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Sucesso de público e crítica por sua interpretação como o “Velho Guerreiro”, o ator fala com exclusividade sobre a nova turnê de “Chacrinha, o musical”

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Um dos atores de maior sucesso da televisão brasileira, Stepan Nercessian manteve-se, por opção própria, longe dos palcos por mais de dez anos. À época de sua decisão radical, ele declarou: “só volto para um projeto especial”.

Dito e feito: a oportunidade de trabalhar no teatro com o diretor – e seu amigo pessoal – Andrucha Waddington marcou não só a volta de Stepan aos palcos, mas também uma interpretação que foi chamada de a “reencarnação de Chacrinha”, considerado um dos maiores ícones da história da comunicação brasileira.

O sucesso foi tanto que ele topou dar continuidade ao projeto. A segunda turnê de “Chacrinha, o Musical” já passou por cidades como Belo Horizonte, Recife e Brasília e, ainda esse mês, chega a Porto Alegre e Curitiba.

Com exclusividade ao Blog da Avianca, o ator fala sobre a experiência de voltar aos palcos – mais uma vez – para dar vida à Chacrinha.

 


 

Blog Avianca: Em 2014, na ocasião das primeiras apresentações de “Chacrinha, o musical”, o senhor disse que “só voltaria [aos palcos, depois de 10 anos] se fosse para participar de um projeto muito especial”. O que há de tão singular nesse espetáculo que fez com que o senhor retornasse até para uma segunda temporada?

Stepan Nercessian: O mais especial é o próprio Chacrinha. O maior comunicador de todos os tempos do rádio e da TV brasileira. Morto há vinte e sete anos, continua insubstituível. Poder trazer a memória desse gênio para os dias de hoje é muito especial. Apresentá-lo às novas gerações, mais especial ainda.

Blog Avianca: Em entrevista ao jornal O Globo, o senhor comparou interpretar Chacrinha com “fazer Hamlet” [famoso personagem de Willian Shakespeare]. Como é o seu processo criativo para compor um personagem dessa complexidade?

Stepan Nercessian: Procurei não imitar o Chacrinha e sim compreender o Abelardo Barbosa com toda sua complexidade. Além do “palhaço” Chacrinha existia o pai de família, o profissional exigente, o artista revolucionário e temperamental. Foi isso que fiz: um Chacrinha de dentro para fora.


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“O mais especial é o próprio Chacrinha. Apresentá-lo às novas gerações, mais especial ainda”

Blog Avianca: Como é trabalhar com o diretor Andrucha Waddington?

Stepan Nercessian: Já éramos parceiros no cinema: Os PenetrasRio Eu Te Amo. No teatro a parceria continuou. O Andrucha é um talento raro. Um jovem com a sabedoria de um veterano. Nosso espetáculo é teatro audiovisual. E isso ele sabe fazer melhor que ninguém. O Andrucha não prende, ele liberta.  Sou muito grato a ele.

Blog Avianca: O que o público das cinco capitais pelas quais passa o espetáculo pode esperar dessa nova turnê? Que surpresas vem por aí?

Stepan Nercessian: O que foi mostrado no Rio e SP será mostrado pelo Brasil. O que temos é um dos mais belos espetáculos musicais de todos os tempos. Elenco primoroso, produção esmerada. Quem for ver, vai viajar, curtir, ser feliz e voar. Como temos viajado com a AVIANCA. E olha que o Chacrinha odiava avião. Mas agora: roda, roda, roda e avisa!

Culturais

Voltando as origens: Música virou Música

2 de julho de 2015 0 comentário

Numa determinada época de minha vida, como todo bom cultuador dos anos 60, flertei com o orientalismo e acabei mergulhando fundo na filosofia ZEN.

Em uma das primeiras lições comentava-se que: ”… quando você não entende o ZEN, as árvores são árvores e as montanhas são montanhas, quando você começa a entender e estudar o ZEN as árvores são montanhas e montanhas são árvores, quando você compreende o ZEN as árvores novamente são árvores e as montanhas são também, novamente, montanhas… ”.
Transportando este ensinamento para a atual situação da música, que passou por um momento de tanta divagação sobre o seu futuro, a conclusão é bem simples, ou zen: a música voltou a ser música, ou seja, a dúvida deve ser transportada para a questão: o que sobrou do disco no formato que ficou conhecido convencionalmente?
Sou da era do vinil, ou pior, do compacto, quando uma música era uma entidade única e independente e quando vários singles ou compactos se juntavam , resultando em um disco de sucesso. Todos já devem ter visto nos porões de suas casas ou dos seus avós aqueles pesados discos de 78 rpm, que só continham uma música e sua vida útil dependia de quantas vezes fosse executado no toca discos, portanto, voltamos ao passado e a música virou música novamente, sem disco de longa duração, ou um suporte material definido.
O disco agora, em sua maioria, é virtual; a democracia digital permite a cada um criar seu próprio disco, sua própria rádio, sua seleção que pode durar os muitos giga do mais sofisticado player. A indústria do disco se matou com a ganância que ela própria inventou, sobrou o indomável, o resultado final do sonho do artista, sua pequena partícula abstrata de se expressar, uma música que de nada mais depende, ou seja, só depende do ar para existir!

Mas o que isto te a ver com o nosso assunto?

Tudo, pois muitas bandas me procuram perguntado sobre os caminhos do sucesso, ou de um lugar ao sol dentro do mundo musical, mas como tudo, a reposta está dentro do próprio artista.

