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Durante a Viagem

As viagens em família são ótimas oportunidades para passar momentos ao lado de quem se ama. No entanto, é preciso tomar alguns cuidados ao montar um roteiro de viagem com crianças, a fim de que elas aproveitem melhor o período.

A definição do destino e do hotel é uma etapa essencial durante o planejamento, que deve priorizar locais interessantes, seguros e, se possível, com uma boa infraestrutura para a criançada.

Outra dica é estabelecer um roteiro tranquilo, com horário para refeições e períodos maiores dedicados aos passeios, de forma que as atividades não se tornem cansativas.

No texto de hoje, separamos algumas dicas que podem garantir o sucesso de sua viagem em família. Continue a leitura e saiba mais!

Como montar um roteiro de viagem com crianças

Ao estabelecer a programação da viagem com as crianças procure conciliar o interesse dos membros da família para que o período seja agradável a todos.

Além de definir as atrações turísticas, é importante pensar em outros fatores. Veja alguns abaixo.

Considere o tempo de deslocamento

O meio de transporte e o tempo de deslocamento são elementos relevantes em toda viagem, ainda mais com crianças, já que períodos longos podem deixá-las entediadas e irritadas.

Em trajetos de avião, geralmente há entretenimento de bordo. No entanto, uma recomendação é levar itens como jogos e livros para minimizar a espera no embarque e em outros trechos do itinerário.

Além disso, programe a chegada aos compromissos com horário definido e certa antecedência. Assim, se houver algum imprevisto no momento da saída ou durante o trajeto — uma parada para as crianças irem ao banheiro, por exemplo — você evita problemas como atrasos.

Escolha bagagens adequadas

Quem viaja com filhos pequenos carrega muitos itens, não é mesmo? E além de tudo isso, precisa ter as mãos livres para apresentar documentos e cuidar das crianças.

Uma dica significativa é escolher bem as bagagens — malas grandes e pesadas podem se tornar um incômodo durante os deslocamentos. Pensando nisso, procure montar malas práticas e com um tamanho adequado.

Para evitar o excesso de roupas e objetos, analise a temperatura do local, a duração da viagem e leve apenas a quantidade suficiente para esse período.

Outra recomendação é levar uma mochila ou bolsa pequena para armazenar os itens que a família poderá precisar durante as atividades turísticas, como água, boné, lenço de papel, protetor solar etc.

Defina os passeios

Algumas cidades contam com inúmeras atrações e pontos turísticos. Assim, para não haver discussões durante a estadia, a dica é definir o roteiro de viagem antes de embarcar.

Também é importante conversar com as crianças e explicar que haverá períodos específicos para atividades infantis, como passeios em parques e praias, e momentos voltados aos adultos, com visitas a museus, por exemplo.

Procure não incluir muitas atividades ao longo do dia, especialmente para locais mais distantes, pois no fim da tarde a criançada ficará cansada e irritada com o passeio.

Deixar alguns dias livres durante a viagem é outra excelente estratégia. Dessa forma você poderá adaptar o roteiro caso haja imprevistos que atrapalhem a programação, como dias chuvosos.

Estabeleça horários para almoço e jantar

Defina horários para as refeições e verifique as opções de estabelecimento na região. Assim, você não precisará entrar no primeiro restaurante do caminho e correr o risco de ter uma experiência negativa.

Outra dica é levar frutas, água, suco e biscoitos para que as crianças se alimentem nos intervalos das refeições ou em locais sem muita infraestrutura, como em praias mais afastadas e desertas.

Reserve um tempo para aproveitar as áreas de lazer do hotel

Se o hotel escolhido tiver boa infraestrutura, com piscina, salão de jogos e playground, inevitavelmente seus filhos vão querer aproveitar essas atrações. Portanto, ao montar um roteiro de viagem com crianças, reserve um período do dia para que elas consigam se divertir na hospedagem.

Sugestões de destinos para viagem em família

Há diversos destinos nacionais e internacionais que contam com atrações para adultos e crianças. Confira algumas ótimas opções para viagens em família.

1. Salvador

Salvador tem boa infraestrutura hoteleira e ótimas opções de resorts com atrações para toda a família, entre eles o Catussaba Resort Hotel e o Gran Hotel Stella Maris.

Além disso, a cidade guarda uma parte da história do Brasil, o que faz do destino uma excelente escolha, especialmente para as crianças em idade escolar.

