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André Fran

DestinosInternacionais

Irã

21 de agosto de 2014 0 comentário

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Depois de fazer roteiros sobre o Campeão da Copa do Mundo de Futebol (Munique, na Alemanha), de listra meus programas alternativos favoritos de nossa vizinha Argentina (Buenos Aires) e de voltar ao meu país realizando um outro sobre a cidade de Salvador, Bahia, percebi que era hora de radicalizar. Ninguém espera de um “viajante radical” roteiros tradicionais ou caretas, e acho que quanto a isso eu estava cumprindo bem meu papel. Apesar dos destinos não serem assustadores ou impressionantes, fiz questão de manter a originalidade nas sugestões . Pontos turísticos e atrações manjadas não entram nas minhas colunas. Mas estava sentindo falta de apresentar um roteiro totalmente inovador ao meu querido leitor. Então, se você também estava esperando por isso prepare-se, vem aí: um roteiro para o Irã.

 

Confesso que antes de conhecer o lugar a minha imaginação flertava com termos como terroristas, fundamentalistas, extremistas… Mas, depois de conhecer a fundo a capital e rodar bastante pelo país, me sinto totalmente a vontade para inclui-lo entre meus roteiros recomendados. A pérsia (eles fazem questão de frisar que não são árabes e que inclusive sua língua principal é o farsi) tem uma variedade intensa de atrações e é um oásis no deserto para quem curte culturas diferentes e história. E o povo iraniano talvez seja um dos mais hospitaleiros que já conheci! Um passeio incrível e porta de entrada perfeita para um delicioso, diferente e encantador mundo.

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Teerã– ponto inicial de sua viagem. O trânsito é intenso e a cidade é meio caótica, mas é o ponto de partida ideal para se acostumar com as diferenças culturais. Sobretudo para as mulheres. Para os homens, não é legal andar de bermuda ou camisa de manga curta. Mulheres: roupas compridas também e um lenço cobrindo a cabeça (não é necessária a burka, como muitas podem pensar). O grande bazar é um mercado oriental incrível com tapetes persas clássicos a preço de banana! A simpatia dos vendedores um caso a parte (você vai ser convidados para vários tchais). Outro ponto de interesse é a antiga embaixada americana protagonista do sequestro aos embaixadores, hoje cheia de pichações anti-EUA.  A Azadi Tower, ou Torre da Liberdade, é um dos marcos principais do inicio da cidade. Muito interessante!

 

Persepolis– era a capital do império Persa. Hoje, um amontoado de ruínas muito bem conservadas dá a dimensão do tamanho do lugar! Patrimonio da Humanidade dos mais fantásticos que já conheci. É de encher os olhos de quem ama história. Imperdível!

 

Shiraz– a cidade dos poetas tem como destaque justamente o túmulo de Hafez.

 

Isfahan- uma viagem no tempo. A praça grandiosa Imã Khomeini com seus jardins vastos situados entre mesquitas e palácios é arrebatadora!

 

Yazd- é a cidade oásis. Toda cor de barro no meio do deserto. O lema é: “se perca em Yazd”. O que não é difícil de acontecer passeando por suas pequenas ruas e vielas.

DestinosNacionaisSalvador

Salve, Salvador!

14 de agosto de 2014 0 comentário

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Muitas vezes acho que acabo focando muito em sugestões úteis de viagem, analises de tendências do mercado de turismo e outras colunas mais técnicas ou opinativas (não que todas não o sejam). Aí paro para pensar que minha paixão por viagens é bem mais simples que tudo isso, ela vem simplesmente do prazer de conhecer um destino novo, paisagens desconhecidas, uma cultura diferente, um povo arrebatador… No fim das contas, são os lugares e as dicas de roteiros que acabam atraindo e tendo uma utilidade mais efetiva para o amigo leitor (desculpe, gente: mas essa expressão sempre será usada por mim em tom meio irônico, ok? Leiam dessa maneira!).

Por isso que depois de escrever sobre alguns dos points diferentes e fora do roteiro tradicional da minha cidade favorita no país campeão da Copa (Munique, na Alemanha) e do vice-campeão (Buenos Aires, Argentina) resolvi olhar para dentro e passar um pouco dos meus recantos prediletos aqui pelo nosso querido e amado Brasil. E, para começar, envio um roteiro especial de Salvador, na Bahia só porque eu estava por lá há uns dias. Depois prometo traçar roteiros de outras cidades de nosso país.

 

Salvador, Bahia

 

Elevador Lacerda, Pelourinho, Farol da Barra, Igreja de São Francisco, Praça da Sé… Para variar, vou pular as dicas óbvias que você pode encontrar em qualquer revista de turismo ou guia de viagem tradicional. O foco são dicas mais contemporâneas, escondidas e especiais que você só encontra aqui, na Coluna do Fran no Blog da Avianca!

