Tag

Teatro

Confira nossa Agenda Cultural! Separamos os melhores eventos que acontecerão em outubro em São Paulo e no Rio de Janeiro. Além de mostras itinerantes em Salvador, Petrolina, Campinas, Porto Alegre, Recife, São José do Rio Preto, Novo Hamburgo, Goiânia, Brasília e Manaus para todos os gostos e bolsos. Confira!

Agenda Outubro - Turma da Mônica

São Paulo

 

Frejat

Data: 07 de outubro.

Horário: 22h.

Classificação: 14 anos.

Preço: a partir de R$ 50.

Local: Tom Brasil – Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Turma da Mônica

Data: 12 e 15 de outubro.

Horário: 15h.

Classificação: livre.

Preço: a partir de R$ 25.

Local: Tom Brasil – Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Padre Fábio de Melo

Data: 14 de outubro.

Horários: 21h30.

Classificação: 14 anos.

Preço: a partir de R$ 80.

Local: Tom Brasil – Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Minha Mãe é uma Peça

Datas: 21 e 22 de outubro.

Horários: sábado às 19h e às 21h30 e domingo às 17h e às 20h.

Classificação: livre.

Preço: a partir de R$ 45.

Local: Tom Brasil – Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Capital Inicial

Data: 28 de outubro.

Horário: 22h.

Classificação: 14 anos.

Preço: a partir de R$ 60.

Local: Tom Brasil – Rua Bragança Paulista, 1281 – Chácara Santo Antônio.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

60! Década de Arromba

Data: até o dia 08 de outubro.

Dias e horários: quinta e sexta-feira às 20h30, sábado e domingo às 17h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 25.

Local: Teatro NET SP – Rua Olimpíadas, 360, Piso Térreo – Shopping Vila Olímpia – Itaim Bibi.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Grupo Triii

Data: 12 de outubro.

Horário: 15h.

Classificação: livre.

Preço: a partir de R$ 20.

Local: Teatro NET SP – Rua Olimpíadas, 360, Piso Térreo – Shopping Vila Olímpia – Itaim Bibi.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Silva canta Marisa

Data: 13 de outubro.

Horário: 21h30.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 40.

Local: Teatro NET SP – Rua Olimpíadas, 360, Piso Térreo – Shopping Vila Olímpia – Itaim Bibi.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Caetano, Moreno, Zeca e Tom Veloso

Datas: de 14 a 29 de outubro.

Horários: sábado às 21h e domingo às 20h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 50.

Local: Teatro NET SP – Rua Olimpíadas, 360, Piso Térreo – Shopping Vila Olímpia – Itaim Bibi.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Rael

Data: 17 de outubro.

Horário: 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 30.

Local: Teatro NET SP – Rua Olimpíadas, 360, Piso Térreo – Shopping Vila Olímpia – Itaim Bibi.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Daniel Boaventura

Datas: 24 e 25 de outubro.

Horário: 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 90.

Local: Teatro NET SP – Rua Olimpíadas, 360, Piso Térreo – Shopping Vila Olímpia – Itaim Bibi.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Luciano Figueiredo – Urgente: É Pintura!

Datas: até 29 de outubro.

Dias e horários: de terça a domingo, das 11h às 20h.

Classificação: livre.

Preço: gratuito.

Local: Instituto Tomie Ohtake – Av. Faria Lima, 201, Pinheiros.

 

Fábula, Frisson, Melancolia

Datas: até 29 de outubro.

Dias e horários: de terça a domingo, das 11h às 20h.

Classificação: livre.

Preço: gratuito.

Local: Instituto Tomie Ohtake – Av. Faria Lima, 201, Pinheiros.

 

Eye on Poland – Olhar Polônia

Datas: até 29 de outubro.

Dias e horários: de terça a domingo, das 11h às 20h.

Classificação: livre.

Preço: gratuito.

Local: Instituto Tomie Ohtake – Av. Faria Lima, 201, Pinheiros.

 

Vamp, o Musical

Datas: de 15 de outubro a 29 de outubro.

Dias e horários: sextas às 20h30, sábado às 17h e 21h e domingo às 16h30.

Classificação: 14 anos.

Preço: a partir de R$ 20.

Local: Teatro Sérgio Cardoso – Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista.

Ingresso: Ingresso Rápido.

 

Garota de Ipanema: O Musical da Bossa Nova

Datas: até 10 de dezembro.

Dias e horários: sextas às 21h30, sábado às 21h e domingo às 20h30.

Classificação: livre.

Preço: a partir de R$ 50.

Local: Teatro Opus – Shopping Villa Lobos, Avenida das Nações Unidas, 4777, Alto de Pinheiros.

Ingresso: Ingresso Rápido.

 

O Som e a Sílaba

Datas: de 6 de outubro a 26 de novembro.

Dias e horários: sexta a sábado às 21h, e domingo às 19h.

Classificação: 14 anos.

Preço: a partir de R$ 45.

Local: Teatro Porto Seguro – Alameda Barão de Piracicaba, 740, Campos Elíseos.

Ingresso: Ingresso Rápido.

 

Rio de Janeiro

 

Zeca Pagodinho: Uma História de Amor ao Samba

Datas: até 29 de outubro.

Dias e Horários: quinta e sexta às 21h, sábado às 17h30 e às 21h e domingo às 20h.

Classificação: 14 anos.

Preço: a partir de R$ 25.

Local: Teatro NET Rio – Rua Siqueira Campos, 143, Copacabana.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Grupo Triii

Data: 22 de outubro.

Horário: às 15h.

Classificação: livre.

Preço: a partir de R$ 30.

Local: Teatro NET Rio – Rua Siqueira Campos, 143, Copacabana.

Ingressos: Ingresso Rápido.

Caetano, Moreno, Zeca e Tom Veloso

Datas: de 3 a 25 de outubro.

Dias e Horários: terças e quartas às 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 50.

Local: Teatro NET Rio – Rua Siqueira Campos, 143, Copacabana.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Além da Cena: Soraya Ravenle

Data: 9 de outubro.

Horário: às 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 25.

Local: Teatro NET Rio – Rua Siqueira Campos, 143, Copacabana.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Sem Mais Adeus – Uma Homenagem a Vinicius

Data: 13 de outubro.

Horário: às 20h.

Classificação: livre.

Preço: a partir de R$ 25.

Local: Teatro Riachuelo – Rua do Passeio, 40, Centro.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Isabela Taviani

Data: 24 de outubro.

Horário: às 19h.

Classificação: livre.

Preço: a partir de R$ 25.

Local: Teatro Riachuelo – Rua do Passeio, 40, Centro.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Ivan Lins

Data: 17 de outubro.

Horário: às 20h.

Classificação: livre.

Preço: a partir de R$ 25.

Local: Teatro Riachuelo – Rua do Passeio, 40, Centro.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

OPES – Balão Mágico Sinfônico

Datas: 7 e 8 de outubro.

Horário: sábado às 16h e domingo às 11h.

Classificação: livre.

Preço: a partir de R$ 20.

Local: Cidade das Artes – Av. das Américas, 5300, Barra da Tijuca.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

OPES – Balão Mágico Sinfônico

Datas: 14 e 15 de outubro.

Horário: sábado às 16h e domingo às 11h.

Classificação: livre.

Preço: a partir de R$ 10.

Local: Teatro Riachuelo – Rua do Passeio, 40, Centro.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

O Leão e A Bailarina

Datas: até 08 de outubro.

Horário: 20h30.

Classificação: livre.

Preço: a partir de R$ 19.

Local: Teatro Riachuelo – Rua do Passeio, 40, Centro.

Ingressos: Rio no Teatro.

 

OPES – Série Convidados: Nando Reis

Data: 25 de outubro.

Horário: 20h.

Classificação: livre.

Preço: esgotado.

Local: Theatro Municipal do Rio de Janeiro, Praça Floriano, Centro.

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

GOD

Datas: até 29 de outubro.

Horário: 20h30.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 25.

Local: Teatro Oi Casa Grande – Av. Afrânio de Melo Franco, 290 a, Leblon.

Ingressos: Tudus.

