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Musical

Vamp, o Musical

Depois do sucesso no Rio de Janeiro, “Vamp, o Musical” desembarca na capital paulista e leva ao Teatro Sergio Cardoso a essência da novela que foi febre nos anos 90.

A adaptação do folhetim das telas da TV para o palco do teatro permite que o público mergulhe em um clima de nostalgia, leveza e irreverência.

Os fãs e até mesmo quem não assistiu à versão original se divertem e se envolvem na trama.

Enredo

Na narrativa, Natasha (Claudia Ohana) vende sua alma para o Conde Vladimir Polansky (Ney Latorraca) com o intuito de atingir o sucesso como cantora de rock. O objetivo é alcançado, mas a star se arrepende do acordo firmado e tenta revertê-lo.

A caça-vampiros Alice Penn Taylor (Helga Nemeczyk) é a parceira da vampira em sua viagem à Baía dos Anjos na busca pelo Medalhão do Poder. Na cidade, moram os recém-casados: Carmem Maura (Erika Riba) e Capitão Jonas Rocha (Luciano Andrey), seus filhos e a família Matoso.

Vlad descobre o plano da amada por meio de sua mãe Madrácula e manda Gerald à cidade para transformar alguns moradores em seu exército de vampiros do mal. Natasha também tem seus aliados do bem e a batalha acontece.

Para saber quem vence a disputa tem que assistir ao espetáculo. Só dá para adiantar que o final não é igual ao da novela.

Atores e Criativos

Com um total de 32 talentosos atores, a comédia de terror inclui performances surpreendentes, músicas contagiantes, bonitos cenários e figurinos, e efeitos especiais.

Ney Latorraca e Claudia Ohana protagonizam brilhantemente a trama. Ney arranca boas risadas da plateia com genialidade, humor e improviso. Claudia mostra todo o seu talento em atuações que incluem interpretação, canto e dança.

Helga Nemeczyk, Pedro Henrique Lopes e Claudia Netto dão show de humor e encantam o público com suas lindas vozes. Osvaldo Mil e Livia Dabarian também fazem atuações que mexem com os espectadores.

A concepção e a direção geral do musical são de Jorge Fernando e o texto de Antonio Calmon. A mesma dupla da versão exibida na TV. Diego Morais também faz parte do time como diretor.

Músicas

Entre as canções já conhecidas estão “Noite Preta”, “Sympathy to the Devil”, “Puro Êxtase”, “Gita”, “Felicidade Urgente” e “Doce Vampiro”.

O público vai ao delírio na apresentação de “Thriller”, de Michael Jackson, com uma envolvente coreografia de sapateado.

Algumas músicas foram compostas especialmente para a peça, como: “Conta, Natasha”, “A Tragédia de Vlad”, “Miss Penn Taylor”, “Mambo Saliente” e “Vampira Portuguesa”.

 

Serviço

  • Local: Teatro Sergio Cardoso
  • Endereço: Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista – São Paulo / SP
  • Temporada: de 15 de setembro a 29 de outubro
  • Horários: sexta às 20h30, sábado às 17h e 21h, domingo às 16h30
  • Vendas: Ingresso Rápido
  • Preços: a partir de R$ 50,00
  • Duração: 2h20 (com 15 min de intervalo)
  • Classificação etária: livre

 

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Jarbas Homem de Mello e Marcello Antony em ‘Chaplin, O Musical’

Superprodução baseada na história do gênio da sétima arte chega a São Paulo. O grande espetáculo da Broadway, produzido por Claudia Raia e Sandro Chaim, traz cinco músicas inéditas e características de estreia mundial.

Das ruas de Londres aos estúdios de Hollywood, o nascimento de um gênio do cinema. ‘Chaplin, O Musical’ refaz os passos que levaram sir Charles Spencer Chaplin ao estrelato e transporta a plateia ao universo do eterno Carlitos, o Vagabundo.

O espetáculo é estrelado por Jarbas Homem de Mello que, no papel de Chaplin, divide com o irmão mais velho, Sydney (Marcello Antony), o sonho de uma realidade melhor do que a que lhes é oferecida. Desde muito novo, Chaplin observou e admirou o talento de sua mãe, Hannah (Naíma), que brilhava como cantora de teatro. Herdeiro de sua desenvoltura sob os refletores, não demorou para que tudo que ele aprendeu da coxia despertasse a atenção dos produtores de teatro e, mais tarde, dos donos de estúdios de cinema.