Estamos começando do zero, um artista poderá ser aquele do single digital, do LP conceitual, do novo CD, ou exótico ao ponto de lançar um Cassete. A chamada “Cauda Longa”, já é uma realidade da Internet; vamos celebrar e alimentar isso. Só não podemos ter medo do agora, nem cultuar a nostalgia, nem esperar que o futuro nos redima!

Gastronomia

Rio Burger Tour

26 de junho de 2015 0 comentário

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Depois da onda das temakerias, das iogurterias e, mais recentemente, das gelatterias (sorveterias metidas a chique) parece que o queridinho dos chefs é o bom e velho hamburger! A moda agora no Rio e no Brasil são as hamburguerias!

Sendo assim, eu e mais uma confraria de amigos glutões nos reunimos com o objetivo de fazer análises divertidas e criteriosas desses grandes expoentes burgerísticos de nossa cidade. Na verdade, o objetivo é se empanturrar de hamburger, mas tudo bem. O resultado acabou virando o Instagram @RioBurgerTour, onde depositamos belas fotos e nossas críticas sinceras, por vezes duras ,mas sempre bem-humoradas!

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Para vocês terem uma noção desse árduo trabalho, segue nosso Top 3 até o momento!

Meating Homemade Burgers (Gávea)
O hamburger, ponto central do tipo de sanduba em questão, deixa um pouco a desejar. A suculência orgásmica está lá, mas meio aguado e de sabor pouco marcante (retrogosto fraco). O pão é saboroso na medida certa, não ofuscando a harmonia do “prato” e contribui muito para o sabor geral da refeição. Amarelo, gostoso e fofo como um filhote de labrador. O queijo, apesar de ser um esnobe Ementhal, poderia ter mais personalidade, parece um mero acompanhamento obrigatório. O bacon caramelado e curado no whisky Jack Daniels é delicioso e eleva a nota geral, mas poderia contribuir ainda mais se tivesse presença mais generosa e não uma mísera tirinha depressivamente solitária. O molho é interessante e bem servido. O tamanho não é grande de assustar mas é suficiente para deixar o comensal satisfeito. Ah, apesar de não entrar na avaliação, os milk-shakes de “pumpkin” (a boa e velha abóbora) e “cheesecake” nos fizeram gemer de prazer tão alto que fomos expulsos da casa por atentado violento ao pudor.
Nota: 7,1

– Puro Restaurante (Jardim Botânico)
Nossa renomada equipe de especialistas foi conhecer hoje o Puro, no JB (RJ). Sei que nossa missão é exclusivamente focar e destrinchar os mistérios dos burgers cariocas, mas é impossível não mencionar a decoração, atendimento e, principalmente, a apresentação dos pratos. É tudo tão bem pensado e perfeito que a própria cozinha do estabelecimento fica à mostra. E uma casa tem que se garantir muito pra exibir sua cozinha. Porque todo mundo sabe, né? Cozinha de restaurante é que nem passado de mulher: se você conhece, acaba não comendo. Mas vamos às burguesas.
O Puro Burger é bem servido, o pão é macio e saboroso, o tomate vem cozido e temperadinho, as cebolas são caramelizadas, a carne é bem alta e vem no ponto certo, até o queijo mineiro, que poderia ser simples, tem sabor especial. Única observação talvez seja a ausência de um molho especial para dar uma graça.
Um burger correto tem que ter uma presença maior (tamanho x-large! Não regulem miséria, burger chefs!) e um gourmet burger precisa ter uma graça a mais (#ficaadica).
Nota: 7,7

– Hellish Pub (Tijuca)
Tamanho que impressiona e sabor do hamburger digno de um churrasco nos pampas! O pão é generoso mas podia puxar um pouco mais no sabor (mtas hamburgerias consideram o pão um mero invólucruo do sanduíche-iche-iche). O queijo é derretido no ponto e vem em quantidade, um charme especial para esse ingrediente fundamental do clássico x-burgui. Tem que ser aquela lava amarela derretendo-se para fora, tal e qual nos anúncios de burger americanos. Os acompanhamentos variados e bem feitos (com direito a Onio Rings do tamanho do pneu de um pequeno veículo automotor) tornam esse espécime de burger um verdadeiro caso de amor!
Nota: 8,0

– Hamburger do Kabeça: esse é só para convidados. Em se tratando de hamburger não poderia deixar de mencionar o cheeseburger do meu amigo Ricardinho Cabeça. Economista metido a chef, ele recebe um seleto grupo de amigos em sua piscina e prepara na churrasqueira um hambúrguer que leva gema de ovo, cebola, molho inglês e queijo ementhal entre outros ingredientes secretos. O tamanho é grosseiro (não cabe na boca) e o sabor é incomparável! Mas, como eu disse, é só para VIPs: vocês vão ter que confiar na minha palavra. 😉

Nota: 10!

Se quiser conferir mais dicas, fotos e reviews divertidíssimos: @RioBurgerTour! 😉

 

Foto: Antônio Gaudério/Folhapress

Foto: Antônio Gaudério/Folhapress

Fala pessoal, seguidores e apaixonados por viagens!

 

Hoje eu resolvi contar para vocês um pouco do meu início de carreira, com algumas passagens engraçadas e vivências que tive no São Paulo. Cheguei na cidade grande em 1994, vindo emprestado do XV de Jaú, time do interior do estado, para um mundo totalmente diferente. Foi tudo muito bacana desde o começo, só de chegar nessa cidade e viver ali no Morumbi já era uma experiência fantástica (naquela época não existiam as instalações de Cotia, onde fica a base atualmente).