A Praia do Forte, próxima à Salvador, também é uma alternativa para viagens em família, pois tem mar calmo, com água quente e cristalina, e bons hotéis, como o Iberostar.

2. Florianópolis

A capital de Santa Catarina é outro destino interessante para um roteiro de viagem com crianças. A cidade tem praias para diferentes públicos, e as crianças mais aventureiras podem se divertir nas Dunas da Joaquina, um dos cartões-postais da região.

Se a ideia for fazer uma viagem de férias, você pode aproveitar a período mais longo para visitar o parque Beto Carrero World, no município de Penha, que fica a menos de 2 horas do centro de Florianópolis.

3. Gramado

Gramado fica a cerca de 100 km de Porto Alegre e é famosa pelas atrações natalinas durante o fim do ano, mas também é uma boa opção para as férias de julho e feriados.

Entre os atrativos turísticos estão o GramadoZoo, o Museu de Cera Dreamland, o Snowland (parque com pista de patinação no gelo e neve artificial) e o parque de diversões Alpen Park, localizado em Canela, cidade vizinha.

4. Valle Nevado

Uma boa opção para uma viagem internacional em família é o Valle Nevado, que fica a aproximadamente 60 km de Santiago, capital do Chile.

De junho a setembro, a temporada de neve está aberta. Assim, é possível esquiar e se divertir nas montanhas do local, que também conta com opções de hospedagem. Além disso, você e sua família podem aproveitar a estadia para conhecer o centro histórico da capital chilena e outras atrações da região.

Essas foram nossas dicas para montar um roteiro de viagem com crianças. Escolha o destino do passeio e aproveite os dias com a família!

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Viajar sozinho é algo que divide opiniões! Enquanto algumas pessoas têm bastante receio em fazer uma viagem sem amigos ou familiares, outras sonham em embarcar nessa aventura.

Se você faz parte do primeiro grupo, no post de hoje vamos mostrar que explorar novos destinos em sua própria companhia pode ser uma ótima opção.

Caso você já tenha vontade de se aventurar pelo mundo, mostraremos algumas dicas essenciais, além dos melhores destinos para viajar sozinho.

Gostou da ideia? Então continue a leitura e saiba mais!

Viajar sozinho: uma experiência de autodescoberta

Fazer uma viagem por conta própria é uma experiência única que proporcionará momentos de autoconhecimento, independência e liberdade. A seguir, listamos as 3 principais vantagens de viajar sozinho.

1. Fazer novas amizades

Sozinho, sim. Solitário, nunca! Esse deve ser o lema daqueles que decidem embarcar nessa experiência. Uma das principais vantagens de viajar sozinho é a possibilidade de conhecer novos lugares, culturas e pessoas.

Não são poucos os relatos de viajantes que fizeram grandes amizades durante suas excursões, tanto com moradores locais quanto com outros turistas. Especialmente para quem escolhe se hospedar em hostels, conhecer novas pessoas é quase obrigatório!

2. Traçar seu próprio roteiro

Só quem já viajou com um grande grupo de pessoas conhece as dificuldades de traçar roteiros que agradam a todos os gostos. Viajando sozinho, esse problema simplesmente não existe!

Afinal, é você quem decide quais atrações conhecer, quanto tempo permanecer em cada cidade e quando ficar de bobeira. Essa liberdade é um diferencial importante para fazer da sua viagem uma experiência única e ainda mais prazerosa.

3. Conhecer-se melhor

Conhecer o mundo também pode levar a uma excitante e inesperada viagem para dentro de si. Passar um tempo por conta própria ajuda bastante no autoconhecimento, que é essencial em uma vida mais feliz e plena.

Aproveite a viagem para redescobrir qualidades, experimentar novas coisas e enxergar possibilidades ao redor com a melhor companhia: a sua!

5 destinos para viajar sozinho

Dentro e fora do Brasil, o que não faltam são destinos imperdíveis para quem deseja embarcar em uma viagem por conta própria. Abaixo, listamos algumas das melhores cidades. Confira!

1. Rio de Janeiro (Rio de Janeiro)

Um dos destinos turísticos mais buscados do país, a cidade maravilhosa abriga o famoso cartão postal do Brasil: o Cristo Redentor. Ao visitar a cidade, conhecer o Corcovado e o bondinho do Pão de Açúcar é praticamente obrigatório para os turistas!