 

 

Espetáculos Itinerantes

 

Turma da Mônica – Era uma vez uma História de Príncipes e Princesas

 

Teatro Manauara

Datas: 12, 14 e 15 de outubro.

Horário: quinta às 15h e às 17h30, sábado e domingo às 15h.

Classificação: livre.

Endereço: Av. Mário Ypiranga, 1300, Adrianópolis, Manaus – Amazonas

Ingressos: Mega Bilheteria.

 

Beatlemania – Experience

 

Shopping Recife

Datas: até 15 de outubro.

Horários: de terça a domingo das 13h às 21h.

Classificação: livre.

Endereço: Rua Pe. Carapuceiro, 777, Boa Viagem, Recife – Pernambuco

Ingressos: Eventim.

 

Minha Mãe é uma Peça

 

Centro de Convenções Ulysses Guimarães – DF

Datas: 01 e 02 de outubro.

Horários: domingo às 20h30 e segunda às 20h.

Classificação: 12 anos.

Endereço: St. de Divulgação Cultural 05 Eixo Monumental – Brasília

Ingressos: Bilheteria Digital.

 

Centro de Convenções PUC – Goiás

Data: 07 de outubro.

Horários: às 19h e às 21h30.

Classificação: 12 anos.

Endereço: Avenida Engles, 507, Jardim Marilisa – Goiânia

Ingressos: Compre Ingressos.

 

Teatro Feevale – Rio Grande do Sul

Data: 14 de outubro.

Horário: às 18 e às 21h.

Classificação: 12 anos.

Endereço: Campus II da Universidade Feevale, 239, Vila Nova – Novo Hamburgo

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Auditório Araújo Vianna – Rio Grande do Sul

Data: 15 de outubro.

Horário: às 18h e às 21h.

Classificação: 12 anos.

Endereço: Avenida Osvaldo Aranha, 685, Bom Fim – Porto Alegre

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Centro Regional de Eventos – São José do Rio Preto

Data: 19 de outubro.

Horários: às 19h30.

Classificação: 12 anos.

Endereço: Avenida José Munia, de 6800 ao fim, lado par, 5650 – Nova Redentora

Ingressos: Bilheteria Rápida.

 

Trinca de Ases – Gil, Nando e Gal

 

Itaipava Catorze – Pernambuco

Data: 11 de outubro.

Horário: às 21h.

Classificação: 18 anos.

Endereço: Av. Alfredo Lisboa, 2A – Recife

Ingressos: Bilheteria Digital.

 

Auditório Araújo Viana – Rio Grande do Sul

Data: 19 de outubro.

Horário: às 21h.

Classificação: 16 anos.

Endereço: Avenida Osvaldo Aranha, 685, Bom Fim – Porto Alegre

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Daniel Boaventura – Turnê 2017

 

Teatro Iguatemi Campinas

Data: 30 de setembro e 01 de outubro.

Horário: sábado às 22h e domingo às 19h.

Classificação: 14 anos.

Endereço: Shopping Center Iguatemi Campinas, 777, Campinas – SP

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Até que a Internet nos Separe

 

Teatro Sesc Dona Amélia Petrolina

Data: 28 e 29 de outubro.

Horário: às 20h.

Classificação: 14 anos.

Endereço: Rua Pacífico da Luz, 618 – Centro, Petrolina – PE

Ingressos: (74) 9 9198-2750

 

Vamp, o Musical estreia em São Paulo. Saiba tudo sobre o espetáculo!

A Avianca Brasil apoia iniciativas culturais, esportivas e sociais. Quer saber mais? Acesse nossa seção de patrocínios.

As produções teatrais GOD, Histeria e Cartola – O Mundo é um Moinho – estão em turnê pelo Brasil. Confira se a sua cidade irá receber algum desses espetáculos itinerantes e aproveite para se programar para assisti-los:

 

GOD – Miguel Falabella

Espetáculo Itinerante - Divulgação

GOD é uma versão brasileira do premiado espetáculo da Broadway. Nele, Miguel Falabella, que interpreta Deus, responde dúvidas milenares de uma forma bem-humorada.

Teatro Bourbon Country – Porto Alegre

Datas: 5 e 6 de julho.

Horário: às 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 25.

Endereço: Avenida Tulio de Rose/2º pavimento, 100, Passo D’areia, Porto Alegre – Rio Grande do Sul

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Teatro Feevale – Novo Hamburgo

Data: 7 de julho.

Horário: às 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 25.

Endereço: Campus II da Universidade Feevale, 239, Vila Nova Novo Hamburgo – Rio Grande do Sul

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Theatro Guarany – Pelotas

Data: 8 de julho.

Horário: às 21h.

Classificação: 14 anos.

Preço: a partir de R$ 60.

Endereço: Rua Lobo da Costa, 849, Centro, Pelotas – Rio Grande do Sul

Ingressos: Blue Ticket.

 

Teatro Marista – Londrina

Datas: 14 de julho.

Horário: às 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 75.

Endereço: Rua Cristiano Machado, 240, Campo Belo, Londrina – Paraná

Ingressos: Disk Ingressos.

 

Teatro Marista – Maringá

Datas: 15 de julho.

Horário: às 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 75.

Endereço: Avenida Itororó, 111, Zona 2, Maringá – Paraná

Ingressos: Alô Ingressos.

 

Teatro Coliseu – Santos

Datas: de 21 a 23 de julho.

Horário: sexta e sábado às 21h e domingo às 17h30.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 30.

Endereço: Rua Amador Bueno, 237, Centro, Santos – São Paulo

Ingressos: Bilheteria Rápida.

 

Teatro Municipal de Uberlândia

Datas: 26 e 27 de julho.

Horário: às 20h30.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 50.

Endereço: Av. Rondon Pacheco, 7070, Uberlândia – Minas Gerais

Ingressos: Mega Bilheteria.

 

Teatro Sesi Uberaba

Datas: 28 e 29 de julho.

Classificação: 12 anos.

Endereço: Praça Frei Eugênio 231, Uberaba – Minas Gerais

Ingressos: Teatro Sesi Uberaba.

 

Teatro Municipal de Botucatu

Data: 10 de agosto.

Horário: às 19h30.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 50.

Endereço: Praça Coronel Moura, 27, Botucatu – São Paulo

Ingressos: Mega Bilheteria.

 

Histeria

Espetáculo Itinerante - Divulgação

A comédia consagrada mundo afora, foi traduzida e é dirigida por Jô Soares em sua versão brasileira. A peça gira em torno do encontro de Sigmund Freud com Salvador Dalí.

Teatro Gustavo Leite

Data: 22 de julho.

Horário: 21h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 30.

Endereço: Rua Celso Piatti, s/n, Jaraguá, Maceió – Alagoas

Ingressos: Eventim.

 

Teatro Paulo Pontes

Data: 28 de julho.

Horário: 20h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 50.

Endereço: Rua Abdias Gomes de Almeida, 800, Tambauzinho, João Pessoa – Paraíba

Ingressos: Tudus.

 

Teatro Riachuelo

Data: 30 de julho.

Horário: 19h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 60.

Endereço: Av Bernardo Vieira, 3775, Tirol, Natal-Rio Grande do Norte

Ingressos: Ingresso Rápido.

 

Cartola – O Mundo é um Moinho

Espetáculo Itinerante - Divulgação

O musical tem como cenário o processo criativo que envolve o desenvolvimento de um desfile de escola de samba. A peça retrata a vida e a obra de Cartola.

Teatro Gustavo Leite

Datas: 8 e 9 de julho.

Horários: sábado às 20h e domingo às 19h.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 50.

Endereço: Rua Celso Piatti, s/n, Jaraguá, Maceió – Alagoas

Ingressos: Acesso VIP.

 

Teatro Pedra do Reino

Data: 22 de julho.

Horário: às 20h30.

Classificação: 12 anos.

Preço: a partir de R$ 30.

Endereço: Rod. PB-008, Km 5, s/n, Polo Eco turístico do Cabo Branco, João Pessoa – Paraíba

Ingressos: Tudus.

 

Teatro Castro Alves – TCA

Datas: de 27 a 30 de julho.

Classificação: 12 anos.