 

Foi no São Paulo que eu tive a minha primeira experiência internacional. Eu nunca havia saído do Brasil e logo que cheguei no clube, fomos para uma expedição em Dallas, nos Estados Unidos, onde disputamos a Dallas Cup. Foi muito legal, uma experiência única poder jogar e ainda ser campeão como melhor jogador, podendo participar e fazer um gol na vitória contra o Milan, quando ganhamos por 2 a 1.

 

Eu cheguei em Dallas uma semana antes do torneio. Era minha primeira viagem para o exterior e eu tinha de 17 para 18 anos, sempre tive aquela curiosidade, desde criança, de chegar em um país diferente e conhecer uma cultura nova… Então saí para conhecer os restaurantes dos Estados Unidos, os parques, e passeei bastante. Uma curiosidade bacana foram os rodeios, eu como um garoto do interior, sempre conheci bastante sobre o assunto, então pude visitar e aproveitei para conhecer os famosos rodeios de Dallas, que tem uma cultura totalmente diferente do Brasil. Eles são muito fanáticos por isto lá no Texas. Quem realmente gosta de um bom rodeio, de uma música country, não deixe de conhecer Dallas.

 

Depois dessa viagem, em 1995, fui convocado para a Seleção Brasileira Sub-20 para disputar o Pan-Americano, que foi disputado em Mar Del Plata, na Argentina. Essa foi a minha primeira viagem sul-americana. Lá é uma cidade linda demais, que tem uma qualidade de vida e um clima maravilhosos. Infelizmente acabamos perdemos na final para a Argentina, mas mesmo assim ficou marcado para mim, por ser o meu primeiro destino na América do Sul e por me proporcionar conhecer uma cultura bem diferente da nossa. Depois disso fui para vários lugares, como Colômbia, Bolívia, Equador…

 

Bom, mas voltando ao assunto do início de carreira. Eu pude aprender muito no São Paulo, realmente foi um momento de fortalecimento de caráter e de profissionalismo. Com 18/19 anos eu já era titular do clube, onde fiquei durante cinco anos e meio. Foi muito importante o tempo em que morei nas instalações do São Paulo, pois tinha um convívio muito bom. O princípio de carreira foi com o grande Telê Santana, que me deu muitas dicas e muita disciplina, com os horários para chegar e sair, as regras que tinha dentro do clube, dentro da base, e isso foi muito bom para minha formação profissional. Lá fiquei muito amigo de atletas como o Fabiano, Dodô, Bordon, Sidney… E tinha o França, que é um dos maiores artilheiros da história do São Paulo. Morei dois anos no CT junto com ele e sempre demos muita risada.

 

Um dos episódios engraçados do França foi uma vez que ele foi a uma loja de um patrocinador de roupas, que ficava na Rua Clodomiro Amazonas, no Itaim. Só que não existia GPS e nem nada. Então o França saiu da Barra Funda (onde fica o CT do São Paulo) e foi sozinho para a loja. Só que no trajeto, ele fez um retorno errado e foi parar de volta lá na Barra Funda. Ele teve que fazer o caminho todo novamente, pois não sabia muito bem andar em São Paulo.

 

Da mesma forma que não tinha GPS, não existiam joguinhos, redes sociais, internet ou smarphones. Então nós tínhamos que nos virar nas concentrações para passar o tempo. Fazíamos brincadeiras mesmo. Naquela época tinha o Denilson e o Bordon, que eram caras muito engraçados. As vezes o Bordon comprava bichos empalhados para fazer pegadinhas com o pessoal. Uma vez nós fomos para Assunção, no Paraguai, e ele comprou uma aranha empalhada. O cara conseguiu assustar todo mundo do time.

 

As vezes ele se escondia dentro do armário com máscaras, com disfarce de monstro e essas coisas… Aí a gente pedia para algum novato no clube buscar uma chuteira ou algo e o Bordon já dava um baita susto, era uma espécie de batismo aos mais novos.

 

Foram momentos extraordinários com o França e todos os outros companheiros também, como o Marcelinho Paraíba, o Álvaro, Fábio Aurélio, Edu… Foi uma grande geração. O São Paulo não ganhou muitos títulos, apenas dois Paulistas, mas foi uma época de formação de grandes jogadores.

 

E em relação às viagens, realmente é muito diferente quando você está em início de carreira, pois tudo é muito novo, você não quer nem saber se vai ficar quatro ou cinco horas esperando uma conexão, ou quanto tempo vai durar o seu voo, se vai de classe econômica ou business. É sempre uma experiência diferente, em busca das novidades. Você acaba conhecendo uma nova realidade, novas culturas, novos povos, novas culinárias e bebidas, novos lugares… E isto trás uma experiência cultural fantástica para aqueles que levam o futebol a sério e procuram aprender e sugar o máximo de informações e coisas novas e boas para a vida. Então a dica que eu deixo é para aproveitar sempre, buscar conhecimento e não deixar passar este tipo de oportunidades, pois viajar é bom demais, mas aprender nestas viagens é melhor ainda!

Culturais

Petiscos Musicais

20 de Abril de 2015 0 comentário

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Há tempos venho falando sobre a necessidade de ritualização em relação a musica, não bem a musica em si, mas o seu suporte, ou seja, aquilo onde ela esta gravada! Do acetato ao cd e hoje um mero arquivo digital. Apocalípticos confundiram o fim do suporte “físico” com o fim da musica, mas todas estas discussões são intensas e não dá para si falar nisso em poucas palavras. Na verdade quero dizer que a indústria do disco (em alguns países) vem se esforçando em resgatar estas que chama ritualizações de alguns grandes discos que continham grandes musicas do mundo pop.