1-     Paraíso Tropical: Dizem que fica no espaço onde antes funcionava o esquema de rinha de galo de um polêmico e renomado publicitário baiano. Dizem… O restaurante do chef Beto fica em um bairro humilde e afastado de badalações, mas é um oásis de comidas típicas baianas reformuladas em releituras para lá de originais. Frozen de coco verde com frutas, moquecas com o dendê inteiro no prato e outras invencionices bem saborosas. Vale muito a pena!

2-     Jazz no MAM: É a volta de uma série de Jam Sessions que rolava há um tempo em Salvador. O cenário e a decoração são impecáveis, e a natureza dá o toque especial com o por do sol que coincide com o horário das apresentações. Imperdível mesmo para quem, como eu, não suporta jazz.

3-     Bahia Marina: se você tem barco (ou, melhor: conhece alguém que tenha) é o ponto de partida ideal para um passeio pelas águas azuis e quentinhas de Salvador. Se não, vale a pena pelo visual dos piers e os excelentes restaurantes arejados que tem por ali. No Acqua, em especial, rola um crepe de chocolate branco que é de comer rezando aos seus orixás!

4-     Fonte Nova: O recém-restaurado estádio de futebol é a casa do Esporte Clube Bahia (o rival Vitória joga no Barradão). Foi um dos estádios da Copa, fica em frente ao belo Dique do Tororó, e é parada obrigatória para quem curte esporte e em especial o futebol.

Relatos

As Tendências de Viagem

7 de agosto de 2014 0 comentário

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Adoro ler essas pesquisas sobre o mercado de viagens, de hotelaria e de aviação. Um monte de números, fatos e levantamentos que analisados individualmente ou em conjunto podem ser, além de reveladores para os profissionais da área, extremamente úteis como dicas aos viajantes mais fervorosos. Geralmente os resultados de suas análises são frios relatórios ou planilhas frias, eu prefiro dar uma cara mais humana a coisa. Avalio tendências, procuro modismos ainda em fase inicial e percebo áreas em desenvolvimento (e outras em decadência). Daí você consegue perceber onde ir, onde vai estar lotado de turistas, quais as melhores épocas para se estar em determinado local… E por aí vai (literalmente).

Vou então tentar esmiuçar nas próximas linhas a mais recente pesquisa de “Tendências de Viagem” de uma conceituada agência internacional. Acompanhem comigo e vamos ver se juntos tiramos algumas conclusões boas para nossos próximos roteiros.

–  Orçamento: o orçamento de viagem dos turistas em todo o mundo, no geral, aumentaram. Já o dos turistas dos Estados Unidos (base da pesquisa) aumentou em sua menor taxa em muitos anos. Sinal de que teremos menos gringos por aí a fora, mas que as coisas no mercado interno podem aquecer.

–  Verão: o verão sempre esteve em alta para período de viagem, mas esse ano ele vai bombar no mundo todo. Lugares que estão na modinha ha alguns anos (Croácia), outros clássicos atemporais (Riviera Francesa e Costa Amalfitana, na Itália) seguem bombando, e outros grandes nomes de verão que estavam mais quietos voltam a tona (ilhas gregas e Ibiza, Espanha).

–  Programas de Milhagem: mais da metade dos viajantes vai usar seu resgate em programa de milhas para reservar passagens ou hotéis em sua viagem. Dica sempre válida! Especialmente em alta temporada.

–  Mulherada na estrada: o aumento de viajantes femininas sozinhas é bastante sensível de uns anos para cá e fica ainda mais evidente nessa próxima temporada. Os players mais antenados do mercado já começam a identificar seus gostos específicos e projetar planos e pacotes específicos para capitalizar em cima da mulher independente que se aventura pelo mundo.

–  Perfis: os principais perfis de viajantes para esse ano são (nessa ordem): 1- Adultos Planejados, 2- Exploradores mais jovens, 3- Solteiros em busca de aventuras. E eles vão para destinos tipo (nessa ordem): 1- Spa, cruzeiro, 2- Safari, Exóticos, 3- Eventos e esportes.

–  Destinos: com base nessas infos dá para cruzar números e identificar destinos. Os principais nesse ano são: Uruguai (valeu, Mujica), Filipinas, Rio de Janeiro (valeu, Copa!), Cidade do Cabo, Sochi, Rússia (valeu, Olimpíadas de Inverno), Myanmar (valeu, abertura política), Finlândia, Islândia e Colômbia entre alguns outros. Esses são os principais. E já fica as dicas de perfil e destinos pra quem quer viajar esse ano dentro das últimas tendências. Ou fugir delas!