Endereço: Praça Dois de Julho, s/n, Campo Grande, Salvador – Bahia

Ingressos: na bilheteria do teatro.

 

Teatro Rio Vermelho

Datas: 5 e 6 de agosto.

Classificação: 12 anos.

Endereço: Rua 4, 1400, Centro, Goiânia – Goiás

Ingressos: Compre Ingressos.

 

Teatro SESC Palladium

Datas: 9 a 12 de agosto.

Classificação: 12 anos.

Endereço: Av. Augusto de Lima, 420, Centro, Belo Horizonte – Minas Gerais

Ingressos: Tudus.

 

A Avianca Brasil apoia a cultura e ajuda a levar espetáculos consagrados para diferentes partes do Brasil! Saiba mais sobre os apoios e patrocínios da companhia.

Confira as Agendas Culturais do Rio de Janeiro e de São Paulo!

Culturais

CHRISTIANE TORLONI EM: MASTER CLASS

3 de setembro de 2015 0 comentário

Estreia hoje, dia 04 de Setembro no Teatro das Artes

Um dos mais premiados e aclamados espetáculos da Broadway chega

ao Brasil numa grandiosa produção estrelada por uma das

maiores atrizes do teatro, cinema e televisão brasileira. Mais um sucesso patrocinado pelo projeto Avianca Cultural

FOTO MARCOS MESQUITA

FOTO MARCOS MESQUITA

Master Class é uma maravilhosa Comédia-Dramática escrita pelo premiado autor norte americano Terrence McNally que chega ao Brasil através da Maestro Entretenimento (nova identidade da empresa maestrobrazil), com patrocínio do Grupo Bradesco Seguros e conta com a direção do encenador brasileiro José Possi Neto, sob a direção musical do Maestro Fábio G. Oliveira, ambos a frente de um elenco formado por consagrados atores/cantores do atual cenário teatral brasileiro: as sopranos líricas Julianne Daud (Master Class ,Beijo da Mulher Aranha, Opera Joanna de Flandres, A Flauta Mágica, New York, New York o musical) e Bianca Tadini (Evita, O Rei e Eu, West Side Story, New York New York o musical, O Fantasma da Opera), o tenor Leandro Lacava (Avenida Q, Meu Amigo Charlie Brown, Il Barbiere di Siviglia, La Cenerentola, Les Troyens,), o ator e pianista Thiago Rodrigues (A Madrinha Embriagada, O Mágico de Oz, A Família Addams, Mamma Mia), além dos cantores líricos Thiago Soares (Operas LElisir dAmore, Madama Butterfly, Don Giovanni), Jayana Gomes Paiva (O Barbeiro de Sevilha, La Bohème ,Carmen de G. Bizet).

Master Class é um dos poucos espetáculos produzidos na Broadway a alcançar enorme sucesso internacional tendo sido realizadas nada menos do que 598 apresentações apenas em sua temporada de estreia em 1995 quando então recebeu o prêmio Desk Drama Award de “Melhor Espetáculo da Broadway”, além de três prêmios Tony Award (o Oscar do teatro americano):   “Melhor Atriz” (para Zoe Caldwel), “Melhor Atriz Coadjuvante” (para Audra MacDonald) e o cobiçado prêmio de “Melhor Espetáculo da Broadway”

Após a sua estrondosa temporada de estreia,  percorreu o mundo tendo sido apresentado em quase uma centena de países tão diferentes como Japão, Polônia, Alemanha, Coréia, Itália, Espanha, Portugal, Filipinas, Grécia, Brasil, além dos principais centros teatrais do mundo como o West End em Londres e Paris, onde o papel de Maria Callas foi interpretado pela grande atriz francesa Fanny Ardant sob a direção de Roman Polansky.

Em 2011 uma nova produção de  foi realizada na Broadway alcançando um sucesso não menos estrondoso, desta vez tendo como protagonista a atriz americana Tyne Daly e, exatamente como já havia acontecido em 1995, além do grande sucesso o espetáculo também tem recebido ”revivals” em várias partes do mundo incluindo esta nossa produção Brasileira, protagonizada por Christiane Torloni.

Atualmente, está em andamento em Hollywood a adaptação de  para as telas do cinema tendo como protagonista a grande atriz Meryl Streep.

Terrence McNally baseou o enredo de  nas lendárias séries de aulas magnas (master classes) proferidas pela diva maior da ópera mundial a greco-americana Maria Callas no início dos anos 70 na Julliard School famosa escola de música de Nova York. Na peça, Callas repreende os alunos, da mesma maneira enérgica com que os encoraja a seguir e perseguir seus sonhos. Durante esses encontros, também confronta os desapontamentos e dissabores de sua própria vida e de seu relacionamento com o célebre bilionário, o armador grego Aristóteles Onassis. De forma genial e habilidosa, o espetáculo faz o público rir e se emocionar com este que é considerado um dos mais belos textos da literatura teatral de todos os tempos e que, desde a sua estreia- há vinte anos – tem angariado legiões de fãs, envolvendo plateias de todo o mundo!

A Produção e Os Produtores

A produção de  conta com o talento de alguns dos melhores profissionais da área artística de nosso país:

Os cenários foram criados e executados por Renato Theobaldo; experiente cenógrafo que tem contribuído enormemente não só para o teatro quanto para o universo da ópera além dos principais espetáculos musicais. Seu projeto para a cenografia de  procurou trazer para o palco o clima das grandes casas de ópera do mundo através de estruturas criadas em tecido especialmente tratado para receber luz e projeções. O design de luz foi criado pelo veterano iluminador Wagner Freire.

Os figurinos são assinados pelo renomado figurinista Fabio Namatame sendo que os modelos femininos (incluindo os da própria Maria Callas) foram confeccionados pela renomada boutique paulistana Claudeteedeca o que garantiu a eles a alta qualidade, autenticidade e elegância.

A trilha sonora do espetáculo não poderia ser mais apropriada para um espetáculo de tão alta qualidade artística: trechos famosos de obras de três dos maiores compositores da história da música: Bellini, Puccini e Verdi executados ao vivo pelos atores/cantores e acompanhados pelo ator/pianista.

A produção e realização de  está inteiramente a cargo da Maestro Entretenimento: empresa brasileira que desde a sua fundação em 1996 apresenta intensa atividade nas mais variadas vertentes artísticas.

 

 

MARIA CALLAS:

Foi uma cantora lírica norte-americana de ascendência grega, considerada a mais renomada e influente cantora de ópera do século XX e a maior Soprano de todos os tempos. Apesar de também muito famosa pela sua conturbada vida pessoal, principalmente devido ao seu relacionamento com o bilionário grego Aristóteles Onassis, o seu legado mais duradouro deve-se ao impulso a um novo estilo de atuação nas produções operísticas, à raridade e distintividade de seu tipo de voz e ao resgate de óperas há muito esquecidas do bel canto, estreladas por ela.

 

Serviço:

Teatro das Artes (769 lugares)

Avenida Rebouças, 3970 – Shopping Eldorado – 3º Piso

Informações: 3034-0075

Quinta e Sábado às 21h | Sexta às 21h30 | Domingo às 19h

 

Duração: 90 minutos

Recomendação: 12 anos

 

Temporada: até 22 de Novembro

 

Foto: Leo Aversa - Crédito obrigatório.

Foto: Leo Aversa – Crédito obrigatório.