Por aqui a gravadora “Music Brokers”  é um exemplo disto, lançando vários petiscos para atrair, primeiro, os antigos adoradores e também  as novas gerações que costumam ler a história com a atenção necessária.

Veja o exemplo do  grupo The Doors que  é uma das bandas mais complexas e indispensáveis da historia do rock; e tornou-se não só uma banda seminal do gênero, mas também uma fonte de inspiração para inúmeros artistas. No entanto, apesar de sempre envolta em uma mítica reforçada pela imagem icônica de seu vocalista Jim Morrison que tinha toneladas de carisma, é, sem duvida, um grupo muito mais falado do que ouvido nas últimas décadas. Apesar de alguns hits musicais mundiais, a obra densa e extensa da banda é pouco conhecida e principalmente entendida.

Por isso mesmo a coletânea THE MANY FACES OF THE DOORS é uma oportunidade única de destrinchar a complexa filosofia do The Doors. Dividida em três CDs, esta compilação traz as chaves para abrir as portas da percepção criadas por esta banda incrível; entramos no mundo secreto da banda, com faixas raras, projetos paralelos de seus membros, remakes e também, algo interessantíssimo e raro neste tipo de coletânea: as raízes musicais do grupo. É um álbum único, que já está sendo elogiado pelos exigentes fãs do grupo em todo o mundo.

A coletânea traz uma arte de capa belíssima e que sintetiza o espírito do disco; uma seleção de músicas que levou alguns anos de trabalho para ser reunida com o objetivo de garantir a coerência da obra e um trabalho de remasterizarão para garantir um som de qualidade.

O primeiro CD contém projetos dos membros da banda: Ray Manzarek (um dos mais complexos tecladistas do rock), Robbie Krieger (o guitarrista virtuoso e de estilo único que compôs o maior hit da banda “Light My Fire”), o baterista John Densmore que mostra seu lado jazzístico e a melhor surpresa que é a presença do filho de Jim Morrison, Cliff, que sem dúvida herdou a voz do pai; é ouvir para crer!

O segundo CD é de covers e vai se tornando um álbum divertido e fácil ouvir, trazendo uma série de surpresas maravilhosas. Como exemplo, a dupla Raveonettes, transforma “The End” em algo curto e radiofônico sem mutilar a densidade original, além das contribuições de mitos do rock como Ian Gillan (vocalista do Deep Purple) e Rick Wakeman fazendo juntos “Light My Fire”, ou Edgar Winter com a belíssima “Crystal Ship”.

No CD 3, as raízes da banda; um álbum de originais de blues e R&B que fizeram a formação dos membros do The Doors; algo belo e temporal para reforçar que o blues é origem de tudo que ouvimos na música pop contemporânea. Os nomes presentes neste terceiro disco dispensam apresentações: Howlin Wolf, Muddy Waters, Robert Johnson, Billie Holiday e John Lee Hooker que ultrapassam a definição de músicos; são pilares que fazem parte de qualquer construção musical de qualidade.

THE MANY FACES OF THE DOORS não é só um disco, é um caminho de aprendizado e surpresa, uma descoberta ou um dicionário para entender a complexa música do grupo The Doors.

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Aqui no Blog, nós já destacamos alguns dos principais pontos turísticos de Recife, que você pode conferir aqui e aqui. Mas hoje, vamos contar um pouco mais sobre um dos lugares mais interessantes da capital pernambucana: O Forte de Brum!

Datado de 1630, o Forte remonta a história de Recife, desde os tempos da Capitania de Pernambuco. Seu nome é uma referência à Johan de Bruyne, então presidente do conselho político de Olinda. Naquela época, a região sofria muito com invasões de ingleses, holandeses e franceses, em busca da grande oferta de pau-brasil, algodão e açúcar, que a região produzia. Entre as idas e vindas de domínio holandês e português, foi construído o Forte de Brum que equipado com 7 canhões de diferentes tamanhos,  foi muito importante para manter a segurança e a estabilidade da recife.

Por sua relevância na história do Brasil, foi tombado pela Secretaria de Patrimônio Histórico e Artístico Nacional. Hoje, ele é mantido pelo exército, e abriga também uma capela e um museu com fotos, armas e fardamentos que homenageiam a história de luta dos soldados nordestinos.

Conheça um pouco mais sobre a história do nosso país e ainda curta tudo que Recife tem para oferecer!

Aproveite nossos voos partindo de: São Paulo, Rio de Janeiro, Salvador, Brasília e Petrolina, que ligam Recife a outras 15 cidades no Brasil!

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Como disse no enunciado de minha última coluna, é difícil comprimir, organizar e sintetizar um roteiro de viagem pela maravilhosa região da Toscana, na Itália. Dei uma pincelada rápida no texto anterior (AQUI) mas, obviamente, impossível ser 100% completo ao escrever sobre uma viagem por mais de uma dezena de cidades, museus incríveis, restaurantes deliciosos, vinhos, cidades medievais, obras de arte… Por isso, resolvi dedicar essa coluna apenas aos restaurantes maravilhosos que conheci nas diversas cidades que visitei pela Toscana!