Durante o musical, o público acompanha os detalhes que fizeram nascer, ao mesmo tempo, um grande personagem e seu empenhado mestre criador. O cenário dessa história é um grande estúdio, onde tudo está em mutação o tempo todo, com a intenção de trazer o público para dentro do backstage.

Para contar essa trajetória, que inclui uma agitada vida amorosa, a relação de cumplicidade com Sydney e escolhas políticas e profissionais, estão também no palco: Oona O’Neill (Giulia Nadruz), sua quarta e última esposa; a colunista e crítica ferrenha Hedda Hooper (Paula Capovilla); o grande empresário do Music Hall londrino Fred Karno (Leandro Luna); e Mack Sennett (Paulo Goulart Filho), fundador dos estúdios Keystone, responsável pela estreia de Chaplin no cinema.

Produzido por Claudia Raia- dessa vez atuando apenas nos bastidores- e Sandro Chaim, ‘Chaplin, O Musical’ estreou originalmente no New York Musical Theatre Festival (2006) e passou pelo La Jolla Playhouse (2010) antes de chegar à Broadway, em 2012. Nos palcos do Theatro NET SP, o espetáculo traz interpretações musicais grandiosas que incluem canções originais adaptadas e também cinco músicas inéditas, compostas especialmente para a montagem brasileira.

A narrativa ainda é enriquecida com projeções de trechos dos principais filmes dirigidos e encenados por Chaplin. Com classificação livre, o espetáculo é familiar como define Claudia Raia. “As crianças têm de ver porque é tudo muito encantador e emocionante. Meninos e meninas vão se identificar e curtir O Vagabundo”, afirma a produtora.

A dedicação da equipe e do elenco ao espetáculo foi enorme, tudo em prol de um resultado grandioso como a figura de Chaplin merece, é o que conta Jarbas Homem de Mello: “É uma responsabilidade imensa, não só porque o seu grande personagem, Carlitos, está no inconsciente de todos, mas principalmente por revelar ao público a história e aspectos da personalidade de Charles Chaplin que são completamente desconhecidos”.

Protagonizando o musical ao lado de Jarbas, Marcello Antony destaca o papel de Sydney na vida do irmão: “Pouca gente sabe da importância do Sydney na vida do Chaplin. Eles começaram atuando em comédia juntos, como uma dupla. Ele era uma espécie de chefe da família e abdicou da carreira para cuidar da mãe deles, que ficou muito doente, dando tranquilidade para o irmão brilhar. Mais tarde, se tornou o empresário do irmão talentoso” conta.

O espetáculo brasileiro traz a história de Chaplin em uma montagem precedida de grande expectativa, com características de premiére mundial. “O público vai conhecer a vida do homem por trás do gênio. Nós contamos sua infância em um bairro pobre de Londres. Foi o talento de Chaplin para fazer rir que o levou a Hollywood. A peça tem cenas muito engraçadas, mas também muito emocionantes. Durante os ensaios é comum ver alguém chorando no final. O público vai rir e vai se emocionar”, garante o diretor, Mariano Detry.

 

Números e curiosidades de uma megaprodução

– 21 atores envolvidos (19 adultos, 2 crianças)

– 34 técnicos

– 65 pessoas empregadas

– 300 horas de ensaio

– 120 figurinos

– 5 músicas extras compostas especialmente para a versão brasileira

– 32 perucas (2 só para o Chaplin)

– 25 itens de postiçaria (bigodes, sobrancelhas e barbas) + 20 bigodes só para o Chaplin

– 1 hora de caracterização para Jarbas Homem de Mello virar Chaplin

– 9 décadas é o tempo que o espetáculo atravessa e o visagismo foi feito dentro delas

– 3 bengalas vindas de Londres, do mesmo tipo das que o Chaplin usava estão em cena

– O musical tem uma parte circense que traz elementos de visagismo como perucas volumosas e outros adereços

– Réplicas de objetos e peças de antiquários de São Paulo são utilizadas no espetáculo

– O projeto do cenário é inglês

– O diretor do espetáculo é argentino e mora em Londres há 15 anos

 

Serviço: 

Período: 14 de maio a 12 de Julho de 2015

Local: Theatro NET SP | Shopping Vila Olímpia (Rua Olimpíadas 360 – Itaim Bibi) | 5º piso

Horários: Quinta, 21h; Sexta, 21h; Sábado, 18h e 21h30; Domingo, 18h.

