Fran é um dos criadores/apresentadores da série de TV “Não Conta lá em Casa” (Multishow), onde quatro amigos encaram os roteiros mais polêmicos do planeta e semanalmente escreve aqui no nosso blog!

Durante a Viagem

Leitura de bordo

18 de abril de 2013 4 Comentários

Eu, em processo de produção do MEU livro. Em breve…).

 

Taí, parece que peguei gosto por essa história de dar dicas de viagem de uma maneira inusitada. Muito mais interessante que carregar na mochila um guia tradicional de suas sei lá quantas mil folhas ou passar horas a fio juntando links de blogs, sites e WikiTravels da vida, é instigar o imaginário com referencias lúdicas como filmes e… livros! Sim, esse será o tema de hoje. Uma listinha interessante de livros que podem transformar os seus roteiros e, mais do que isso, revolucionar a sua maneira de planejar uma viagem!

 

Novamente, não esperem de mim uma lista comum de livros no estilo: “Os Restaurantes mais transados de Paris”, “Os 10 Lugares mais Românticos da Grécia” ou “Cool Places NY”. Isso você encontra às pencas em qualquer livraria de fundo de quintal. A pegada aqui são livros com uma proposta original e uma escrita criativa, capazes de te fazer analisar a viagem sob um novo prisma. Como que perguntando as grandes questões atemporais da humanidade, só que adaptadas em forma de roteiro de viagem. Quem somos? Para onde vamos? E por aí vai…

Um guia tradicional as vezes também pode ser útil.

 

15 países com 15 coisas

A Modern Manual – 15 Countries With 15 Things/ CreateSpace, 2012

 

A proposta do autor Andrew Hyde era passar dois anos viajando por 15 países diferentes da maneira mais frugal possível: com apenas 15 objetos pessoais dentro de sua mochila. Ele prova que mesmo com pouco luxo é possível viver a vida de seus sonhos e que a viagem em si é o grande bem que você pode possuir.

 

O longo caminho de volta

The long way home / Free Press, 2012

 

O ex-ator Andrew McCarthy se encontra em um ponto determinante de sua vida: seu casamento! E isso provoca nele uma série de questionamentos que ele só consegue equacionar caindo na estrada. É escalando o Kilimanjaro, cruzando o Amazonas de barco e no meio das florestas da Costa Rica que ele se descobre como viajante e ser-humano.

 

Com a cabeça na cama

Heads in Beds / Doubleday, 2010

 

Por mais que você seja o tipo aventureiro, não tem jeito: grande parte de qualquer viagem é passada dentro do quarto do hotel. E a qualidade do mesmo é determinante na sua viagem. Esse livro é escrito por um funcionário de mais de uma década de uma das maiores cadeias de hotéis do mundo. E aqui ele entrega tudo que você achava que sabia sobre os bastidores de nossa “casa longe de casa”.

 

Marco Polo não foi lá

Marco Polo did´nt go there / Traveler´s Tales, 2008

 

Os relatos de um escritor de viagens pós-moderno. Rolf Potts ficou conhecido como o Jack Kerouac da era da internet graças a seu estilo solto de escrever e encarra as suas andanças pelo mundo. Literalmente deixando a vida lhe levar, Potts narra aventuras incomuns para o andarilho mais ressabiado. Aulas de sexo tântrico na India, perdido sem água no deserto da Líbia, invadindo o set de um filme de Leonardo Di Caprio na Tailândia são algumas das experiências que só ele poderia contar. Mas que podem servir como um exemplo de como levar a vida (e suas viagens) menos a sério.

 

Alguns desses livros nada óbvios foram os principais responsáveis por mudanças estruturais na minha maneira de encarar minhas viagens, minha forma de escrever e, sem dúvida nenhuma, a minha vida. Espero que alguma delas se torne pelo menos uma agradável leitura de bordo para você.

 

André Fran é um dos criadores/apresentadores da série de TV “Não Conta lá em Casa” (Multishow), onde quatro amigos encaram os roteiros mais polêmicos do planeta e semanalmente escreve aqui no nosso blog!