Restaurantes:

Cacio e Pepe- o restaurante fica no simpático bairro cool de Trastevere e seu destaque é o tradicional prato italiano: Cacio e Pepe, o macarrão com queijo e pimenta. Parece básico, mas o preparo impecável mostra como é possível

 

Trattoria Mario- Uma típica trattoria italiana no coração de Florença. Salão pequeno e abarrotado de clientes espalhados pelas mesas comunitárias. Faz parte da tradição do lugar esperar na fila do lado de fora (que anda rapidinho). A decoração mostra a paixão dos donos e cozinheiros da casa pelo time local, a Fiorentina. A cozinha ocupa o canto do salão, onde é possível ver os simpáticos chefs cozinhando bistecas de 1 kg e tirando fotos divertidas com os clientes. Cardápio simples e experiência tradicional e imperdível.

Osteria Spirito Santo- Uma osteria super rústica em uma parte moderninha de Florença. Ambiente parece casa de uma vozinha, com pratos de tamanhos variados, paredes descascando contrastando com quadros modernos. O nhoque com queijo gratinado vem fumegando e uma das grandes atrações da casa. O preço é justo e a meia porção dos pratos é IMENSA!

Gelateria Dondoli- San Gimignano é uma das cidades favoritas de quem passa pela Toscana. Uma pequena e aconchegante cidade medieval, espetada por diversas torres (é conhecida como a “Manhattan Medieval”), uma praça central que parece uma viagem no tempo e… o melhor sorvete do mundo! As casquinhas variam de $2,50 a $5,00 (gigante e com cobertura de chocolate e amenoim) e os sabores fogem ao creme ou morango tradicionais e são mais na linha: Gorgonzola, Açafrão com Mel, Chocolate Branco com Pimenta… e a tradicional Nutella! A sensação é de morder uma saborosa nuvem que derrete na boca.

Fries Trastevere- Essa é pra larica da noite. Frequentado pelos jovens que saem e seguem para diferentes casas noturnas, essa lanchonete que serve apenas batatas fritas em um saquinho em formato de cone consegue se destacar. Um: pelas batatas fresquinhas feitas na hora no ponto certinho, dois: pela variedade de molhos (mais de 50 tipos). Vale a pena pra comer sentado na calçada vendo o povo italiano passar em um fim de noite qualquer.

Divina Pizza- Pizzaria familiar feita só com produtos orgânicos de produtores locais. Sabores variados e combinações criativas. Assim como diversas casas italianas, um restaurante familiar comandado pelo pai (cozinha), filho (ajudante de cozinha) e a Mãe (atende com simpatia contagiante os clientes e apresenta o perfil da casa e as variedades incríveis). Melhor pizza que comi na Itália.

Foquei mais nas diversas dicas e não me dei ao trabalho de colocar os endereços ou sites porque viajante que se preze sabe mexer no Google e GPS, né, gente? 😉

 

Culturais

A música virou artesanato; ainda bem!

17 de Março de 2015 0 comentário

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Passei grande parte da minha vida dedicando-me à música em todas as suas formas: da criação à expressão; com uma dose de empirismo e outra grande dose de academicismo, o que me deixa a vontade para não merecer o título de um músico frustrado que divaga ressentimentos sobre música dos outros. De produtor a divulgador, ouvi toda sorte de absurdos e coerências que a minha formação de comunicador pôde apreciar com a distância semiótica necessária. Se esta introdução parece hermética ou fugaz, o sentido é só resumir que sob minha ótica, vivemos no melhor de todos os mundos da realidade musical. Nunca foi tão fácil produzir, gravar e distribuir música; some a isto, ainda, a facilidade de ter um instrumento e um lugar para ensaiar.

Mas o fato dessas facilidades criar a imobilidade é outro problema; sempre afirmei que não há nada mais apavorante em escrever uma redação quando o título é “Tema Livre”. O que acontece hoje é simplesmente isso: ter “meio”, e não ter “mensagem”. Procurado por centenas de bandas, raramente fui surpreendido e mais raramente ainda respondido quando fazia a simples questão: “Qual sua intenção?”.

Impossível começar algo sem atitude ou coragem; na minha adolescência, fiquei na dúvida entre o visual e o sonoro, ou seja, amava fotografia e fui estudar muito sobre o assunto, até que um dia um professor definiu: “Fotografar é ter coragem!”. Isso me fez ver que não há nada mais direto do que você “roubar” a imagem de algo de uma forma tão explícita e no mundo onde praticamente todo mundo tem uma câmera na mão, quantos têm ideias na cabeça? Será que temos a noção do nosso poder atual de produção?

Voltando à música, que acabou sendo meu caminho, ainda que tortuoso, durante os últimos 40 anos, tenho visto surgir selos cada vez mais interessantes e com produções que beiram o artesanal, tudo emocionante e maravilhoso; surgem sites musicais interessantíssimos, surgem lugares para tocar, inúmeras bandas, rádios online, enfim toda sorte de meios, com um único defeito: pouca interação entre si; não digo algo do tipo “brodagem” (abominável palavra), que no Brasil é um sinônimo para definir a subserviência entre os membros do mesmo “clubinho”; discordar é preciso, assim como criticar, portanto, o que falta aqui é a chamada ”cena”. O segredo da Internet foi criar um protocolo que permitiu os mais diversos tipos de computadores falarem entre si, mas aqui os pares não falam entre si, competem migalhas; triste realidade, enquanto os estabelecidos propagam sua estética pobre e vazia.