Talvez a obra mais emblemática da carreira de Chico Buarque, a ‘Ópera do Malandro’ já pode ser considerada um clássico do teatro musical brasileiro. Quase quatro décadas após a estreia original (1978), o malandro – como diz uma das célebres canções – surgiu na praça outra vez em uma nova montagem, com direção de João Falcão.
Esta atual versão, que estreou em julho de 2014 no Rio de Janeiro em uma bem-sucedida temporada, tem elenco basicamente masculino, com uma única atriz, Larissa Luz. O cantor Moyseis Marques interpreta Max Overseas e o grupo de atores que se formou em ‘Gonzagão – A Lenda’ se reencontrou em cena para dar continuidade à pesquisa sobre musicais brasileiros e à parceria com João Falcão. Não à toa, ‘Gonzagão – A Lenda’ estará em cartaz no mesmo Teatro João Caetano, às quintas e em matinês aos sábados e domingos.
Sobre a ‘Ópera do Malandro’
Inspirado em ‘A Ópera do Mendigo’ (1728), de John Gay, e em ‘A Ópera dos Três Vinténs’ (1928), de Bertolt Brecht e Kurt Weill, a ‘Ópera do Malandro’ conta a história do contrabandista Max Overseas, que casa em segredo com Teresinha, filha de Duran, poderoso dono de bordéis e cabarés da Lapa dos anos 40. Com produção da Sarau Agência, o musical estreia dia 7 de agosto e fica em cartaz no Rio de Janeiro até 27 de setembro.
‘Chico Buarque foi a figura artística que mais me influenciou. A ‘Ópera’ é um mito, um desafio imenso para o diretor, ao lidar com canções eternas da música popular brasileira e com um texto que marcou época’, conta João Falcão, que já assinou a dramaturgia – com Adriana Falcão – e a direção de ‘Cambaio’, cuja trilha foi especialmente composta por Chico e Edu Lobo em 2001.
Para esta nova montagem, João pinçou músicas do espetáculo original e também do álbum ‘Malandro’, de Chico, e do filme homônimo, dirigido por Ruy Guerra em 1985. No roteiro, as clássicas ‘Folhetim’, ‘Teresinha’, ‘O Meu Amor’, ‘Geni e o Zepelim’ e ‘Pedaço de Mim’ se misturam a canções menos conhecidas do cancioneiro buarqueano, como ‘Sentimental’, ‘Hino da Repressão’ e ‘Uma Canção Desnaturada’.
‘É incrível perceber a qualidade da produção de um compositor para um mesmo projeto, é um momento muito inspirado e consagrador para o Chico. As canções da ‘Ópera’ ganharam fôlego fora do teatro, se tornaram tão conhecidas que muitos nem sabem que foram feitas para o palco’, admira João.
 
De Luiz Gonzaga a Chico Buarque
Ainda que bastante fiel ao texto, a concepção de João para o musical é original, ao convocar homens para todas as personagens femininas da peça. Já Larissa Luz, única mulher do elenco, viverá João Alegre, uma espécie de narrador e comentarista da trama.
‘Colocar atores para interpretar mulheres vem ao encontro de uma tradição teatral secular e também com uma antiga pesquisa minha’, explica João, responsável por ‘inverter os gêneros’ em outros trabalhos, como a série ‘Sexo Frágil’ (TV Globo) e em peças como ‘Mamãe Não Pode Saber’ e ‘Gonzagão – A Lenda’’.
Foi justamente o elenco deste musical inspirado na trajetória de Luiz Gonzaga que motivou João a trabalhar com a ‘Ópera’. Depois de uma extensa turnê nacional e com mais de cem mil espectadores, o grupo que se formou – elenco, produção e direção – quis dar continuidade com o trabalho e agora repete a parceria.
Integrantes do elenco de ‘Gonzagão’, Adren Alves, Alfredo Del Penho, Eduardo Rios, Fabio Enriquez, Larissa Luz, Renato Luciano e Ricca Barros estão novamente em cena, ao lado de atores aprovados em uma concorrida audição (Bruce de Araújo, Eduardo Landim, Rafael Cavalcanti e Thomas Aquino).
Já Max Overseas encontrou um intérprete bastante familiarizado com o seu habitat: a Lapa carioca. Moyseis Marques, experiente sambista e cantor de shows nos bares da região, fez seu primeiro trabalho como ator neste musical. João assistiu a uma apresentação de Moyseis e encontrou a essência do célebre malandro da peça. Passado no teste de atuação, o cantor – e agora também ator – embarcou de cabeça no desafio.
A Sarau Agência, produtora de Gonzagão, assina novamente a empreitada, assim como a figurinista Kika Lopes e o iluminador Cesar de Ramires. Aurora dos Campos se junta à equipe criativa e fica responsável pela cenografia, que – dentro de toda a proposta da direção – fugirá do realismo, enquanto os figurinos vão brincar com a mistura de épocas e estilos. ‘É um espetáculo de época (se passa nos anos 40) e teve uma primeira e mítica montagem nos anos 70, que hoje já é de época. Os figurinos vão brincar com isso também’, conta João.
 
Esta nova versão forma mais um capítulo deste clássico sui generis que estreou em junho de 1978 no Teatro Ginástico (RJ) e seguiu com sessões lotadas por mais de um ano, em apresentações de terça a domingo. Baseado em ‘A Ópera do Mendigo’ (1728), de John Gay, e em ‘A Ópera dos Três Vinténs’ (1928), de Bertolt Brecht e Kurt Weill, o texto da ‘Ópera do Malandro’ teve direção original de Luís Antonio Martinez Correa, que conduziu meses de estudo sobre o tema e as tramas das peças.
No elenco original constavam nomes como Ary Fontoura (Duran), Claudia Jimenez (Mimi Bibelô), Elba Ramalho (Lucia), Emiliano Queiroz (Geni), Maria Alice Vergueiro (Vitória), Marieta Severo (Teresinha). A direção musical ficou a cargo do maestro John Neshling, que também assinou os arranjos. A cenografia e os figurinos eram de Maurício Sette e a iluminação de Jorginho de Carvalho.
Nos últimos 15 anos, o musical ganhou montagens de Gabriel Villela (em 2000) e da dupla Charles Möeller e Claudio Botelho (2003).

montagem3azul 2

Considerada a comédia de maior sucesso de 2013 na Broadway, “Vanya e Sonia e Masha e Spike” chega ao Rio na montagem dirigida por Jorge Takla, que celebra os 40 anos de trajetória artística com sua estreia nesse gênero. Com texto de Christopher Durang, o espetáculo tem tradução de Bianca Tadini e Luciano Andrey, realização da Takla Produções e um elenco formado por Marília Gabriela – que há 20 anos iniciou sua carreira como atriz no filme Jenipapo e agora completa 15 anos de teatro -, Elias Andreato, Patrícia Gasppar, Bruno Narchi, Juliana Boller e Teca Pereira. A peça faz referências aos personagens do escritor russo Tchekhov e mostra os acontecimentos inesperados e confusões de uma família a partir da visita de uma das irmãs, uma estrela de Hollywood. “Em 40 anos fiz todos os gêneros de teatro. Dirigi óperas, musicais e dramas. Eu gosto muito de comédia, mas nunca tinha encontrado nenhuma que me tocasse ao coração, além de rir, naturalmente”, diz o diretor sobre a peça que estreia dia 30 de julho no Teatro dos Quatro.

Marília Gabriela, que estava fora dos palcos desde 2008, interpreta Masha, uma artista rica e famosa que namora um rapaz 30 anos mais jovem. “Sou a irmã que foi embora e virou atriz de cinema, e volta para uma visita trazendo o namorado. Quando Jorge Takla me convidou tive um momento de hesitação, pois estava envolvida em outro projeto. Ele elegantemente disse que não era para logo e sugeriu que eu lesse a peça, o danado. Me mandou o texto por e-mail rapidinho, e eu, enxugando as lágrimas das gargalhadas que soltei desde o primeiro parágrafo até o final, liguei e disse para ele: sou sua! “.

                A comédia transcorre nos tempos atuais em uma tranquila cidadezinha, no verão da Pensilvânia. Até quando a irmã famosa Masha (Marília Gabriela), grande estrela de cinema de Hollywood, com cinco casamentos no currículo, decide visitar seus irmãos acompanhada do namorado, o jovem sensual Spike (Bruno Narchi), ator iniciante, que ambiciona a fama.

Os irmãos solteirões de Masha são Vanya (Elias Andreato), um cinquentão resignado com sua vida, desde a infância na casa de campo dos pais com sua irmã adotada, e Sonia (Patrícia Gasppar), melancólica, que sonha com o impossível, e nunca teve um namorado. A trama também conta com a inocente e sincera Nina (Juliana Boller), jovem aspirante à atriz, deslumbrada com o teatro e cheia de energia, e com a faxineira Cassandra (Teca Pereira), inteligente e ardilosa, que acredita ter poderes de vidência e profetiza todo o fim de semana memorável, cheio de rivalidade e arrependimento da família explosivamente engraçada.