Mas também há muito mais o que explorar: as lindas praias do Rio são uma atração à parte. Durante a tarde, vale a pena alugar uma bicicleta e dar um passeio pela orla, do Leme ao Leblon, conhecer bairros charmosos, como o de Santa Teresa, e o belíssimo Parque Lage.

À noite, uma boa sugestão é curtir um samba de raiz sob os arcos da Lapa, o bairro boêmio da cidade. Para quem gosta de agito, também há muitas opções de shows e casas noturnas badaladas.

2. Belo Horizonte (Minas Gerais)

A capital mineira é perfeita para quem tem espírito boêmio e não dispensa uma boa mesa de bar — a cidade, inclusive, é considerada a capital dos bares! Cervejas artesanais podem ser degustadas nas próprias cervejarias, como é o caso da Vilela, localizada no bairro Santa Efigênia, ou nos bares da região da Savassi, Santa Tereza e no famoso Edifício Maletta.

Mas nem só de vida noturna se faz Belo Horizonte. A cidade também tem pontos turísticos famosos e que valem o passeio, como a igrejinha da Pampulha e a belíssima paisagem vista do alto da Praça do Papa.

Não deixe de dar uma volta pelo Mercado Central para provar o famoso fígado acebolado com jiló e degustar as delícias de Minas, como o queijo canastra e o doce de leite.

Há também opções dentro da cidade, como o Circuito Cultural da Praça da Liberdade, que conta com exposições de artistas renomados. Para quem se interessa por arte, vale a pena conhecer o Inhotim, o maior museu a céu aberto do mundo, localizado na cidade de Brumadinho, na região metropolitana da capital.

3. Itacaré (Bahia)

Cidade turística localizada na Costa do Cacau, a 70km de Ilhéus, Itacaré é um dos pontos mais procurados no litoral sul da Bahia. A cidade atrai turistas do mundo inteiro por conta de sua natureza exuberante e praias paradisíacas, como Jeribucaçu, Engenhoca, Itacarezinho e Prainha.

Itacaré também é um dos destinos preferidos dos surfistas, recebendo campeonatos a nível mundial. Entre os meses de julho e outubro, é possível ver as baleias jubarte que descem à costa brasileira para se acasalar e ter filhotes nas águas mornas do Nordeste.

Quem busca novidades e aventura poderá aproveitar as aulas de surfe, canoa ou stand up paddle, além de belíssimas trilhas para as praias. À noite, vale a pena curtir um samba na Passarela da Vila ou uma volta pela Pituba, a rua principal da cidade, e desfrutar da autêntica culinária baiana.

A cidade, que é bastante tranquila na baixa temporada e agitada durante o verão, conta com uma ótima estrutura para turistas, com muitas opções de hotéis, pousadas e hostels.

4. Nova York (EUA)

Conhecida como a cidade que nunca dorme, Nova York parece reunir em um só lugar todos os cantos do mundo. Para quem busca uma metrópole completa, multicultural e bastante agitada, esse é o destino certo.

Nova York é uma cidade que habita o imaginário de muitas pessoas por conta dos inúmeros filmes e séries gravados por lá. Quem nunca se imaginou dando uma volta pelo Central Park ou pelos famosos bairros da região, como Brooklyn, Bronx e Queens?

No mês de dezembro, durante o inverno no Hemisfério Norte, a cidade fica ainda mais deslumbrante por conta das atrações de Natal — um verdadeiro cenário de cinema!

5. Santiago (Chile)

Uma das capitais mais visitadas da América Latina, Santiago é uma cidade cheia de charme, mesclando a beleza natural da Cordilheira dos Andes e da arquitetura com ares de modernidade.

A metrópole chilena conta com uma vida cultural agitada, além de um circuito gastronômico de dar água na boca.

Santiago é cercada pelos Lagos Andinos e por estações de esqui, uma ótima opção para quem deseja se aventurar no esporte. Além disso, vale a pena conhecer as vinícolas da região, como a internacionalmente famosa Concha y Toro, e desfrutar de deliciosos vinhos.

E então, curtiu este post? Gostou das nossas sugestões de destinos para viajar sozinho? Aproveite e veja também os lugares para visitar na baixa temporada!

Uma viagem internacional é algo que exige bastante planejamento e pesquisa para que nenhum detalhe passe despercebido. Especialmente quem está embarcando em sua primeira aventura, é normal se esquecer de alguns pontos importantes, como é o caso do uso de celular no exterior.