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Esta busca por uma “cena”, essa valorização do esforço individual para que ele se torne um caminho de um coletivo é o que devemos buscar na cultura brasileira. É preciso incorporar um novo herói que venha repleto com a palavra que falta na maioria do meio musical atual: “atitude”; algo que se tem ou não, que não se compra, não se finge, não está nos adereços, está na alma…

Destinos

As cidades mais espertas do mundo.

12 de Fevereiro de 2015 0 comentário

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Um site que analisa desenvolvimento social de cidades e países, o ICF (Inteligence Comunitty Forum) fez um levantamento recentemente das cidades mais espertas (smart) do mundo. O que qualifica uma cidade como esperta, você deve ter se perguntado como eu me perguntei. Indo mais a fundo descobri que esse grupo de analistas com sede em Nova Iorque analisa aspectos sócio-economicos, políticos, segurança, liberdade online, atrações turísticas… etc.

Os vencedores mais recentes foram Estocolmo, na Suécia, e a cidade escocesa de Glasgow e, pela primeira vez, uma cidade brasileira entrou na lista anual do grupo: o Rio de Janeiro, abocanhando um honroso sexto lugar. O vencedor dessa edição foi a cidade de Arlington, na Virginia (EUA). O que a alçou a essa posição foi principalmente a sua vocação para tecnologia, participação popular e diálogo com o terceiro setor. Outras cidades de destaque na lista e o motivo que as colocaram lá são…

 

Columbus, Ohio (EUA)- ficou em segundo lugar na lista devido a sua vocação para atrair recém-formados de qualidade e por abrigar o maior número de empresas Fortune 1000 do que qualquer outra cidade americana.

Ipswich (Austrália)- o foco da cidade é o digital. Um planejamento que já antevê ações com 20 anos de antecedência promete tornar a cidade ainda mais conectada e um hub para empresas e profissionais da área. Tudo isso entrelaçado com o desejo de ser a comunidade mais sustentável da Austrália.

Mitchel (EUA)- o foco aqui é a agricultura aliada a avanços de telecomunicação e digital. Mitchell mostra que comunidades agrícolas também podem ser modernas e conectadas com o futuro.

New Taipei (Taiwan)- a cidade foi criada em formato de rosca ou pneu, como preferirem. O acesso rápido a qualquer ponto, as estradas sem transito e que facilitam a circulação de pessoas e mercadorias é a base para que essa jovem cidade (fundada em 2010) esteja despontando na região.

Rio de Janeiro (Brasil!!!)- O Rio entra na lista na esteira do sucesso como sede da Copa do Mundo de Futebol em 2014 que já precede uma Olimpíada ano que vem. As obras que pretendem solucionar o problema de transporte na cidade e diversas e criativas inovações sociais ligando favela e asfalto foram os fatores que levaram a cidade a figurar na lista.

Dicas de ViagemNo Aeroporto

No more FILAS!

5 de Fevereiro de 2015 0 comentário

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“Você deve encher o saco de viajar tanto, né?” É uma das perguntas que mais me fazem quando descobrem que ganho a vida fazendo (entre inúmeras outras coisas –como escrever essa coluna-) um programa de viagens para a TV. E a resposta é sempre a mesma: Não, eu nunca me canso de viajar. Adoro conhecer novos destinos, povos, culturas… Criar novas histórias, experimentar novas comidas, passar perrengues inusitados… Mas, para ser bem sincero, tem uma parte de viajar que não me incomodava tanto mas que, depois de encarar por mais de 5 anos uma rotina que envolve mais de 40 vôos por ano, começa a ficar cada vez mais insuportável. Pouca gente leva em consideração na hora de escolher seu destino de viagem ou seu roteiro de férias, mas a quantidade de horas que você vai passar esperando em Salas de Embarque, aguardando sua bagagem, fazendo hora entre uma escala e outra… se acumulam somando as horas mais desagradáveis de uma viagem.

Se não bastassem esses desagradáveis, porém inevitáveis momentos, ainda tem gente que consegue transformar em um suplício (para quem está atrás dela) detalhes corriqueiros e que poderiam passar despercebidos: as filas de segurança. Sabe aquela filazinha antes de você passar sua bagagem de mão no raio-x e cruzar um simples detector de metais? Pois é, coisa rápida, né? Nem sempre. Tem gente que ignora e rasga todas as regras de bom senso e consideração com o próximo e transforma algo que poderia levar 10 segundos em um procedimento digno de prisioneiros ingressando em Guantánamo. Então, seguem algumas dicas para tornar a sua (e a minha) vida mais fácil.

  • Tenha seus pertences à mão

Nada mais irritante que aquela pessoa que passa 5 minutos na fila olhando pro nada ou falando no celular e deixar para começar a catar carteira, headphone, mochila… na hora de ser atendido!

  • Lembre-se de tirar cinto e sapatos

Se puder ir de chinelo ou sapatos sem cadarço, melhor. Foi-se o tempo que havia um “código de vestuário” para andar de avião. Mas, se não for possível, ao menos desamarre os cadarços e descalce a parte de trás para ganhar tempo. E vai tirando o cinto durante o caminho, amigão. Suas calças não vão cair.

  • Moedas apitam no raio-x

Sim, elas apitam. Esvazie os maldito bolsos. Não passe no raio-x, volte, fique se perguntando o que apitou, busque no casaco, na mochila… É o troco do pão de queijo frio que você comeu uma hora arás e esqueceu no seu bolso!

  • Casaco

Não, não pode passar vestindo casaco. Não deixa para perguntar para a atendente. Se está na dúvida, porque não tire logo meu amado Jesus? Ninguém morre congelado por ficar sem casaco dentro de um aeroporto climatizado por alguns míseros minutos.