“Vanya e Sonia e Masha e Spike” traz através do humor de seu texto e personagens, uma reflexão sobre a busca por identidade e sentido na vida no mundo contemporâneo. “A força desta deliciosa comédia se deve aos seus personagens loucamente humanos, a esta família adoravelmente maluca, a esta “fatia de vida” situada num momento em que um mundo está acabando e outro começando. Seres humanos se adequando (ou não) a novos valores, esperneando, mas descobrindo, com leveza e humor, que apesar de tudo, o nosso único porto-seguro ainda é a família”, opina Takla.

Dramaturgo americano, Christopher Durang é conhecido por suas obras de humor negro e por tratar de questões polêmicas como dogmas religiosos, abuso infantil e homossexualidade. Com seu trabalho reconhecido nos EUA, Durang teve diversos espetáculos montados no circuito Broadway e Off-Broadway, entre eles Miss Witherspoon e Beyond Therapy. Contando com nomes como David Hyde Pierce, Kristine Nielsen, Sigourney Weaver e Billy Magnussen no elenco, “Vanya and Sonia and Masha and Spike” teve grande receptividade do público e da crítica em sua montagem americana, sendo considerada pelo The New York Times como “delirantemente engraçada”.

Jorge Takla é formado pelo Conservatório de Artes Dramáticas de Paris. Trabalhou como assistente de direção de Bob Wilson. Atuou e dirigiu La Mamma, em Nova York e  tem no currículo mais de 100 espetáculos entre teatro, musicais e ópera. “Nada na montagem brasileira é réplica da encenação americana. Quis um espetáculo bem realista. O cenário é uma casa na Pensilvânia com 14 metros de comprimento e 3,5 de altura. Estilo casa de campo americano, mas bem específica, com grama, árvores, flores, panelas, móveis de vime, etc”, detalha Takla sobre a sua encenação de “Vanya e Sonia e Masha e Spike”.

Assinado por Attilio Baschera e Gregorio Kramer o cenário reproduz a casa dos irmãos Sonia e Vanya. Theodoro Cochrane é responsável pelos figurinos, entre eles uma fantasia de Branca de Neve usada por Marília Gabriela. Completam a ficha técnica Feliciano San Roman e Duda Molinos com as perucas e o visagismo, e Ney Bonfante na iluminação.

FICHA TÉCNICA DO ESPETÁCULO- Vanya e Sonia e Masha e Spike

 

Direção: Jorge Takla

Texto: Christopher Durang

Tradução: Bianca Tadini e Luciano Andrey

Elenco: Marilia Gabriela, Elias Andreato, Patrícia Gasppar, Bruno Narchi, Teca Pereira e Juliana Boller

Cenário: Attilio Baschera e Gregorio Kramer

Figurinos: Theodoro Cochrane

Iluminação: Ney Bonfante

Sonoplastia: Fernando Fortes

Maquiagem: Duda Molinos

Perucas: Feliciano San Roman

Realização: Takla Produções

 

SERVIÇO

Temporada: de 30 de Julho a 27 de setembro

Local: Teatro dos Quatro – Shopping da Gávea – Rua Marquês de São Vicente, 52 , Gávea

Horários: Quinta a sábado às 21h;  domingo às 20h

MemoriasDeUmGigolo_PapricaFotografia 2

 

Marcelo Serrado, Mariana Rios e Leonardo Miggiorin em  “Memórias de um Gigolô”

Uma superprodução brasileira baseada na obra de Marcos Rey, com adaptação e direção de Miguel Falabella, músicas e letras de Josimar Carneiro e Miguel Falabella.

A história de um triângulo amoroso irreverente na próspera e efervescente São Paulo das décadas de 20 e 30, apogeu do ciclo do café e do progresso trazido pela industrialização da cidade. As lembranças de Mariano (Leonardo Miggiorin), um dos protagonistas da superprodução musical totalmente brasileira “Memórias de um Gigolô”, conduzem a narrativa desse romance cheio de reviravoltas, boemia e humor.

Durante o espetáculo, o público acompanha os principais acontecimentos da vida do órfão Mariano. Criado no meio dos trambiques da cartomante Madame Antonieta (Mariana Baltar) – a famosa “La Buena Dicha” – ele aprende, ainda na infância, a se livrar de enrascadas. Com o falecimento da cartomante, é adotado por Madame Iara (Alessandra Verney), a dona de bordel a quem passa a tratar como madrinha, e que o insere em um mundo cercado de volúpia, jogo de interesses e também muita diversão.

Lu, Valete e Tumache

É por lá que Mariano conhece as duas pessoas que mudam completamente sua vida: a charmosa e encantadora Guadalupe (Mariana Rios), que pouco a pouco o transforma num gigolô de uma mulher só, e Esmeraldo (Marcelo Serrado), mais um gigolô e amante da boa vida – o valete de espadas que “La Buena Dicha” previu que apareceria em seu caminho. Lu passa a chamar Mariano carinhosamente de Tumache depois que ele se declara em inglês para a moça: “I love you too much”.

Entre os três surge um jogo de sedução vivido sem pudores ou repressão, em meio ao luxo, ao brilho e ao requinte que envolvem os magnatas da indústria cafeeira. Para levar esse universo para o palco do Teatro Procópio Ferreira, um cenário deslumbrante conta com os principais itens do bom gosto paulistano e remonta quadro a quadro a época retratada.

“Memórias de um Gigolô” é originalmente um romance do autor Marcos Rey e já foi adaptado para a TV em uma minissérie exibida pela TV Globo em 1986, com roteiro de Walter AvanciniWalter George Durst e Marcos Rey.

Uma homenagem à terra da garoa

Além de contar a história deste triângulo amoroso, “Memórias de um Gigolô” é também uma grande homenagem à cidade de São Paulo. A Esmeraldo cabe a missão de convidar o público a se transportar para atmosfera da terra da garoa: “Tente imaginar uma São Paulo que desapareceu aos poucos, mas da qual ainda se pode encontrar vestígios, aqui e ali, como fragmentos de um mundo que se foi. Muito diferente da cidade que conhecemos hoje. Ah! Os anos trinta! Se a revolução constitucionalista deixara um travo amargo na boca, o progresso da cidade nos apontava irremediavelmente para o futuro”, anuncia no início desta viagem no tempo.

“Chegou progresso

São Paulo partiu!

Vamos em frente

Que atrás vem gente

De todo canto desse meu Brasil!”

Com 461 anos de existência, a terra da garoa tem atributos suficientes para justificar a escolha do escritor Marcos Rey – também presente nesta adaptação teatral da obra –, especialmente em se tratando de suas características nos anos 30, 40 e 50, época em que se passa a narrativa.

Uma das cidades mais populosas do planeta, São Paulo abriga importantes monumentos, parques e museus, além de ser um dos principais polos econômicos brasileiros. Na década de 30, a cidade viu o fim da longeva política do “café com leite” que mantinha com o estado de Minas Gerais para o posto de presidente da república e, na mesma época, foi palco da revolução constitucionalista, que trouxe grande crescimento industrial e urbano, fazendo de São Paulo o berço da prosperidade no Brasil.

As mudanças na cidade entre as décadas de 30 e 50 foram percebidas tanto política quanto econômica e culturalmente. A paisagem urbana foi alterada, a indústria se tornou o principal motor econômico e a população viveu a efervescência do nascimento de uma grande metrópole – característica que São Paulo mantém até hoje, dentre as cidades do Brasil e do mundo.

Preparação e bastidores

Para atuar em “Memórias de um Gigolô”, os atores se dedicaram durante dois meses a ensaios de voz e texto com duração de oito horas por dia, quatro vezes por semana. Sob a direção de Miguel Falabella, eles buscaram as principais características de seus personagens e trabalharam em cima dos “tipões” da década de 30.