Culturais

Bem-vindo ao Circo!

29 de abril de 2014 0 comentário

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O projeto Avianca Cultural acaba de estrear mais um sucesso!

Aconteceu ontem, no Rio de Janeiro a pré estreia do musical “O Grande Circo Místico” e claro que nós do blog fomos prestigiar.

O musical que conta com canções de Edu Lobo e Chico Buarque, é dirigido por João Fonseca e conta com grande elenco como Letícia Colin, Reiner Tenente, Isabel Lobo entre outros.

O Grande Circo Místico conta a história de amor de Frederico (Gabriel Stauffer), um médico de família respeitada e tradicional, e Beatriz (Letícia Colin), bailarina de um circo. Na trama, Frederico é convocado pelo exército brasileiro a servir na guerra como médico, sendo obrigado a deixar para traz um iminente casamento com Charlote (Isabel Lobo) e uma arrebatadora paixão por Beatriz. Durante os tempos de batalha o circo enfrente grande resistência dos militares e luta para continuar existindo.

O Musical conta com um elenco de 17 atores que cantam, dançam, tocam e interpretam. É uma excelente pedida para os cariocas e para os turistas, que podem conferi-lo no Theatro Net Rio de quinta a domingo de 01 de maio a 27 de julho.

Ficou curioso para saber como foi a pré-estreia? Da uma olhada nas fotos:

Horários:

Quintas – 21:00hs

Sextas – 21:00hs

Sábados – 21:30hs

Domingos – 20:00hs

DestinosRelatos

Viajando nos Filmes

4 de abril de 2013 2 Comentários
Cenário de Ëncontros e Desencontros", em Tóquio

Cenário de Ëncontros e Desencontros”, em Tóquio.

 

Ao fazer pesquisa para uma viagem, seja a trabalho ou lazer, o caminho é basicamente o mesmo:  livros-guias, sites especializados, agencias de turismo, blogs de viagem.. Mas pouca gente percebe que uma das mais interessantes fontes de informação está em uma mídia muito mais agradável: o cinema mais perto de você. Filmes são usadas desde tempos imemoriais como um dos mais eficientes formadores de opinião pública. E, no caso dos filmes de viagem, não falo aqui de documentários educativos do Discovery Chanell ou National Geographic (apesar destes também terem seu valor), mas de produções artísticas que colaboram com a formação do imaginário de maneira muito mais lúdica. A 7a arte vai monta, sem que o espectador perceba, um mosaico de informações, sensações e emoções capazes de atrair ou repelir o mais informado frequente flyer do roteiro que for. Não é a toa que as agências nacionais de turismo mundo a fora gastam milhões em campanhas publicitárias que tem em filmes lindamente produzidos o seu maior chamariz. E, também, que campanhas de difamação são produzidas a título de entretenimento usando câmeras com a mesma função de uma arma de guerra.

Enfim, isso tudo só pra ir ao filé mignon e parte mais interessante desse texto que são as dicas cinematográficas que mais me impressionaram ao longo de minha ainda curta porém viajada existência.

 

Encontros e Desencontros

http://www.youtube.com/watch?v=eNK7N3AwVFQ

Sempre tive uma fixação com o Japão. Mesmo muito antes de conhecer o país. E esse filme de minha diretora favorita (Sofia Copolla) só veio reforçar isso. Além de uma obra linda sobre um relacionamento totalmente fora do óbvio, o filme conseguiu traduzir muito bem os contrastes tradição/ modernidade, caos/ organização que fazem do Japão um lugar tão único. Ah, e ainda peguei ali a dica de conhecer o famoso terraço do Grand Hyatt de Tóquio.

 Blackhawk down

http://www.youtube.com/watch?v=tnV6wM-vd9s

Passei anos evitando encarar um destino óbvio para meu tipo de profissão: Somália. Além do noticiário, o grande culpado por isso era o filme Blackhawk down. História real de um helicóptero militar americano que cai bem no centro do caos, pobreza e violência de Mogadíscio. O país segue há anos imerso nessa triste realidade e, apesar de ter conhecido outras regiões, a capital permanece off limits mesmo para os mais insanos aventureiros.