  • Líquidos

Shampoo, higienizador bucal, cremes hidratantes… Se você vai passar pouco tempo fora, não precisa mais do que a quantidade permitida. Se vai morar fora, pode comprar quando chegar ao seu destino. Ou seja: levar mais do que o mínimo permitido é um sinal clássico de estupidez!

  • Laptop

Não tente bancar o espertinho e não retirar o laptop da mochila pó preguiça. Ele vai ser identificado, você vai ter que retira-lo da mochila e vai atrasar a fila para todos os seus companheiros de fila. Se é um saco perder tempo com essa mis encene, imagina para o coitado atrás de você que está sem laptop me tem que esperar o dobro do tempo porque um babaca preguiçoso quis ser mais malandro que a malandragem.

  • Afaste-se

Quando você chega ao fim da escada rolante você para pra amarrar os sapatos? Então, porque parar no meio do caminho (e vestir casaco, calçar sapato, botar cinto…) atravancando toda a fila? Afaste-se e faça seus arranjos pessoais em lugar seguro e que não atrapalhe os demais. Bom senso é vital para a vida e sociedade.

Eu garanto que, se você seguir todas essas regras, passará a economizar preciosos minutos durante esse enfadonho processo de segurança. O que, no somatório de um ano viajando, pode equivaler a uma volta em uma Montanha Russa na Disney, uma saideira em um barzinho em Salvador, ou até mesmo o tempo necessário para você não perder seu próximo vôo.

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A melhor maneira de conhecer um país a fundo é interagir com os locais. Em tempos antigos, isso era quase que uma parte intrínseca do ato de viajar. Você invariavelmente tinha que pedir informações, direções, tinha que conhecer pessoas da área para saber os melhores detalhes de seus roteiros, muitas vezes entrava em contato com um guia para apresentar um roteiro especial… Mas, com o advento da tecnologia, especialmente da internet móvel, todas essas necessidades e funções começaram a caber na palma da mão. Mapas, roteiros, dicas locais, informações de trânsito, moeda, idioma… Tudo isso estava disponível através de apps nativos de qualquer aparelho ou gratuitos e a distância de um clique.

Hoje em dia você pode comprar sua passagem, reservar o hotel, criar um mapa de atividades, calcular o troco, traduzir placas.. tudo isso de forma quase instantânea com seu aparelho celular pessoal. A praticidade foi ganhando lugar da interação pessoal tão importante e necessária. Uma viagem de mochilão em que você não precisa falar com ninguém, um jantar romântico em que o casal não tira os olhos de suas telinhas iluminadas, um roteiro dos sonhos registrado em muitas fotos no Instagram e poucas memórias de verdade. Mas eis que, para nossa surpresa, a própria tecnologia começa a tentar buscar a solução para essa questão.

Alguns sites e apps estão sendo criados para promover essa interação pessoal que tanto faz falta no mundo acelerado, otimizado, prático e insensível de hoje.

Swap and Surf- troca de casas no estilo airbnb só que entre surfistas. A ideia é não só ter um local para ficar em sua viagem mas também contra com um amigo para lhe apresentar os melhores picos para pegar onda no local.

EatWith- sensacional ideia onde em vez de ir comer em um restaurante tradicional, você pode escolher jantar na casa de um chef local, cozinhando em sua própria cozinha e apresentando alguns dos menus típicos de sua cidade.

Spinlister quer fazer trekking, andar de bicicleta, fazer snowboard? Alugue o equipamento direto de um local que vai poder te dar dicas, orientar detalhes do que você vai usar e mostrar onde e como melhor fazer uso desses.

Meet2Talk- pratique uma língua estrangeira conversando com um local sobre os seus interesses reais. Você seleciona no site o país, seu estilo, temas favoritos, assuntos que gosta de debater e encontra alguém com essas características e fluente no idioma que você quer aprender.

A tecnologia, as redes sociais, os aplicativos e sites são ferramentas, quem escolhe se isolar ou interagir é você. Faça o esforço, sobretudo em viagens, vale muito a pena. Sempre!

Capa

Localizados no arquipélago de Tinharé, as vilas de Morro de São Paulo e Velha Boipeba são lugares ímpares para quem busca por ótimas férias ou somente uns dias Off das vidas agitadas que se leva no dia-a-dia. A região, mais conhecida como Costa do Dendé por abrigar ainda muitas espécies dessa árvore típica de onde é extraído através de seu fruto o tão conhecido azeite de dendê, – possibilita acesso somente de barco ou em pequenas aeronaves fretadas, tendo como os aeroportos mais próximos o da cidade de Valença e da capital Salvador.

Em Boipeba qualquer visitante certamente passará por maravilhosos dias de muita tranquilidade e deslumbrando incríveis cenários de praias desertas com águas claras e temperaturas bem agradáveis, além de perfeitas piscinas naturais que se formam na maré baixa. Em Morro de São Paulo, a beleza também triunfa nesse lugar, praias também com águas claras e quentes, admiráveis piscinas naturais, junto com a agitação do lugar que chama a atenção para a movimentação nas principais praias, de bares e restaurantes com música ao vivo, tanto de dia como de noite.

Dois paradisíacos destinos onde é possível conciliá-los em uma só viagem, bastando apenas programar bem seus dias para não perder nenhum dos atrativos que eles oferecem.