Internacionais

Minha cidade favorita na Alemanha

17 de julho de 2014 0 comentário

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O maior torneio de futebol do mundo chegou ao fim, difícil guardar boas recordações do que rolou em campo. Então, nem vou me ater a parte futebolística, esportiva, tática ou técnica. Fato é que foi um grande espetáculo, a maior de todas, como atestaram jornalistas especializados e turistas que vieram para nosso país por conta do evento, e que no final das contas a Alemanha fez por merecer. Desde o início os germânicos vinham dando show de planejamento (construíram um centro de treinamento do zero na Bahia), se engajaram com o povo local (Klose recebeu parabéns de tribo indígena), mostraram toda sua simpatia nas redes sociais (Podolski, mesmo no banco de reservas, foi o rei do Twitter durante todo o evento). Planejamento, marketing e bola no pé. Não teve pra ninguém, mesmo.

 

Mas, para muita gente, foi surpresa esse jogo de cintura dos alemãs dentro e fora de campo. Tidos normalmente como frios e distantes esse calor vibrante que tanto se deu bem com a cultura e o estilo de vida do nosso povo brasileiro acabaram atraindo a atenção para o seu país de origem, a Alemanha. Da minha parte, conheço um pouco a Alemanha. Berlim fez parte do roteiro do meu primeiro mochilão a Europa, e desde então voltei a cidade em outras oportunidades, tendo incluído ainda Frankfurt e Munique entre as cidades que acabei visitando mais de uma vez.

 

No caso, vou focar na minha cidade favorita na Alemanha entre tantas outras: Munique. Justamente porque para quem pensa nesse país frio, cinza, asséptico e de pouca emoção, nada pode ser mais distante dessa impressão do que Munique. A cidade, uma das três maiores do país e capital da Bavaria, tem parques imensos que viram a versão local das praias brasileiras: cheias de gente curtindo, paquerando, praticando esportes. Com o adicional da deliciosa cerveja local que abrilhanta qualquer cenário. Até surfe rola em um rio nas cercanias locais e que faz a alegria dos aficionados pelo esporte mesmo quando a água está para lá de gelada (foto). Durante o verão, a prefeitura traz areia de outros locais e constrói autenticas praias artificiais onde rolam campeonatos de vôlei de praia, beach soccer… Suas ruas são mais pacatas que as de cidades vizinhas, prédios menores e praças mais amplas e convidativas. Um lugar relaxante e ao mesmo tempo cheio de cultura e de vida. Destino perfeito para jovens, casais, grupos, mochileiros ou idosos.

 

Está de parabéns a Alemanha! E, quem quiser conhecer um destino sensacional na Europa que com certeza estará vibrante de alegria pela vitória na Copa, não deixe de conhecer Munique!

Dicas de ViagemNo Destino

Dicas para viajar sem stress

10 de julho de 2014 0 comentário

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Escrevo essa coluna alguns dias após a derrota do Brasil para a Alemanha. A ficha infelizmente já caiu, a dor amenizou, mas a cabeça não consegue sair do jogo. Fico conjecturando, traçando planejamentos como se fosse um diretor da CBF e lamentando a cada minuto o fato de nossos queridos hermanos (que odeio no campo futebolístico!!!) estarem com passaporte carimbado para jogar uma final no Maraca.

 

Minha vontade é de sumir, tomar doril, escafedecer… Quem sabe ir para a Alemanha, onde Oktoberfests fora de época prometem inebriar os mais belos sonhos do povo alemão. Ou para a Argentina, engrossar a massa de milhares que já ocupa as redondezas da 9 de Julho em uma festa que não se via há décadas. Mas, nesse momento doloroso, qualquer um dos mini entraves e aporrinhações que surgem naturalmente em uma viagem se tornariam uma provação hedionda que tornaria minha experiência mais desagradável do que uma fuga dessa trágica realidade.

 

Foi pensando nisso que resolvi listar algumas dicas oportunas que pode minimizar a pentelhação daqueles pequenos detalhes que podem nos irritar em qualquer viagem.

 

1-    Logo de cara: faça sua mala de forma eficiente. Muita gente não leva em consideração isso e depois se irrita na volta quando os souvenirs, compras e presentes não cabem na bagagem.

 

 

2-    Chegando ao seu destino, nada de trocar dinheiro no aeroporto. O câmbio é muito pior e você vai querer se esmurrar quando estiver rodando pelo centro e ver uma taxa bem menor da que você pagou ao desembarcar.

 

3-    Ainda sobre sua bagagem: coloque sua identificação em tudo. Caso algum contratempo aconteça, ficará mais fácil a identificação da sua bagagem.

 

4-    Nada pior do que estar passeando no meio do dia e começar a chover. Roupas molhadas, material encharcado, perda de tempo secando, equipamento estragado. Como se prevenir? Simples: forre o interior de sua mochila com uma saco plástico. Pode ser até de lixo. De nada. 😉

 

5-    Sim, use seu celular. Sabiamente, é claro. De mapas a tradutores, de roteiros a localizador de hospitais… Há sempre um app que pode facilitar sua vida. É só saber quais baixar e quando usar.