Muitas pessoas podem ficar incomunicáveis ou levar um grande prejuízo financeiro por não se programarem para usar o celular fora do país da forma adequada.

Para que isso não aconteça com você, no post de hoje, vamos mostrar quais são as principais opções, como usá-las e quais são as vantagens e desvantagens de cada uma delas.

Continue a leitura e saiba mais!

4 maneiras de usar o celular no exterior

1. Escolher um plano de roaming

Fazer um plano de roaming com a operadora de telefonia no Brasil é uma opção para quem quer praticidade e não se importa em pagar mais caro por isso. Afinal, os valores para esse tipo de serviço costumam ser bem salgados.

No entanto, não são todas as operadoras que oferecem esse tipo de serviço. Ainda assim, é possível encontrá-lo nas principais, como Claro, Vivo, Tim e Oi. As tarifas e pacotes variam de acordo com cada empresa.

Em geral, é possível contratar pacotes de internet com um valor fixo diário (que varia de R$29 a R$69 por dia), e você só paga nos dias em que usar. Se a viagem for longa e a internet for usada todos os dias, o preço final pode ser exorbitante.

Esse investimento só vale a pena para quem não tem tempo de adquirir outro chip e precisa da internet de forma imediata, sem ter de procurar um ponto com Wi-Fi.

Também é válido ativar o roaming caso você só precise usá-lo um dia ou outro ao longo da viagem, caso não encontre outra opção de conexão.

Mas vale lembrar que, ainda que o preço seja alto, a qualidade não é compatível. Após gastar uma determinada quantidade de MBS no dia, a conexão se torna extremamente lenta — ou, em alguns casos, desaparece.

2. Adquirir um chip local

Comprar um chip local também é uma boa opção para quem deseja viajar e usar o celular no exterior. Mas lembre-se de verificar se o seu aparelho é desbloqueado, caso contrário, o chip — conhecido em outros países como SIM card — não funcionará.

Como você só poderá comprar o chip quando chegar ao seu destino, também é interessante pesquisar previamente na internet quais são as operadoras locais e quais planos oferecem.

A principal desvantagem dessa opção é que você não terá acesso imediato à internet quando chegar ao país e, provavelmente, perderá algum tempo procurando um local para comprar o chip.

No entanto, se o seu objetivo é economizar, essa opção é mais barata do que os planos de roaming ofertados pelas operadoras do Brasil.

3. Comprar um chip internacional

Comprar um chip internacional também é uma boa opção para quem vai viajar para o exterior, especialmente se o roteiro incluir mais de um país, visto que adquirir um chip local para cada destino é inviável.

É possível encontrar boas empresas que oferecem o serviço no mercado, como a Travel Mobile e a Easysim4u (exclusiva para viagens aos Estados Unidos). Cada uma delas conta com pacotes diferentes e valores diversos, com internet ilimitada ou planos mais restritos.

Uma das principais vantagens do chip internacional é que você pode adquiri-lo antes mesmo de viajar, pois as empresas entregam no Brasil. Com isso, você já chegará ao seu destino com acesso à internet, o que é bastante prático para quem precisa pesquisar informações, usar o Waze ou o Google Maps, por exemplo.

Com o chip em mãos, basta colocá-lo no aparelho ao desembarcar. Vale lembrar que, ao usar um chip internacional em seu celular, o número continua o mesmo. Ou seja: você não perderá seus contatos ou o acesso a aplicativos cujo login é feito pelo número de celular, como é o caso do WhatsApp e do Instagram.

4. Usar Wi-Fi gratuito

Para quem não precisa ou não sente a necessidade de estar conectado à internet durante todo o dia, as conexões de Wi-Fi gratuitas são a forma mais simples — e mais econômica — de usar o celular no exterior.

A maioria dos estabelecimentos oferece internet liberada e, em muitos deles, não será necessário pedir a senha — como é o caso das redes Starbucks e McDonald’s. Na pior das hipóteses, você perderá alguns minutos fazendo um cadastro para acessar o Wi-Fi.

Atualmente, os hotéis e hostels também contam com internet gratuita para os hóspedes. Além disso, é possível usar o Wi-Fi em aeroportos e até mesmo em pontos turísticos de algumas cidades.

