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Michael Jackson por Leilah Moreno

25 de junho de 2013 0 comentário

LEILAH

 

“Chorar menos, sorrir mais”. Esta é a filosofia de Leilah Moreno, quem começou a carreira ainda criança, dublando Michael Jackson em festinhas na sua cidade natal, São José dos Campos.  Aos 19 anos, tendo aberto shows para grandes artistas e com um CD gravado, entrou para o trio de vocalistas da banda “Altas Horas” do Serginho Groisman,  junto com Jackeline Ribas e Graça Cunha.

No ano seguinte, estrelou o seriado da TV Globo “Antônia” que mais tarde viraria um filme. Selecionada para o elenco do musical Hairspray, em 2009, a cantora e atriz foi diagnosticada com leucemia. A doença infelizmente a afastou do projeto, mas não da carreira. Depois do tratamento, Leilah entra para o elenco da novela global “Aquele Beijo”.

Atualmente, a artista viaja com o seu novo show Neon Especial Tour, e conta para a gente um pouquinho da sua trajetória, das suas influência e da sua admiração pelo rei do POP.

Quem é seu maior ídolo? Por quê? 

MICHAEL JACKSON! foi por causa dele que descobri minha vocação e meu talento aos cinco anos de idade. Sem dúvida ele foi responsável pelo meu despertar artístico. Ele é e sempre será minha maior e melhor referência.

É verdade que voce queria ser “Michael Jackson” quando crescesse? Por quê? Qual a influência do  rei do pop em seu trabalho? 

Sim, comecei minha carreira dublando Michael em festinhas quando fazia parte de uma trupe em São josé dos Campos. Ouvia dia e noite todos os discos dele. Cantava qualquer música de trás para frente e possuo uma coleção invejável de CD, DVD, K-7, vinil, revistas, tudo da época que tive um fã-clube infantil dele. Fui completamente influenciada pelos passos, ritmos e a magia Michael Jackson.

Você já participou de um programa de calouros, integrou uma banda na televisão e outra no cinema, cantou nos palcos dos teatros e das casas noturnas, Dentre todas estas experiências, qual mais te realiza?

O palco! Talvez porque eu precise de resposta imediata. Sou apaixonada por qualquer tipo de arte em que eu tenha que me expressar. Os outros trabalhos posso fazer e assistir em casa sentada no sofá. Já no show, gosto quando tomo atitudes ou mudo a sequência por conta da empolgação do público. Não existe nada mais empolgante do que começar a cantar e imediatamente ouvir os gritos e a plateia cantando junto.

Qual foi a lição que você levou para a sua vida após ter se curado de leucemia em um momento de tantas oportunidades profissionais?

Continuar fazendo o que eu amo, continuar sorrindo muito, continuar a viver intensamente e deixar de me preocupar com o que os outros pensam. Pensar mais em mim. A cura nos aproxima de nós mesmos. Toda reclusão torna-se uma reflexão e eu tirei o bom disso.

 

Para conhecer ainda mais sobre a vida da Leilah Moreno, basta ler a entrevista, na íntegra, que ela deu para o jornalista Vitor Cardoso e que você encontra na nossa revista de bordo, em todos os nossos voos!

 

 

 

 

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