CulturaisEsportivos

Uma aula de futebol (e de mundo)

3 de julho de 2014 0 comentário

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Um dos aspetos mais legais do futebol, para mim, é esse caráter multicultural. Saber quem são os craques, a formação tática, as chances de vitória de equipes como Camarões, Argélia, Austrália, Croácia, Honduras, Costa do Marfim… Mas o futebol e o lado esportivo acabam servindo como um interessante gancho, e me pego descobrindo algumas características históricas, culturais e geográficas de alguns locais que normalmente não entrariam na minha lista de roteiros a serem pesquisados ou desbravados.

 

Se eu achava que isso era uma curiosidade e interesse particular meu, percebi que, para minha felicidade, essa impressão estava redondamente errada. Adolescentes e crianças de várias nações aprenderam um pouco mais sobre os países que vieram para o Brasil, e sobre o maior evento de futebol do planeta.

 

Trocando figurinhas, pesquisando a origem de jogadores naturalizados por outras seleções, entendendo a rivalidade que as vezes ultrapassa o campo de jogo ou simplesmente engrossando a torcida tão plural de seu país, milhões de pequenos fãs de futebol aprenderam um pouquinho mais daquilo que são obrigados a decorar entre bocejos e resmungos na sala de aula (quando, muito provavelmente, preferiam estar na quadra da escola jogando futebol com os colegas).

 

Porque quando o bicho pega os argentinos implicam tão mais com os chilenos do que com a gente, os brasileiros? Porque os jogos da Alemanha com a Holanda (ou Polônia, que dessa vez não veio para a Copa) são tão polêmicos? EUA versus Irã sempre será uma peleja complicada? Porque o craque francês Benzema se recusa a cantar a Marseillese, o hino de seu país (lembrando que ele é de origem argelina)? E a rivalidade entre a Inglaterra e a Argentina (olha ela aí de novo) que acarreta em partidas lendárias ao longo da história das Copas?

 

Basta olhar com um pouco mais de curiosidade para perceber que além dos 22 caras correndo atrás de uma bola há um mundo de histórias pessoais e multiculturais a serem descobertas. E talvez seja esse o pano de fundo ou o chamariz disfarçado que faça esse evento esportivo ser algo tão grandioso. Todos os corações do mundo, como dizia o filme da Copa de 94 (aquela que o baixinho Romário trouxe pra nós) unidos, competindo entre si, chorando, celebrando e batendo juntos por um mês.

Gastronomia

As Cervejas e o futebol

26 de junho de 2014 1 Comentário

Não sou nenhum grande bebedor ou conesseur de cervejas. Mas sou um aficionado, tarado, viciado por outras culturas, suas características e as suas sutis (ou nem tanto) diferenças que dão toda a graça a esse vasto planeta onde vivemos. Uma de minhas grandes paixões está diretamente ligada a isso: o futebol (como deve ter ficado claro pelas últimas colunas). Meu foco e interesse durante os dias de jogos não consegue ser em nada que não seja esse adorável confronto desportivo entre nações. Cancelo compromisso, atraso a entrega de colunas e dou um jeitinho de acompanhar não só as partidas mas tudo que cerca esse grande evento: o dia-a-dia das delegações, os destaques das torcidas, o divertido intercâmbio de povos da Europa, África e Américas… enfim, tudo!

 

Recentemente, percebi alguns amigos atentando para um aspecto bem curioso e interessante que está diretamente ligado aos jogos (pelo menos do lado das torcidas): as cervejas prediletas de cada grupo de torcedores. Resolvi então pesquisar e listar algumas delas. Tentando, quando possível, dar o meu insight (menos etílico do que cultural) sobre algumas delas.

 

MÉXICOCorona é a tradicional cerveja da galera do surfe, mas dizem que a Tecate é a favorita entre os torcedores de futebol.

 

HOLANDA– Impossível não citar a tradicional Heineken, que também está diretamente ligada ao futebol.

 

EUA– Ruins de bola mas gênios do marketing, os americanos já colocaram a Budweiser como patrocinadora oficial do maior evento de futebol do mundo. Presença maciça nos jogos, anúncios e estádios.

 

CHILE- A Cristal é a mais popular e patrocina até time de futebol chileno.

 

AUSTRÁLIA- A Victoria Bitter é característica com sua garrafinha gorducha e simpática. Apesar de ter um gosto meio estranho pros padrões brasileiros.

 

ARGENTINA– A Quilmes é o grande nome. Patrocina times por lá e faz os anúncios mais emocionantes da seleção Argentina.

 

GRÉCIA- Mythos, nome perfeito para uma cerveja grega. Já tomei uma apreciando o por do sol da Acrópole. Momento inesquecível, apesar da cerva ser bem ruinzinha.

 

IRÃ- A grande favorita dos muçulmanos no Irã é a Behnoush! Cerveja não alcoólica, claro. 😉

 

JAPÃO- A clássica Asahi é o supra-sumo do experimentalismo japonês. E tem um dos rótulos mais legais.