Caso você precise fazer chamadas com uma qualidade melhor ou com boa conexão de Wi-Fi, é possível usar aplicativos como Skype, WhatsApp e Viber tranquilamente. Com o Wi-Fi devidamente conectado, outra boa dica é baixar apps que podem ser usados offline, como mapas e guias locais.

É importante ressaltar que essa é uma opção para os mais desapegados. Isso porque, dependendo do destino, você não poderá contar com Wi-Fi de boa qualidade e terá que usar esse recurso somente em caso de muita necessidade.

Dica Extra

Vale lembrar ainda que não é indicado usar o celular no exterior como se estivesse no Brasil. Afinal, as tarifas de ligações e de uso de pacote de dados são extremamente altas e saem mais caras até mesmo que os já salgados planos de roaming. Em alguns casos, a própria operadora desativa a conexão fora do território brasileiro.

Portanto, vale a pena fazer uma boa pesquisa, pesar sobre as vantagens e desvantagens de cada opção e encontrar a que mais se adequa ao seu orçamento e às suas necessidades. Dessa forma, você poderá viajar com mais tranquilidade e usar o celular no exterior sem dores de cabeça!

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Para você que é vegetariano: saiba como pedir a opção de serviço de bordo vegetariano.

Pensando em atendê-los cada vez melhor, disponibilizamos (como cortesia também) a opção de serviço de bordo vegetariano. O cardápio é no padrão VLML – ovo-lacto-vegetariana. Sendo assim, podem ser utilizados derivados de ovo e leite, como queijos, em sua composição.

Como exemplo, algumas das refeições vegetarianas atuais que podem estar disponíveis para seu voo são:

Serviço de Bordo Vegetariano com Abobrinha

Pão Australiano, Molho Pesto, Abobrinha, Cenoura e Mussarela.

Serviço de Bordo Vegetariano com Abobrinha

Pão de Parmesão, Alface, Abobrinha e Cenoura Grelhada.

Serviço de Bordo Vegetariano com Beringela

Pão de Aveia, Alface e Berinjela.

Para pedir sua refeição vegetariana, é preciso solicitar no momento da compra da passagem ou ainda por meio da nossa central pelo telefone 4004-4040 com 48 horas de antecedência.

É necessário consultar qual é o cardápio vigente e as opções disponíveis. Para voos internacionais, existem mais opções que também devem ser consultadas através da central de vendas. Em caso de dúvidas, entre em contato e converse com um de nossos atendentes.

Você pode saber mais sobre o serviço de bordo oferecido, entretenimento de bordo, conforto das poltronas e muitas outras informações, na sessão de Experiência Avianca.

Para saber os destinos atendidos pela Avianca Brasil, consulte o Mapa de Rotas.

Dicas de ViagemDurante a Viagem

Bebês Voadores

28 de junho de 2013 2 Comentários

 Bebe a Bordo

 

Um pequeno ponto em minha última coluna causou alvoroço entre o pessoal que comentou e me mandou mensagens: o infortúnio de voar no mesmo avião onde há um bebê chorão. Pelo amor de Deus, me entendam: não tenho nada contra bebês, mesmo os chorões! Sei que é parte do ciclo da vida, da natureza dos bebês e que, mais do que qualquer outro passageiro, o sofrimento dos pequeninos em um acesso de choro é o que me causa mais dó.

 

Apesar de não ter filhos, vou me aventurar a escrever um texto que seria mais adequado a uma experiente ama-seca com sabedoria maternal do que a um jovem adulto que jamais trocou uma fralda.  Uma coluna dedicada a meus pequenos companheirinhos de viagem baseado em táticas eficientes que já presenciei em alguns vôos. Um guia de utilidade infantil para pais e mães em vias de voar com um… bem… neném chorão.

 

1-      Hora da Soneca- procure sempre reservar suas passagens para o horário em que seu nenê tira aquela soneca mais profunda. Claro que vôos intercontinentais duram mais de 10 horas e nem o mais sonífero rebento dorme tanto quanto um urso em época de hibernação, mas estarei abordando outras táticas de distração nos próximos itens.

 

2-      Feels like home- o sonho impossível de qualquer viajante é poder dormir em sua própria cama de casa no avião. Pois bebês podem fazê-lo. Várias companhias aéreas permitem que você leve o assento especial do seu filhote. Peça ajuda a um comissário e instale no assento ao seu lado. Bons sonhos para o neném como se ele estivesse apenas fazendo uma viagem de carro até o parquinho.