Passeios? Há muitas opções do que se fazer e elas vão desde trilhas para as magnificas praias mais distantes até passeios de barco pelas ilhas ou andar de caiaque beirando as praias. Atividades para todos os gostos e idades. E para quem deseja ter uma visão panorâmica das vilas e das praias, os mirantes são ótimos para isso.

Vamos conhecer esses dois paraísos?

Morro de São Paulo

Primeira Praia.

Primeira

Segunda Praia.

Segunda

Terceira Praia.

Terceira

Quarta Praia.

Quarta

Quinta Praia (Praia do encanto).

Quinta

Praia da Gamboa.

Gamboa

Pôr do sol na Fortaleza.

Fortaleza

 

Boipeba

Praia Boca da Barra.

Boipeba

 

 

Boipeba 2

Praia de Tassimirim.

Tassimirim

 

 

Tassimirim 2

Piscina natural formada na maré baixa.

Piscina

Praia da Cueira.

Cueira

Rio Piã – um braço de mar do rio do Inferno.

Seja sua escolha por Morro de São Paulo, Boipeba ou pelos dois destinos juntos, se apaixonar por ambos é algo praticamente certo de acontecer, e querer voltar logo será uma vontade inevitável que surgirá.

Boa viagem!

 

 

Texto e fotos: Falando de Viagem.
Para mais informações acesse: http://www.falandodeviagem.com.br
Internacionais

Minha cidade favorita na Alemanha

17 de julho de 2014 0 comentário

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O maior torneio de futebol do mundo chegou ao fim, difícil guardar boas recordações do que rolou em campo. Então, nem vou me ater a parte futebolística, esportiva, tática ou técnica. Fato é que foi um grande espetáculo, a maior de todas, como atestaram jornalistas especializados e turistas que vieram para nosso país por conta do evento, e que no final das contas a Alemanha fez por merecer. Desde o início os germânicos vinham dando show de planejamento (construíram um centro de treinamento do zero na Bahia), se engajaram com o povo local (Klose recebeu parabéns de tribo indígena), mostraram toda sua simpatia nas redes sociais (Podolski, mesmo no banco de reservas, foi o rei do Twitter durante todo o evento). Planejamento, marketing e bola no pé. Não teve pra ninguém, mesmo.

 

Mas, para muita gente, foi surpresa esse jogo de cintura dos alemãs dentro e fora de campo. Tidos normalmente como frios e distantes esse calor vibrante que tanto se deu bem com a cultura e o estilo de vida do nosso povo brasileiro acabaram atraindo a atenção para o seu país de origem, a Alemanha. Da minha parte, conheço um pouco a Alemanha. Berlim fez parte do roteiro do meu primeiro mochilão a Europa, e desde então voltei a cidade em outras oportunidades, tendo incluído ainda Frankfurt e Munique entre as cidades que acabei visitando mais de uma vez.

 

No caso, vou focar na minha cidade favorita na Alemanha entre tantas outras: Munique. Justamente porque para quem pensa nesse país frio, cinza, asséptico e de pouca emoção, nada pode ser mais distante dessa impressão do que Munique. A cidade, uma das três maiores do país e capital da Bavaria, tem parques imensos que viram a versão local das praias brasileiras: cheias de gente curtindo, paquerando, praticando esportes. Com o adicional da deliciosa cerveja local que abrilhanta qualquer cenário. Até surfe rola em um rio nas cercanias locais e que faz a alegria dos aficionados pelo esporte mesmo quando a água está para lá de gelada (foto). Durante o verão, a prefeitura traz areia de outros locais e constrói autenticas praias artificiais onde rolam campeonatos de vôlei de praia, beach soccer… Suas ruas são mais pacatas que as de cidades vizinhas, prédios menores e praças mais amplas e convidativas. Um lugar relaxante e ao mesmo tempo cheio de cultura e de vida. Destino perfeito para jovens, casais, grupos, mochileiros ou idosos.

 

Está de parabéns a Alemanha! E, quem quiser conhecer um destino sensacional na Europa que com certeza estará vibrante de alegria pela vitória na Copa, não deixe de conhecer Munique!

Gastronomia

Minha Bahia!

11 de Fevereiro de 2014 0 comentário

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Com uma turma de quase 15 pessoas, fomos passar o fim de ano em Barra Grande. Viagem perfeita, só amigos, só risadas, só comida boa.

A viagem começou em Ilhéus, de lá tivemos que pegar um barco para chegar em  Barra Grande. Ficamos um tempinho curto em Ilhéus, mas o bastante para conhecer um Restô maravilhoso chamado Armação, eleito pelo Guia 4 Rodas com o melhor peixe fresco da Bahia (responsa).

Em Barra passamos uma semana maravilhosa, longe de qualquer problema. Alugamos uma casa linda, que de lá saíram os melhores churrascos e almoços da historia. Uma semana a base de muita tapioca e acarajé, ah e batata doce.  Sim, acredite se quiser, em todos os cafés da manhã tinha batata doce.

No texto passado comentei sobre como havia gringos em São Miguel do Gostoso – RN, em Barra Grande há muitos gringos também, acho que eles estão conquistando o nordeste brasileiro.

Agora vou falar do que realmente importa: Restaurante! Se você for para Barra Grande, anote o nome desses dois restaurantes que você não deve deixar de ir: Restaurante da Zene e Tubarão.

Na Zene não deixe de experimentar a moqueca, juro, foi a melhor da minha vida!

No Tubarão, peça a chapa de polvo. Maravilhosa e inesquecível!

Uma viagem deliciosa, que indico para qualquer um…

E eu? Já quero voltar!!