 

ALEMANHA- Warsteiner, Pilsner, Paulaner, Lowenbrau… O país das cervejas tem muitas brigando pelo posto de melhor. Tem para todos os gostos. E uma Oktoberfest por lá é o evento especial para qualquer cervejeiro que se preze.

 

INGLATERRA- O pint é característico na terra da Rainha. Servido quente, é mole? A favorita é a Carlsberg, mas quando servida em latinha é meio renegada. O ideal é um pint em um pub.

 

BÉLGICA- Stella Artois é o nome da fera. As surpresas, nas cervejas e no futebol atual, vem da Bélgica.

Relatos

Os Melhores Vídeos de futebol

12 de junho de 2014 1 Comentário

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Vai chegando essa época e fica difícil de pensar em outro tema para a coluna que não Futebol. Depois de analisar o que eu conheço de alguns dos países que participarão dos jogos no Brasil, não consegui fugir do tema nesse novo texto. Estou com a febre pré-evento. Sim, admito. Enquanto a bola não rola, vou matando o vício e a ansiedade com os vídeos que começam a pipocar na TV e na internet sobre o maior evento esportivo do planeta. Vejam alguns de meus favoritos.

 

A NIKE largou na frente e lançou há um mês um divertido e empolgante vídeo com a participação de sua frota de jogadores estelares. Criativo, produção sensacional, mas nem tão empolgante assim.: 3,5 estrelas https://www.youtube.com/watch?v=3XviR7esUvo

 

A insuspeita Beats by Dr Dre estreou nessa área sem economizar um centavo de sua recente compra pela Apple. Uma produção cinematográfica com direito a artistas de rap (Lil Wayne), o maior astro da NBA (Lebron James), grande elenco de craques da bola (Schweisteiger, Chicharito, Suarez…) e que tem como protagonista o nosso menino Neymar. 5 estrelas https://www.youtube.com/watch?v=v_i3Lcjli84

 

É legal quando o foco dos vídeos não é um produto, mas a própria seleção. No caso, a seleção do Chile e esse vídeo motivacional para seu embate com a Espanha, onde será decidido o verdadeiro merecedor do apelido: “La Roja”! 4,5 estrelas https://www.youtube.com/watch?v=3FQk7CLz1RQ

 

Mas, em se tratando de vídeo de seleção, a Argentina segue imbatível há anos. Seja marca de cerveja, de banco ou de refrigerante, o aspecto grandioso e emocional faz até quem não entende nem a regra do impedimento se emocionar. 5 estrelas https://www.youtube.com/watch?v=sXgpHw-V3QM

 

Uma coisa que muito me incomoda são os gritos de torcida da seleção brasileira. Sempre aquela coisa meio mamão com açúcar, nada a ver com a realidade de nossas torcidas e estádios. Fica aquele tal de “Sou brasileirooo, com muito orgulho….”que mais lembra uma torcida patrocinada de vôlei de praia. Pois logo a seleção dos EUA criou um grito irado, mostrado nesse vídeo bem bacana. 4,5 estrelas https://www.youtube.com/watch?v=6pjliE37ENY

 

A rede de fast food Mc Donalds, focou no viral sem estrelas e efeitinhos que geralmente caem no gosto da galera. Sem grandes inovações mas divertido e simpático. 4 estrelas https://www.youtube.com/watch?v=-T7zyezBkuY

DestinosInternacionais

Está chegando – Parte 2

29 de maio de 2014 0 comentário

Estádio

Continuando a Coluna anterior, uma análise totalmente pessoal e nada futebolística do restante dos países que eu conheci e que estão chegando ao Brasil para o evento máximo do futebol.

 

GRUPO D

 

Uruguai- Um dos últimos países que conheci. Bem na época que o novo e já famoso presidente Jose Mujica move uma série de mudanças radicais e super elogiáveis no país. Montevideo me lembrou uma Buenos Aires menor e mais pacata. Mas o destaque foi a cidade histórica de Colônias del Sacramento a beira do Rio da prata que lembra uma viagem no tempo.

 

Inglaterra- Não curti. Talvez pelo clima quase sempre feio, chuvoso e fechado. E talvez por isso também eu sempre torça contra eles.

 

Itália- O mais brasileiro dos países europeus.Aquele povo expansivo, barulhento, afeito a uma confusão, mas que sabe receber com uma alegria contagiante. As belezas naturais também estão lá, talvez menos exuberantes mas compensadas por cenários rústicos e idílicos a beira do mediterrâneo, como Cinque Terre.

 

GRUPO E

 

Suíça- Lembro de saltar do trem em Genebra e me imaginar em um cartão-postal. Eram relógios suíços, chocolates suíços e aqueles montes nevados cercando a paisagem. A ONU tava por ai, a FIFA tava por ali… Se a tranquilidade não indicava ser a capital do mundo, a Suíça parecia o local onde “o mundo” escolheu para morar.