No papel do protagonista que conduz a narrativa do espetáculo, Leonardo Miggiorin conta que o trabalho é uma realização pessoal e profissional. Para viver Mariano, o ator fez aulas de canto e também musculação – para ganhar resistência física –, além de pilates e quiropraxia para aliviar a tensão do ritmo acelerado dos ensaios. “Tenho facilidade com a construção do personagem, é um processo que flui naturalmente para mim. Já em relação à música precisei me fortalecer psicologicamente porque muitas vezes o nervosismo me atrapalha. Mas com os ensaios e as aulas estou muito mais seguro para cantar em cena”, comemora. Miggiorin realizou também um trabalho de pesquisa e imersão em que leu o livro de Marcos Rey que deu origem ao espetáculo, assistiu filmes das décadas de 30, 40 e 50 e ouviu artistas da Era do Rádio, como Orlando Silva, Lupicínio Rodrigues, Dolores Duran e Nelson Gonçalves.

Para o ator, Mariano é um homem doce, apaixonado, vívido e destemido. “Ele é órfão desde pequeno e foi criado num ambiente festivo, noturno, onde precisou lidar com todo tipo de gente. Com isso, adquiriu habilidade e tornou-se um gigolô das palavras. O que ele mais sabia fazer era usar sua lábia para conseguir o que queria. Mas no meio do caminho ele acaba se apaixonando pela única mulher que não poderia: Guadalupe (Mariana Rios), a amada de Esmeraldo (Serrado), que se torna seu rival para a vida toda. É uma responsabilidade grande, pois meu personagem é o fio condutor da trama”, declara.

Mariana Rios, que vive a prostituta Guadalupe, exercita o lado musical profissionalmente e conta que a maior dificuldade com sua personagem foi a adaptação dos primeiros dias de ensaio: “As dificuldades são as de qualquer trabalho em que você se entrega: quer que seja perfeito, incrível. No começo, enquanto estamos aprendendo as músicas, ajustando os tons e outros detalhes, dá um pouco de medo. Mas depois da segunda semana você se apropria das músicas e do texto e fica tudo tão incrível que é gostoso, não tem mais dificuldade. O resto é só alegria”, conta a atriz, que fez aulas de dança, canto e preparação com uma fonoaudióloga para o musical.

Como resultado do trabalho de composição de personagem, uma Guadalupe encantadora é apresentada por Mariana ao público: “Ela não sabe quem escolher, para onde ela vai, e ao mesmo tempo tem um olhar perdido de uma pessoa sofrida, que passou por muita coisa. A história de Guadalupe é linda e a história do musical todo é muito bonita, contada de uma forma lúdica e com músicas maravilhosas”, elogia a atriz.

Já Marcelo Serrado precisou de mais dedicação à voz para aprimorar a parte musical. Para atuar em “Memórias de um Gigolô”, ele fez aulas de canto durante mais de seis meses com professores no Rio de Janeiro e em São Paulo. Dando vida a um personagem ao mesmo tempo muito chique e bastante violento, Marcelo revela os pontos fortes de Esmeraldo: “É um personagem muito rico, cheio de nuances, e ao mesmo tempo bem divertido”.

O diretor, Miguel Falabella, além de acompanhar toda a parte cênica é responsável também pelas letras das 20 canções do espetáculo. Josimar Carneiro assina a direção musical e as músicas. Com um trabalho primoroso nas mãos, Miguel revela que adora trabalhar com musicais: “Descanso trabalhando. Meu emprego é uma farra! Gosto de musicais e principalmente de entregar ao público uma coisa brasileira. Sempre fui apaixonado por esse romance”, conta, declarando-se à obra de Marcos Rey.

O trabalho de Miguel Falabella foi muito elogiado por toda a equipe e elenco, dentre eles Marcelo Serrado, que revela sua admiração: “Trabalhar com o Miguel é um prazer. Ele é um grande diretor, roteirista, sempre o admirei. Para mim é uma honra estar em um projeto com ele, o Miguel é um geniozinho”, vibra o ator.

Também sobram elogios ao diretor vindos de Leonardo Miggiorin: “Aos doze anos de idade, no Rio de Janeiro, eu pedi um autógrafo para o Miguel Falabella. Vinte anos depois, estou sendo dirigido por este grande homem do teatro que tanto respeita a arte e seus artistas. Estou muito feliz em trabalhar com ele e com toda a equipe que tanto admiro”.

Números e curiosidades de uma grande produção

“Memórias de um Gigolô” conta com 21 atores em cena e soma 130 pessoas envolvidas em toda a equipe do espetáculo, entre produção, elenco e pessoal técnico. Para dar vida e embalar esse grande musical, 14 canções foram compostas por Miguel Falabella em parceria com Josimar Carneiro.

A cenografia foi construída com elementos que remetem à cidade de São Paulo, não de forma literal ou realista, mas na sua essência. No total foram utilizados mais de 2 mil metros de tecido e mais de 8 toneladas de ferragem e madeira no suporte do cenário, que cria um jogo de cenas ágil e delicado para abrigar uma história tipicamente paulistana.

O visagismo é temporal e retoma as décadas de 30, 40 e 50, tanto na maquiagem dos personagens quanto nos elementos de postiçaria. Ao todo, o elenco usa 23 perucas e 10 bigodes, além de 125 figurinos completos.

 

SERVIÇO

 

Período: até 30 de agosto de 2015

Local: Teatro Procópio Ferreira (Rua Augusta, 2823)

Horários: Quinta 21h; Sexta 21h30; Sábado 18h e 21h30; Domingo 18h

Preços dos ingressos: de R$ 50,00 a R$ 180,00

Classificação etária: 14 anos

Chaplin_Omusical_v-quadrada

Jarbas Homem de Mello e Marcello Antony em ‘Chaplin, O Musical’

Superprodução baseada na história do gênio da sétima arte chega a São Paulo. O grande espetáculo da Broadway, produzido por Claudia Raia e Sandro Chaim, traz cinco músicas inéditas e características de estreia mundial.

Das ruas de Londres aos estúdios de Hollywood, o nascimento de um gênio do cinema. ‘Chaplin, O Musical’ refaz os passos que levaram sir Charles Spencer Chaplin ao estrelato e transporta a plateia ao universo do eterno Carlitos, o Vagabundo.

O espetáculo é estrelado por Jarbas Homem de Mello que, no papel de Chaplin, divide com o irmão mais velho, Sydney (Marcello Antony), o sonho de uma realidade melhor do que a que lhes é oferecida. Desde muito novo, Chaplin observou e admirou o talento de sua mãe, Hannah (Naíma), que brilhava como cantora de teatro. Herdeiro de sua desenvoltura sob os refletores, não demorou para que tudo que ele aprendeu da coxia despertasse a atenção dos produtores de teatro e, mais tarde, dos donos de estúdios de cinema.

Durante o musical, o público acompanha os detalhes que fizeram nascer, ao mesmo tempo, um grande personagem e seu empenhado mestre criador. O cenário dessa história é um grande estúdio, onde tudo está em mutação o tempo todo, com a intenção de trazer o público para dentro do backstage.

Para contar essa trajetória, que inclui uma agitada vida amorosa, a relação de cumplicidade com Sydney e escolhas políticas e profissionais, estão também no palco: Oona O’Neill (Giulia Nadruz), sua quarta e última esposa; a colunista e crítica ferrenha Hedda Hooper (Paula Capovilla); o grande empresário do Music Hall londrino Fred Karno (Leandro Luna); e Mack Sennett (Paulo Goulart Filho), fundador dos estúdios Keystone, responsável pela estreia de Chaplin no cinema.

Produzido por Claudia Raia- dessa vez atuando apenas nos bastidores- e Sandro Chaim, ‘Chaplin, O Musical’ estreou originalmente no New York Musical Theatre Festival (2006) e passou pelo La Jolla Playhouse (2010) antes de chegar à Broadway, em 2012. Nos palcos do Theatro NET SP, o espetáculo traz interpretações musicais grandiosas que incluem canções originais adaptadas e também cinco músicas inéditas, compostas especialmente para a montagem brasileira.