 

3-      Planejamento Tático- chegue cedo ao aeroporto para fazer tudo com tempo de sobra. Check-in, imigração, deixe claro para os funcionários no portão de embarque que você está viajando com um bebê (chorão ou não) e eles ainda podem conseguir benesses de última hora como assentos especiais, comidinha e até brinquedos.

 

4-      Chupeta- sabe aquele papo de que a chupeta causa dependência no seu nenê: Que atrapalha a dentição? Que pode causar problemas de estômago? Dane-se! Na hora da emergência ninguém que ver seu filho ensaiar uma orquestra de choros e berros devido ao sofrimento de um ouvido entupido. A chupeta ajuda muito a aliviar a pressão nos tímpanos.

 

5-      Surpresas- leve um arsenal de brinquedos e distrações das mais variadas! Brinquedos, jogos, livrinhos, ipads com desenhos… O que for necessário. Quando a criança estiver enchendo o saco de um, saque uma novidade da mala! Garantia de mais alegria e silencio. Pelo menos por mais meia hora…

 

André Fran é um dos criadores/apresentadores da série de TV “Não Conta lá em Casa” (Multishow), onde quatro amigos encaram os roteiros mais polêmicos do planeta e semanalmente escreve aqui no nosso blog!

André Fran - 03-05-13

Já dei dicas de como fazer as malas, como escolher seu destino, sugestões de leitura de bordo, de como otimizar sua viagem…. Presumo que agora você, leitor, já esteja devidamente embarcado. Mas, como sou chato, você ainda não está livre de meus pitacos e conselhos. Creio que, mais do que um conselho de valor pessoal este texto em questão tem um valor de utilidade pública. Quase um “Manual de Conduta para o Viajante bem Educado”. Dicas úteis para antes mesmo de chagar ao destino final, onde noções de respeito a culturas diferentes, consumo consciente e ética humanitária podem ser determinantes ao futuro turístico do seu roteiro. Mas isso fica para uma próxima oportunidade (ou post).

Por ora, vamos nos ater ao procedimento do viajante enquanto passageiro de avião.

1-    Bagagem de Mão- Ok, a ordem é viajar gastando pouco e ganhando tempo. Ninguém quer pagar extra ou ter que esperar sua mala horas na esteira. Mas isso não quer dizer que você deve forçar a barra de sua bolsa ou mochila a ponto de extrapolar o SEU espaço no compartimento de bagagens. O seu direito (e educação) vai até onde está o direito (e espaço) do outro. Medida padrão: leve apenas o que pode caber embaixo do seu próprio assento.

2-    Descanso de Braço- Se você estiver na janela ou corredor, um dos apoios é seu e não tem papo. Agora, se você tiver que se conformar com um assento no meio da fileira, aí amigo, se pegar um passageiro mais mal-educado a coisa pode se transformar em uma batalha de cotovelos digna das mais acirradas lutas de MMA. Não há regras ou leis, a solução é engajar o vizinho de poltrona em um papo e abrir a questão definindo abertamente uma regra para o relacionamento involuntário que vocês terão que viver por algumas horas.

3-    Bebê a Bordo- Você pode ser o mais abnegado humanitário, um pacifista condecorado ou um monge budista, nada, NADA irrita mais o ser humano do que uma criança aos berros em um vôo longo. Acredite, eu sei. Para amenizar o desespero (seu), só há uma saída: ponha o fone de ouvido e aumente o volume no máximo. E lembre que o sofrimento do bebê, e de sua mãe, com certeza estão bem maiores que o seu. Tenha um pouco de compaixão, Deus está vendo.

4-    A Lei do Ar- Sabia que desobedecer as ordens da tripulação é crime? Seja abusadinho e o seu destino em vez de Orlando ou Buenos Aires pode ser a delegacia do aeroporto. Ok, guardados exageros ilustrativos, é realmente complicado entender quais regras da aviação são realmente vitais ao funcionamento da aeronave e à sobrevivência de todos os passageiros e quais são apenas frescuras desatualizadas. Porque os pilotos podem ter iPad (os manuais agora não são mais de papel) e eu não posso ler meu ebook antes da decolagem sem tomar cutucão da aeromoça? Na dúvida, obedeça primeiro e questione depois.