 

França- A grandiosidade histórica que está presente em cada monumento de Paris transmite um ar de imponência épica à Franca. Por isso, nas Copas, sempre espero deles performances magistrais. O problema é que, assim como seu campeonato nacional, a performance em campo é sempre pra lá de razoável.

 

GRUPO F

 

Argentina- Nossos queridos hermanos! Adoro o país e posso afirmar que nunca conheci um argentino que não fosse gente boa. Mas também posso afirmar que nunca deixei de sacanea-los por isso. Da capital Buenos Aires as estações de esqui em Bariloche, a Argentina, por mais que nos doa afirmar, é o que mais perto de Europa temos aqui na América do Sul.

 

Bósnia- Vi em vídeos do YouTube, em imagens coloridas, a guerra rolando nas ruas de Sarajevo. Anos depois vi uma cidade marcada pela guerra mas em franca recuperação. Marcas de tiros em todas as paredes, mas uma cidade limpa, organizada cheia de vida e historia. Um dos lugares mais legais de se visitar no leste europeu. Em sua primeira participação no campeonato, contam com minha torcida.

 

Irã- Talvez o povo mais hospitaleiro que já conheci. O que me fez quebrar paradigmas religiosos, culturais, históricos e alguns preconceitos que tinha sobre o país dos aiatolás. Foi uma experiência incrível, agradável, segura e pacifica conhecer o Irã. Só por pensar que o mundo os vê de uma maneira totalmente deturpada já me faz solidarizar com meus amigos muçulmanos e torcer sempre para que surpreendam na competição. Quem sabe aqui no Brasil!

DestinosInternacionais

Está Chegando

22 de maio de 2014 0 comentário

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Guardadas de lado as polêmicas sobre futebol, o fato é que a maior competição de todas está chegando,  faltam só 27 dias! Sou torcedor fanático e amante do velho e duro esporte bretão, mas também me empolgo com a proximidade do evento pelo seu lado multicultural. São diversas e variadas nações unidas em uma disputa sadia pela taça maior do futebol. História, religião, conflitos imemoriais e recentes, desavenças, perseguições… Está tudo ali presente e ao mesmo tempo disfarçado em uma divertida brincadeira envolvendo 22 homens, uma bola e alguns bilhões de dinheiros. Colonizador perde para o colonizado, ex-repúblicas se unem de forma pacífica, inimigos seculares trocam abraços após a disputa de pênaltis. Xiitas, sunitas e republicanos xingam juntos o juiz, ateus agradecem aos céus e ditadores choram feito bebês. Oprimidos e opressores, visitantes e anfitriões, pessimistas e otimistas cantam o hino a plenos pulmões e gritam gol em uníssono.

 

Vivo para o evento e me acostumei ao longo da vida a contar o tempo em relação a todos que presenciei. Gosto de analisar técnica e taticamente os adversários e conferir escalações. Mas, agora, quero deixar de lado qualquer plano esportivo e relembrar o que vivi, o que me atrai e o que me lembro de alguns países que estarão no Brasil. e que já tive a oportunidade de conhecer em minhas viagens mundo a fora.

 

GRUPO A

Brasil- Sempre que me perguntam qual o melhor país que já conheci, a resposta é ele. Com todos os seus problemas e detalhes apaixonantes.

 

Croácia- Me lembro das praias e do mar azul de Hvar. E de como um país até então que não me dizia nada podia ser tão especial e belo. Quantos iguais a ele não devem existir pelo mundo?

 

GRUPO B

Espanha- Logo que saí da faculdade fiz um mochilão de alguns meses pela Europa. Gostei mais de Madri do que de Barcelona, para surpresa dos amigos.

 

Holanda- Esperava conhecer um reduto junkie com drogas liberadas e ruas sujas e cheias de punks. Fiquei encantado com os pequenos canais, a beleza idílica e as famílias passeando de bicicleta.

 

 

GRUPO C

Grécia- Muitos diziam “esqueça Atenas e siga para as praias!”, que realmente são das mais belas do mundo. Mas para quem gosta de história, Atenas é espetacular! Destaque para a Acrópole e seu museu super moderno. Ah, Santorini parece uma cidade cenográfica, de tão perfeita!

 

Japão- Impressiona a paz, calma e organização naquele caos de cores, luminosos e tecnologia asiática de Tóquio, a maior metrópole do mundo. Educação, respeito e disciplina fazem um dos povos mais agradáveis que já conheci. Eu moraria no Japão.

 

Na próxima coluna, o resto dos países. Fique ligado!

