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Está Chegando Parte 3 – Final

5 de junho de 2014 0 comentário

Foto AF copa

Continuando as duas últimas colunas, chego ao capítulo final desse passeio pelos países que conheci e que estão chegando ao Brasil. Uma análise totalmente pessoal e nada futebolistica. Um pouquinho do que vi de alguns cobiçados destinos turísticos e outros nem tanto.

 

GRUPO G

 

Alemanha- Berlim é a grande referência. Passa por ali a história da Segunda Guerra e algumas das principais referências do país. Mas a Alemanha que me encantou mesmo foi Munique. Com seus parques, rios, centrinho bem pacato e cervejarias a céu aberto. Bem menos urbana, industrial e bem mais agradável de visitar.

 

Portugal- Um país a parte na Europa. Bem diferente de seus co-irmãos e claramente visível a semelhança e ligação entre nossas raízes e povos. Pra quem gosta de história, um prato cheio.

 

EUA- Muita gente pensa que por ter visto em primeira mão algumas das atrocidades cometidas pelos EUA em nome de motivos pouco convincentes eu torceria contra sua seleção e odiaria o país como um todo. Ledo engano. Ser contra o “grande império capitalista” é tão infantil como temer a ameaça comunista em pleno 2014. É bem possível separar a política externa Americana de seu país e seu povo. Adoro o país e já viajei por grande parte de seu território. Beleza natural, inovações tecnológicas e mestres no entretenimento. É uma delícia e super agradável viajar de carro pelas suas estradas e cidades perfeitamente fabricadas.

 

GRUPO H

 

Bélgica- Tirando a Grand Place de Bruxelas, não vi grandes coisas na capital do país. Talvez a má impressão de uma cidade fria e pouco atraente seja em parte causada por um drama pessoal. Símbolo máximo do Botafogo, meu time do coração, o Manequinho é uma estátua de um menininho fazendo pipi e cuja original está justo em Bruxelas. Fui lá dar uma rezada pra que meu time fosse bem no Brasileirão: pois este foi justo o ano que meu alvinegro querido acabou rebaixado.

 

Russia- Em Moscou vi as mulheres mais lindas do mundo. Mas, pra compensar, as mais cafonas. Deve ser parte de alguma espécie de equilíbrio natural. Ou, mais provavelmente, consequência da abertura repentina ao capitalismo na maior nação comunista da história. Loiras monumentais de dois metros de altura, mas trajando agasalhos de marca esportiva em cores fosforescentes. Monumentos grandiosos e magníficos, ao lado de mercados populares coalhados de produtos falsificados e mais desorganizados que um camelódromo na Índia.

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