Senhor dos Anéis

http://www.youtube.com/watch?v=NHLdJCT_jCY

Me recuso a listar aqui os filmes propagandas financiados de Woody Allen, não por deficiência técnica, uma vez que são belíssimas obras de um dos mestres do cinema, mas por serem óbvios demais. Insuspeito mesmo foi o aumento inacreditável do turismo na Nova Zelândia em função das paisagens retratadas no clássico Lord of the Rings.  A cia aérea New Zealand Air fez até seu filme de segurança inspirado na trilogia.

Hangover 2

http://www.youtube.com/watch?v=RYL_T7f59o8

Muitos diriam que A Praia, com Leonardo di Caprio flanando pela paradisíaca Maya Bay seria um representante mais enaltecedor da Tailândia, mas quem já rodou por lá sabe que o caos urbano que serve de cenário para a alcoolizada sequencia de Hangover ajuda a compor um retrato muito mais fiel do país.

 

Um dos cenários invadidos pelos turistas de ˜Mamma Mia!˜ na Grécia.

Cenário invadido pelos turistas de ˜Mamma Mia!˜.

http://www.youtube.com/watch?v=yzhxHsqQvsI

A atuação da oscarizada Meryl Streep somada aos clássicos do cancioneiro mundial da banda ABBA fizeram de Mamma Mia! uma referencia cinematográfica e atraíram os olhos de cinéfilos de todo o planeta para as ilhas gregas. Quem não curtiu muito essa atenção foram os moradores locais, que viram suas tranquilas e pacatas cidades invadidas por hordas de turistas cantarolando canções desafinadamente.

Poderia passar horas, dias, semanas listando aqui outros filmes tão ou até mais interessantes e marcantes que esses, mas termino minha lista com o clipe de um que não aborda nenhum destino específico, mas o ato de viajar em si.

Up in the Air

http://www.youtube.com/watch?v=hnrDgLs8fQo

 

André Fran é um dos criadores/apresentadores da série de TV “Não Conta lá em Casa” (Multishow), onde quatro amigos encaram os roteiros mais polêmicos do planeta e semanalmente escreve aqui no nosso blog!

 

Musical mais badalado do Brasil no ano, “Vale Tudo, o Musical” terá mais uma vez o apoio cultural da Avianca.

Sucesso de público, crítica e bilheteria, o espetáculo é comandado com brilhantismo por Tiago Abravanel e Danilo de Moura, que junto a grande elenco estão encantando plateias de todo o Brasil. Inspirado no livro de Nelson Mota “Vale Tudo – O Som e a Fúria de Tim Maia” e dirigido por João Fonseca, já foi aplaudido por mais de 100 mil expectadores.

Em pouco mais de três horas de show conta passagens engraçadas e tristes da intensa vida de Tim Maia, como sua prisão nos Estados Unidos, suas conturbadas relações amorosas e seus abusos com álcool e drogas. O repertório traz ainda, 25 grandes sucessos da carreira de Tim, desde seu inicio nos Sputniks até o seu estrondoso sucesso em carreira solo.

Após temporada de sucesso absoluto em São Paulo e turnê no Brasil, o musical está de volta ao Rio de Janeiro, no Theatro Net Rio.Garanta já o seu ingresso.

http://www.theatronetrio.com.br/programacao/48/Tim%20Maia.html

Alo dolly

O musical “Alô, Dolly”, um dos grandes clássicos da Broadway, é o mais recente apoio do Projeto Avianca Cultural.

Em cartaz no teatro Oi Casa Grande desde o dia 15 de outubro, a montagem brasileira do musical é estrelada por Marília Pêra e Miguel Falabella, que, além de atuar, assina a direção do espetáculo. A direção musical fica por conta de Carlos Bauzys e a coreografia está nas mãos da renomada Feranda Chamma.

“Alô, Dolly!” tem ainda 29 atores no elenco, uma orquestra de 16 músicos e conta a história de Dolly Levi (Marília Pêra), uma célebre viúva casamenteira que em 1890 em Nova Iorque, é contratada pelo avarento e mal-humorado comerciante de Yonkers, Horácio Vandergelder (Miguel Falabella), para lhe arranjar uma esposa na cidade grande. Dolly o apresenta a Irene Molloy (Alessandra Verney), mas inicia uma série de armações quando decide que ela mesma conquistará o bom partido e ficará rica.

Não perca esta oportunidade de conferir esse divertidíssimo musical que fica em cartaz no Rio de Janeiro apenas até o próximo dia 23.

http://oicasagrande.oi.com.br/evento/ala+dolly/43.html