Gastronomia

Uma Receita de Sucesso

11 de maio de 2014 0 comentário

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As vezes o que te inspira a viajar surge nos mais insuspeitos lugares. Como trabalho com audiovisual e apresento um programa na TV, sempre estou ligado nas inovações do mercado. Isso inclui tendências do mercado, seminários, inovações tecnológicas e, por que não? Novas séries. Assistindo novas séries eu posso acompanhar sempre estilos diferentes de edição, narrativa, temática e ainda me divertir com conteúdo variado e original sobre meus temas favoritos. Aqui no Brasil, acabamos ficando presos às velhas fórmulas arcaicas e manjadas de se fazer TV e caímos numa premissa enganosa de que gerar programação para a massa é abaixar o nível de qualidade do conteúdo. Eu discordo, e acho que por isso o NCLC tem se destacado ao longo desses anos. Mesmo falando de história, cultura e política e sem gatinhas de biquíni ou comediantes fazendo graça pra dar uma amenizada.

 

Pois foi pesquisando um programa da rede CNN (sim, a de notícias) que me deparei com uma série muito original: “Parts Unknown”. O nome é sugestivo, mas a sinopse, apesar de criativa, me deixou mais confuso do que interessado. Um renomado chef de cozinha que se propõe conhecer através da culinária algumas das mais exóticas culturas de nosso planeta. Comida, viagem, diário de bordo, cozinhando a estrada…? Resolvi dar PLAY e conferir.

 

Fui surpreendido pelo carismático apresentador, pelo texto profundo sobre culturas, países, diferenças e o atual momento de nosso mundo, a edição ágil e a história (sempre ela) bem contada. O chef Bourdain, reverenciado por todos por onde passa, é super acessível, o que o leva às situações mais diferentes e inusitadas. Seu interesse legitimo pelos países que conhece e sua culinária contagia o espectador. E a produção consegue combinar passeios por México, Japão, Colômbia, Peru e Palestina entre outros dosando sabiamente visuais, comida, informações, aventura e humor na medida certa. Uma receita muito bem feita.

 

No fim das contas, virei a noite vendo todos os episódios (já foram produzidas duas temporadas) e fiquei com água na boca. Para comer e para viajar, também!

Relatos

Turista Virtual

1 de maio de 2014 0 comentário

 

Quando a gente acha que não há mais como aparecer novidades no mundo do turismo, aparece algo genial. Da bagagem ao hotel, do aeroporto ao carro alugado, do restaurante ao passeio; sempre há uma maneira de modernizar, evoluir ou revolucionar. Ainda mais se considerarmos os adventos de tecnologia que temos hoje em dia, quando a revolução da internet móvel obrigo a estarmos todos o tempo todo conectados e que as novidades e inovações estejam ao alcance de um deslizar de dedos na telinha.

Viajante por gosto e profissão, e nerd por prazer e ideologia; estou sempre antenado para as evoluções que aplicativos, sites e gadgets podem trazer para minhas viagens. Tenho os apps principais, estou cadastrado nos sites mais eficientes, faço check-in por celular e confiro o mapa no iPad. Por isso, eu não imaginava que ainda fosse me surpreender com alguma iniciativa no binômio viagem-internet. Até que uns caras de Melbourne surgiram com o “Turista por Controle Remoto”.

Melbourne é uma cidade complicada para o turismo, apesar de encantadora ela não tem grandes pontos ou marcos atrativos, seu charme reside justamente nas centenas de pequenas iniciativas e acontecimentos culturais, restaurantes, bares, shows etc. Isso complica para qualquer guia ou mapa turístico. Os caras criaram uma forma de integrar as principais redes sociais (Instagram, Foursquare, YouTube, Facebook, Twitter…) e proporcionar uma experiência de turismo virtual. Com mapa (Google Maps) roteiros assinalados, vídeos e dicas! A pessoa vai a Melbourne antes de ir!

Com câmeras acopladas uma equipe foi seguindo as sugestões online e realizando e conhecendo a cidade através de dicas via Facebook e Twitter. Tipo um Guia Turistico colaborativo. Ou crowd source, como tá na moda.

A ideia é fantástica e o resultado você pode ver aqui: http://remotecontroltourist.com. O melhor de tudo é que qualquer um pode replicar em sua cidade, basta mobilizar uma galera online e sair por aí!

Dicas de Viagem

O Manual do Nerd na Estrada

24 de abril de 2014 0 comentário

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Para efeito de pesquisa e autoajuda, eu e meus companheiros de viagem compilamos metodicamente (como bons nerds) um conjunto de dicas, explicações e alertas vitais para o companheiro nerd viajando por este mundão. Pequenas pílulas de sabedoria internética, aprendidas à custa de muito sofrimento no duro mundo desconectado. Assim nasceu “O manual do nerd na estrada”.

 

Seguem alguns exemplos pinçados aleatoriamente deste guia:

 

– “Wi-Fi grátis: quem procura, acha!” Esteja onde estiver, tente sempre catar um sinal de Wi-Fi com seu gadget favorito. Já encontramos sinal gratuito de internet nos locais mais improváveis, como: aeroporto da Albânia, sala de embarque em Banda Aceh, restaurante em Pequim, e por aí vai. Não custa nada tentar.