A narrativa ainda é enriquecida com projeções de trechos dos principais filmes dirigidos e encenados por Chaplin. Com classificação livre, o espetáculo é familiar como define Claudia Raia. “As crianças têm de ver porque é tudo muito encantador e emocionante. Meninos e meninas vão se identificar e curtir O Vagabundo”, afirma a produtora.

A dedicação da equipe e do elenco ao espetáculo foi enorme, tudo em prol de um resultado grandioso como a figura de Chaplin merece, é o que conta Jarbas Homem de Mello: “É uma responsabilidade imensa, não só porque o seu grande personagem, Carlitos, está no inconsciente de todos, mas principalmente por revelar ao público a história e aspectos da personalidade de Charles Chaplin que são completamente desconhecidos”.

Protagonizando o musical ao lado de Jarbas, Marcello Antony destaca o papel de Sydney na vida do irmão: “Pouca gente sabe da importância do Sydney na vida do Chaplin. Eles começaram atuando em comédia juntos, como uma dupla. Ele era uma espécie de chefe da família e abdicou da carreira para cuidar da mãe deles, que ficou muito doente, dando tranquilidade para o irmão brilhar. Mais tarde, se tornou o empresário do irmão talentoso” conta.

O espetáculo brasileiro traz a história de Chaplin em uma montagem precedida de grande expectativa, com características de premiére mundial. “O público vai conhecer a vida do homem por trás do gênio. Nós contamos sua infância em um bairro pobre de Londres. Foi o talento de Chaplin para fazer rir que o levou a Hollywood. A peça tem cenas muito engraçadas, mas também muito emocionantes. Durante os ensaios é comum ver alguém chorando no final. O público vai rir e vai se emocionar”, garante o diretor, Mariano Detry.

 

Números e curiosidades de uma megaprodução

– 21 atores envolvidos (19 adultos, 2 crianças)

– 34 técnicos

– 65 pessoas empregadas

– 300 horas de ensaio

– 120 figurinos

– 5 músicas extras compostas especialmente para a versão brasileira

– 32 perucas (2 só para o Chaplin)

– 25 itens de postiçaria (bigodes, sobrancelhas e barbas) + 20 bigodes só para o Chaplin

– 1 hora de caracterização para Jarbas Homem de Mello virar Chaplin

– 9 décadas é o tempo que o espetáculo atravessa e o visagismo foi feito dentro delas

– 3 bengalas vindas de Londres, do mesmo tipo das que o Chaplin usava estão em cena

– O musical tem uma parte circense que traz elementos de visagismo como perucas volumosas e outros adereços

– Réplicas de objetos e peças de antiquários de São Paulo são utilizadas no espetáculo

– O projeto do cenário é inglês

– O diretor do espetáculo é argentino e mora em Londres há 15 anos

 

Serviço: 

Período: 14 de maio a 12 de Julho de 2015

Local: Theatro NET SP | Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas 360 – Itaim Bibi) | 5º piso

Horários: Quinta, 21h; Sexta, 21h; Sábado, 18h e 21h30; Domingo, 18h.

_C169587_lay (3)

Acontece amanhã, no TUCA em São Paulo, a pré-estreia de “Galileu” com Denise Fraga e texto de Bertolt Brecht. Na peça, Galileu consegue construir um telescópio melhor que os existentes e explorar os céus como nunca antes haviam conseguido.  Com os satélites de Júpiter, ele finalmente comprovaria a doutrina de Copérnico de que o Sol é o centro do Universo e de que a Terra se move e gira em torno dele. Galileu passa a defender e a propagar esta ideia, apesar de saber que ela era contrária ao dogma da Igreja.  Entretanto, este homem apaixonado, o cientista genial movido por uma nova verdade, vê os senhores do poder estabelecido se negarem à obviedade dos fatos.

A ideia da Terra não ser o centro do Universo ameaçava convenientes estruturas de poder.  Estávamos em 1609, em pleno movimento da Contra Reforma.  Galileu tinha muito prestígio e amizades dentro do próprio clero e acreditou que, com este escudo, poderia seguir em frente para instalar seu novo esquema de mundo.  Ledo engano.  Foi perseguido pela Santa Inquisição, processado duas vezes, e, ameaçado de tortura, foi obrigado a negar, abjurar, suas ideias publicamente. Somente em 1992, mais de três séculos após a sua morte, a Igreja reviu o processo da Inquisição e decidiu pela sua absolvição.

Mas não é só da biografia de Galileu que Brecht quer falar.

Brecht coloca em xeque o herói, seu significado social, a discutível necessidade de sua existência numa sociedade que compromete sua liberdade em seus inevitáveis jogos de poder.  Com isso, chama toda a plateia para compartilhar de sua questão

O espetáculo da diretora Cibele Forjaz desvenda o fazer teatral diante do público, com atores que manipulam o cenário e fazem a contraregragem, totalmente disponíveis artisticamente para contar a história que Brecht reinventou, trazendo à cena uma profusão de formas, conceitos, parodias grotescas, cenas pungentes, emoção e muito riso, um estranhamento carnavalizado com a intenção de, talvez, criar um espetáculo genuinamente épico brasileiro.

Galileu Galilei é uma profunda e divertida reflexão sobre o que somos, o que viramos, o quanto abandonamos de nós, a luta de classes, o “ser mandado” e “ser patrão”, a tirania do poder econômico, as liberdades de escolha e o preço a pagar por elas.

A quantos absurdos conseguiremos nos submeter com cara de paisagem?

A peça cumpre temporada no TUCA, de sexta a domingo.

Sextas e sábados: 21:00hs

Domingos: 19:00hs

 

Relatos

We Love – Roseli Lopes

17 de fevereiro de 2014 1 Comentário

We Love

Adoro o nordeste. Há pouco tempo tive o prazer de conhecer Salvador e seu povo adorável, bem como a Praia do Forte, o Projeto Tamar e Morro de São Paulo, que são como um presente de Deus. Realizei também um sonho antigo que era andar pelo Pelourinho e visitar a Igreja do Senhor do Bonfim. Na minha opinião, todo bom passeio começa quando escolhemos a companhia de viagem. E nada melhor que sair de casa para viajar, a trabalho ou passeio, com a certeza de um atendimento  de primeira que a Avianca sempre nos presta.

We Love2

Minha sogra mora em Natal, cidade especial, onde sempre que posso vou respirar aquele ar saudável e me deleitar nas suas praias maravilhosas.  Em nossas idas e vindas para lá,  ou quando providenciamos passagens para minha sogra vir nos visitar, sempre escolhemos a  Avianca. Afinal, queremos sempre o melhor para quem amamos.

Tenho um projeto antigo e que acredito ser o sonho de muitos: conhecer todos os cantinhos do nosso Brasil. Nesse projeto uma coisa é certa: irei bem acompanhada pelo marido e  pela Avianca, que fará parte de mais esse momento especial em nossas vidas.

Minha história com a cia vai além das cidades do Brasil que pude conhecer nas viagens que já fiz.  Com a Avianca também pude viajar sem sair do chão. E a última delas vou contar agora: sou apaixonada por teatro, especialmente pelos musicais. Viajei longe com as emoções que vivi assistindo ao maravilhoso espetáculo “Crazy For You” como convidada da Avianca. A peça estreou em Dezembro em São Paulo e tem no elenco Claudia Raia, Jarbas Homem de Mello e muitos outros atores queridos que, sempre que posso, faço questão de prestigiar nos palcos paulistanos. Fico muito feliz em saber que, assim como eu, a Avianca também aposta na cultura do nosso País. E ela vai além, apoiando essas montagens para que possam chegar até todos nós.

We Love 3

Obrigada Avianca por me proporcionar mais esse prazer. Desejo imensamente que esse apoio continue e seja duradouro porque um país com cultura é um país próspero e feliz.

 

 

Roseli Lopes

Culturais

Como não rir com Paulo Gustavo

8 de outubro de 2013 0 comentário

jorge_bispo-

De bermuda, camiseta básica e um minuto antes do previsto, eis que surge Paulo Gustavo no aconchegante Hotel La Suite, no Rio de Janeiro, já soltando a primeira piada do dia: “Fala que você nunca viu um ator tão pontual em toda sua vida. E olha que eu vim de Niterói!”. O jeito engraçado acompanha o ator e humorista desde pequeno. Em casa, bastava ter um pouco de silêncio para ele começar o seu show. “Imitava a minha vó e tios o tempo todo. Tinha certeza que iria trabalhar com artes um dia”, lembra. Essa certeza o fez mudar-se para Nova York após completar 20 anos. A ideia era estudar sapateado na Broadway e começar a carreia de maneira grandiosa. “Sempre fui assim, de pensar grande. Sou muito corajoso”, completa.