Percebi agora que um único post não será suficiente para abordar todas as normas de condutas que precisam se tornar rotina dos viajantes para que os vôos se tornem mais agradáveis ou, pelo menos, mais civilizados. A missão é ingrata mas alguém tem que faze-la. Por isso, aguardem novo post sobre o tema.

 

André Fran é um dos criadores/apresentadores da série de TV “Não Conta lá em Casa” (Multishow), onde quatro amigos encaram os roteiros mais polêmicos do planeta e semanalmente escreve aqui no nosso blog!

Durante a Viagem

Leitura de bordo

18 de abril de 2013 4 Comentários

Eu, em processo de produção do MEU livro. Em breve…).

 

Taí, parece que peguei gosto por essa história de dar dicas de viagem de uma maneira inusitada. Muito mais interessante que carregar na mochila um guia tradicional de suas sei lá quantas mil folhas ou passar horas a fio juntando links de blogs, sites e WikiTravels da vida, é instigar o imaginário com referencias lúdicas como filmes e… livros! Sim, esse será o tema de hoje. Uma listinha interessante de livros que podem transformar os seus roteiros e, mais do que isso, revolucionar a sua maneira de planejar uma viagem!

 

Novamente, não esperem de mim uma lista comum de livros no estilo: “Os Restaurantes mais transados de Paris”, “Os 10 Lugares mais Românticos da Grécia” ou “Cool Places NY”. Isso você encontra às pencas em qualquer livraria de fundo de quintal. A pegada aqui são livros com uma proposta original e uma escrita criativa, capazes de te fazer analisar a viagem sob um novo prisma. Como que perguntando as grandes questões atemporais da humanidade, só que adaptadas em forma de roteiro de viagem. Quem somos? Para onde vamos? E por aí vai…

Um guia tradicional as vezes também pode ser útil.

 

15 países com 15 coisas

A Modern Manual – 15 Countries With 15 Things/ CreateSpace, 2012

 

A proposta do autor Andrew Hyde era passar dois anos viajando por 15 países diferentes da maneira mais frugal possível: com apenas 15 objetos pessoais dentro de sua mochila. Ele prova que mesmo com pouco luxo é possível viver a vida de seus sonhos e que a viagem em si é o grande bem que você pode possuir.

 

O longo caminho de volta

The long way home / Free Press, 2012

 

O ex-ator Andrew McCarthy se encontra em um ponto determinante de sua vida: seu casamento! E isso provoca nele uma série de questionamentos que ele só consegue equacionar caindo na estrada. É escalando o Kilimanjaro, cruzando o Amazonas de barco e no meio das florestas da Costa Rica que ele se descobre como viajante e ser-humano.

 

Com a cabeça na cama

Heads in Beds / Doubleday, 2010

 

Por mais que você seja o tipo aventureiro, não tem jeito: grande parte de qualquer viagem é passada dentro do quarto do hotel. E a qualidade do mesmo é determinante na sua viagem. Esse livro é escrito por um funcionário de mais de uma década de uma das maiores cadeias de hotéis do mundo. E aqui ele entrega tudo que você achava que sabia sobre os bastidores de nossa “casa longe de casa”.

 

Marco Polo não foi lá

Marco Polo did´nt go there / Traveler´s Tales, 2008

 

Os relatos de um escritor de viagens pós-moderno. Rolf Potts ficou conhecido como o Jack Kerouac da era da internet graças a seu estilo solto de escrever e encarra as suas andanças pelo mundo. Literalmente deixando a vida lhe levar, Potts narra aventuras incomuns para o andarilho mais ressabiado. Aulas de sexo tântrico na India, perdido sem água no deserto da Líbia, invadindo o set de um filme de Leonardo Di Caprio na Tailândia são algumas das experiências que só ele poderia contar. Mas que podem servir como um exemplo de como levar a vida (e suas viagens) menos a sério.

 

Alguns desses livros nada óbvios foram os principais responsáveis por mudanças estruturais na minha maneira de encarar minhas viagens, minha forma de escrever e, sem dúvida nenhuma, a minha vida. Espero que alguma delas se torne pelo menos uma agradável leitura de bordo para você.

 

André Fran é um dos criadores/apresentadores da série de TV “Não Conta lá em Casa” (Multishow), onde quatro amigos encaram os roteiros mais polêmicos do planeta e semanalmente escreve aqui no nosso blog!