 

– “Leitura de sinais.” O Lonely Planet é um guia e tanto para qualquer tipo de situação com que um viajante possa vir a se deparar. Mas, no quesito hospedagem, siga o nosso conselho que até um analfabeto se dá bem. Localização, preço, segurança… Esqueça toda essa baboseira que consta do guia! Verifique apenas se embaixo do nome do hotel há um iconezinho com o desenho de um computador. Ele representa que a hospedaria em questão possui internet. Pode desfazer as malas feliz!

 

– “iPhone: o analisador de qualidade de hotel.” Ao adentrar pela primeira vez o lobby de qualquer hotel em qualquer parte do mundo, não pergunte pela limpeza dos quartos ou se o café da manhã está incluído na diária. Saque de imediato seu iPhone e com ele verifique a qualidade do sinal de Wi-Fi. No resto você se vira.

 

– “Onde há fumaça, há fogo.” Cruzando o lobby do hotel de um país sem a menor infraestrutura ou passeando pelo salão de embarque de uma cidadezinha perdida no mapa, se você perceber alguém com um laptop aberto no colo: faça o mesmo! São grandes as chances de haver uma conexão Wi-Fi na área. Quem se dá o trabalho de abrir o laptop se não há internet disponível? Um laptop sem internet é como um corpo sem alma.

 

– “Sempre carregado!” Ande sempre com uma nécessaire, essas bolsas para itens de higiene pessoal. Xampu, sabonete, escova de dente? Pra quê? Jogue tudo fora! A real serventia dessas malinhas é carregar todo e qualquer tipo de plugue de tomada. Três pinos na Ásia, pino invertido na Oceania… Ou seria o contrário? Enfim, tenha sempre todos os tipos de adaptador à mão, de modo a manter seus gadgets sempre carregados! Pois, como vimos anteriormente, você nunca sabe quando vai encontrar um sinal de internet.

 

Este texto é parte do livro “Não Conta lá em Casa- Uma viagem pelos destinos mais polêmicos do mundo” (Editora Record), de André Fran que está em sua segunda edição e pode ser encontrado nas melhores livrarias do país e no formato e-book para Kindle e iTunes.

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Tecnologia a serviço da PROMOÇÃO de viagens. A serviço de promover o nobre e engrandecedor ato de VIAJAR que tanto valorizo aqui nessa coluna a cada semana. Todos sabemos, e também já destaquei nos meus textos, as inúmeras maneiras que o combo internet + celular + criatividade trouxeram em termos de ajudas fundamentais (e outras nem tanto) aos viajantes de todo o planeta, mas a revolução digital e tecnológica não tem seu foco específico no turismo, né? Acontece que viajar faz parte da alma humana (como já abordei por aqui), e o resultado é o homem botando a criatividade para funcionar a serviço dessa sua veia exploradora.

 

É aí que entram os dois destaques da vez. Poucas coisas estão chamando mais a atenção da comunicação audiovisual recentemente do que as câmeras Go Pro. Pequenas, portáteis, resistentes, fáceis de manusear e produzem imagens lindíssimas. Perfeito para qualquer viajante, né? A publicidade e o consumidor final perceberam isso rápido e trataram de usar essas pequenas maravilhas posicionadas em lugares estratégicos onde só ela podia chegar: embaixo de carros, na trave dos gols no futebol, pranchas de surfe, topo de balões… Nos permitindo olhar por ângulos nunca antes imaginados. O “GoPro marketing” tomou de assalto agencias e secretarias de turismo em todo o mundo.

 

A outra novidade são os drones. O que começou com um projeto militar que permitia alcançar com um olhar espião ou bombas fatais territórios ermos e perigosos, acabou sendo adaptado para o cidadão comum. Pequenos helicópteros guiados por controle remoto se tornaram brinquedos sérios para aficionados mundo a fora. E juntando um drone teleguiado com uma câmera portátil: voilá! Cenas inacreditáveis de cenários deslumbrantes registradas de uma perspectiva única e nunca antes explorada.

 

Claro que esses registros incríveis uns mais profissionais, outros mais amadores, todos espetaculares, acabaram favorecendo o turismo, as agências de turismo e impulsionando viagens em todo o mundo. Afinal, se alguns lugares são irresistíveis em fotos e em filmagens, imagina quando vistos por ângulos incríveis e em momentos surreais!

 

 

Agora, se você for fera mesmo, consegue unir os tais ângulos incríveis e imagens surreais que resultam em vídeos que parecem saídos diretamente de um filme de ficção cientifica! Como nesse registro de Singapura feito pelo brasileiro Rodrigo Cebrian.  Enjoy! https://vimeo.com/90975668