 

Mas, na prática, não foi exatamente o que aconteceu. Para pagar as aulas, Paulo trabalhava como garçom em Nova Jersey, cidade ao lado de Nova York, mas morava no Queens, bairro que fica do lado oposto da cidade. Trabalhava o dia todo e mal sobrava tempo para se dedicar aos estudos. “Resolvi voltar porque senti que aquilo não iria dar certo, foi quando eu entrei na CAL e tudo mudou”. Paulo entrou para a Casa de Artes de Laranjeiras – uma das mais conceituadas escolas de artes do Rio. Lá conheceu Fábio Porchat, que escreveu o espetáculo “Infraturas”, com direção de Malu Valle, primeira peça a lhe dar uma certa visibilidade.

 

Foi então que resolveu escrever o monólogo “Minha Mãe é uma peça”. Na época, seu pai ofereceu a venda do carro da família para que o sonho do filho fosse realizado. Não foi preciso, mas os pais ajudaram com algumas folhas de cheque e, em 2005, ele estreou o espetáculo em um teatro de 100 lugares no Rio. Já na segunda semana, os ingressos começaram a se esgotar rapidamente e ele precisou abrir sessões de terça a domingo. Depois da primeira temporada de 9 meses, o ator estreou em um teatro de 400 lugares, ficando em cartaz por dois anos até se apresentar para 3 mil pessoas em uma casa de shows ainda no Rio de Janeiro.

 

A peça, que está em seu sétimo ano, já esteve em cartaz em São Paulo, nas principais capitais e agora está em turnê pelo Brasil, levando em média 5 mil pessoas por final de semana ao teatro. Devido ao enorme sucesso, o espetáculo ganhou este ano uma versão para o cinema e os números são ainda mais expressivos. “Minha Mãe é uma peça – o filme” ultrapassou a marca de 4,5 milhões de espectadores e arrecadou cerca de R$ 50 milhões contra os R$ 5 milhões gastos para produzi-lo. O filme entrou para um seleto ranking com apenas cinco filmes brasileiros que conseguiram atrair este número de pessoas às telonas desde a retomada do cinema brasileiro, em 1995.

 jorge_bispo-8390

Além do espetáculo e do filme, Paulo Gustavo pode ser visto no programa semanal “220 volts”, e de segunda a sexta-feira em “Vai que Cola” – ambos no Multishow, canal pelo qual possui total amor e dedicação. “Sou extremamente grato ao Multishow, eles acreditaram realmente em mim”, fala.

 

Mesmo com o indiscutível sucesso e superexposição, Paulo não leva a fama muito a sério. “Não acredito muito nesta loucura toda, é só um trabalho. Tenho a sorte de me realizar fazendo o que gosto, mas é só isso. Não sou gênio, a gente não é nada”, completa. Para ele, o sucesso veio gradativamente, não foi da noite para o dia. Deu tempo de ir se acostumando com a ideia sem deixar que isso afetasse seus valores. “Até um tempo atrás, eu estava naquele momento da carreira em que as pessoas olhavam para mim e se perguntavam: esse cara aí é o Paulo Gustavo ou o porteiro do meu prédio?”, ironiza.

 

Ele atribui à criação dos seus pais, os valores que aprendeu e leva para sua vida. “Foram eles que me ensinaram a ser íntegro e honesto. Minha mãe apontava quando eu estava errado na frente dos outros, se eu não dividisse o brinquedo com meus amigos, ninguém brincava”, explica Paulo, que tem em sua mãe a maior inspiração para o seu trabalho. Embora “Minha Mãe é uma peça” não seja uma biografia, a Dona Hermínia do espetáculo muito se parece com sua mãe, principalmente nas relações com os filhos. “Minha mãe sempre foi assim de falar alto, gritar, dar bronca e ao mesmo tempo amar tanto”, conclui.

 

Paulo Gustavo não se aproveita da fama para fazer pedidos dignos de um astro do humor. “No meu camarim não peço nada, primeiro porque sou careca, não preciso de cabeleireiro. A minha roupa eu mesmo levo porque sei o que fica bom em mim. Para comer, somente café, chá e uva. Até porque se eu comer antes do espetáculo minha barriga sobe até a cabeça, fico mais gordo do que eu já sou e nunca mais consigo fazer o espetáculo”, brinca ele, admitindo estar sempre insatisfeito com o corpo. “Não tenho tempo de malhar muito e já fiz até lipo. Mas tenho certeza que a gordurinha da barriga se escondeu na hora da cirurgia e só voltou ao seu lugar de origem quando terminou. Ela deve ter comemorado: ufa, essa foi por pouco!”, teoriza.

 

Quando não está em seu ritmo frenético de trabalho, Paulo Gustavo gosta de viajar de volta para sua casa em Niterói e curtir a Praia de Itacoatiara. O ator mora com os pais em uma casa recém adquirida com espaço suficiente para reunir a família e os amigos. “Gosto de fazer viagens curtas. A maior de todas foi para Nova York onde fiquei 11 dias, mas prefiro viagens de até cinco dias e em lugares agitados, adoro gente” completa. Mas agora ele estará sem tempo para descansar, pois está em turnê com “Hiperativo” e “Minha Mãe é uma peça” por todo o Brasil até o final do ano. Em paralelo, grava um novo programa para o Multishow, que estreia em abril do ano que vem, e ainda arranja tempo para escrever, em parceria com Fil Braz, o roteiro da continuação de “Minha Mãe é uma peça – o filme”.

 

As peças “Hiperativo” e “Minha Mãe é uma peça” estão em turnê pelo Brasil e são mais duas pelas patrocinadas pela Avianca!

Para saber mais sobre a vida e a carreira do Paulo Gustavo, não deixe de acompanhar a entrevista que ele deu para a nossa revista.

Culturais

Você conhece o projeto “Avianca Cultural”?

18 de fevereiro de 2013 0 comentário

Confira o vídeo de agradecimento dos artistas que brilharam nos palcos em 2012 em espetáculos que tiveram o apoio da Avianca

Criado em 2011, o projeto “Avianca Cultural” apoiou em 2012 mais de 30 manifestações artísticas de diversos segmentos.

“Nosso apoio a estes projetos objetiva contribuir para que essas manifestações culturais brilhem cada vez mais e cheguem ao maior número possível de pessoas”, declara o vice-presidente comercial e de marketing da Avianca, Tarcísio Gargioni.

Em 2013 estamos vindo com ainda mais força e novidades para vocês! Não deixem de acompanhar nosso blog e participar dos nossos concursos culturais para concorrer a diversos prêmios!

 

Musical mais badalado do Brasil no ano, “Vale Tudo, o Musical” terá mais uma vez o apoio cultural da Avianca.

Sucesso de público, crítica e bilheteria, o espetáculo é comandado com brilhantismo por Tiago Abravanel e Danilo de Moura, que junto a grande elenco estão encantando plateias de todo o Brasil. Inspirado no livro de Nelson Mota “Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia” e dirigido por João Fonseca, já foi aplaudido por mais de 100 mil expectadores.

Em pouco mais de três horas de show conta passagens engraçadas e tristes da intensa vida de Tim Maia, como sua prisão nos Estados Unidos, suas conturbadas relações amorosas e seus abusos com álcool e drogas. O repertório traz ainda, 25 grandes sucessos da carreira de Tim, desde seu inicio nos Sputniks até o seu estrondoso sucesso em carreira solo.

Após temporada de sucesso absoluto em São Paulo e turnê no Brasil, o musical está de volta ao Rio de Janeiro, no Theatro Net Rio.Garanta já o seu ingresso.

http://www.theatronetrio.com.br/programacao/48/Tim%20Maia.html