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Paulo Gustavo na Avianca em Revista

20 de dezembro de 2016 0 comentário

Paulo Gustavo é a capa da Avianca em Revista de dezembro! Confira making-of com fotos exclusivas que não saíram na revista.

 

Paulo Gustavo Avianca

Paulo Gustavo chega ao Museu do Amanhã, no Rio de Janeiro, às 13h30 de uma quarta-feira de sol a pino.

O chapéu verde ao estilo Peter Pan protege a famosa careca. Os óculos espelhados dão ares de anonimato ao improvável visitante. Nem chapéu nem óculos, no entanto, disfarçam o humorista.

Confira as fotos do making of do ensaio:

 

Paulo Gustavo Avianca

Paulo Gustavo Avianca

Paulo Gustavo Avianca

Paulo Gustavo Avianca

Para ler a matéria completa acesse o link ou o site da Avianca em Revista para conferir a revista deste mês online  na íntegra.

Culturais

A terapia de riso de Paulo Gustavo

1 de dezembro de 2015 0 comentário

Em cartaz há quase dois anos com “220 Volts”, Paulo Gustavo diz que seu maior desafio é “parecer que se está fazendo a peça pela primeira vez”.

 

Paulo Gustavo é dono de um humor eletrizante. Na TV, no cinema ou nos palcos, ele canta, dança, interpreta, imita, debocha e arranca gargalhadas por onde quer que passe.

Nem a rainha do POP escapa de suas paródias hilárias:

 

Depois de rodar o Brasil de Norte a Sul, o espetáculo 220 Volts, entra em sua reta final. “Já estou com saudade antes de acabar”, desabafa o ator.

Há quase dois anos em cartaz, Paulo Gustavo relembra em bate-papo com a equipe do Blog da Avianca alguns dos principais momentos do espetáculo. Confira.

Quais foram os principais desafios ao adaptar esquetes do programa de televisão para o teatro?

Quando a gente faz TV, a gente interpreta pra câmera; quando a gente faz teatro a gente interpreta para o público. São duas linguagens diferentes: quando é do teatro pra TV, acho mais complicado do que da TV para o teatro, por que é só a gente subir um tom. Por exemplo, foi um mega desafio transformar a Dona Ermínia [do espetáculo Minha Mãe é uma Peça] do teatro pra TV e depois para o cinema. Eu acho que o caminho inverso é sempre mais difícil. Para aproveitar que a gente está falando de desafio, o maior deles no teatro é ficar tanto tempo em cartaz, como eu que estou há quase dois anos com o 220V e manter o frescor de todos os dias, parecer que se está fazendo a peça pela primeira vez. É sempre um salto no escuro: o que vai acontecer quando abrir a cortina? Como vai estar o público? Como é que a gente vai falar o texto? A gente tem que estar presente no palco, enxergar o colega de cena, estar com uma escuta boa.

 

PG

Foto: Paprica Fotografia

“220 volts” é praticamente uma metáfora da sua personalidade eletrizante. De onde você tira fôlego para manter um espetáculo de 75 minutos assim ligado no 220V?

Eu não preciso de muitos artifícios para deixar “o meu 220” ligado na peça, não! Eu sou ligado 24h por dia assim. Eu não consigo dormir direito, eu estou sempre agitado, sempre pensado em alguma coisa. Quando eu chego no palco é só diversão. A minha maior dificuldade nem é estar “no 220” dentro palco, é desfazer na hora de dormir. Meu problema é o contrário.

 

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Foto: Dado Marietti

Você é um artista multifacetado: interpreta, faz stand –up comedy, escreve e, mais recentemente, tem surpreendido o público como dançarino também. Como é trabalhar com o coreógrafo Dudu Pacheco?

Trabalhar com o Dudu Pacheco é o máximo, eu o conheço há muitos anos. Eu já era fã dele porque ele é um excelente bailarino, ele já viajou o mundo inteiro dançando e quando ele fez escola do Wolf Maia, eu estava em cartaz em São Paulo [com o espetáculo Hiperativo]. Ele queria morar no Rio de Janeiro e dar uma pausa do balé contemporâneo. Aí eu falei que eu ia fazer um espetáculo musical e que teriam bailarinos e eu adoraria que ele não só coreografasse como também ficasse em cartaz comigo. O Dudu é uma pessoa mega divertida, é meu amigo, eu morro de rir com ele, a gente se diverte sempre que está junto, e pra mim é um prazer estar em cena com ele sempre e ele tá sempre junto como não só em cena como fora  e como bailarino, como amigo, como ator, como tudo. Uma pena que vai acabar em janeiro agora, até falei com ele na coxia esses dias: “Poxa, vai acabar!” e ele falou “Ai, Paulo, vou sentir tanta saudade dessa peça!”. E eu, gente?!?

 

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Por que você escolheu interpretar apenas personagens femininas nesse espetáculo?

Foi através de uma pesquisa mesmo. Eu pensei com o [Sandro] Chaim [produtor do espetáculo] “Será que eu faço todos os masculinos? São vários, temos que escolher quem são os mais queridos. Ou será que eu faço as femininas?”. A gente começou a pesquisar na internet quais eram os vídeos que bombavam mais, que eram o do “Sem Noção”, o do “Playboy”, e outros como “a Senhora dos Absurdos”, “a mulher feia”, “Ivonete”, “a famosa”… eu vi que elas viravam “viralzinho” na internet. Hoje eu to afim de exageraaar!” virou uma coisa meio que do Carnaval desse ano, todo mundo mandava por Whatsapp. Da “Senhora dos Absurdos” também, todos os vídeos são muito bem assistidos. Com essa mini pesquisa que a gente fez, vimos logo de cara mais personagens femininas fazendo sucesso que os masculinos. Os femininos eram sete – e ainda ficou a “Periquita” de fora, aquela romântica apaixonada que gruda nos caras que nem ventosa, que gente não colocou pra não ficar muito longa a peça.

 

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Qual delas é a sua preferida? Por quê?

Eu não consigo dizer qual eu prefiro. Eu me divirto fazendo todos. Se eu tiver que escolher um personagem pra fazer vai ser, claro, a Dona Ermínia do “Minha Mãe é uma Peça”, que foi o personagem que mudou a minha vida pra sempre, mas todos os outros personagens eu amo fazer. Eu acho até que por eu me divertir tanto fazendo que o público se diverte tanto assistindo. Eu trabalho muito, mas também me divirto muito no meu trabalho.

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Como não rir com Paulo Gustavo

8 de outubro de 2013 0 comentário

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De bermuda, camiseta básica e um minuto antes do previsto, eis que surge Paulo Gustavo no aconchegante Hotel La Suite, no Rio de Janeiro, já soltando a primeira piada do dia: “Fala que você nunca viu um ator tão pontual em toda sua vida. E olha que eu vim de Niterói!”. O jeito engraçado acompanha o ator e humorista desde pequeno. Em casa, bastava ter um pouco de silêncio para ele começar o seu show. “Imitava a minha vó e tios o tempo todo. Tinha certeza que iria trabalhar com artes um dia”, lembra. Essa certeza o fez mudar-se para Nova York após completar 20 anos. A ideia era estudar sapateado na Broadway e começar a carreia de maneira grandiosa. “Sempre fui assim, de pensar grande. Sou muito corajoso”, completa.

 

Mas, na prática, não foi exatamente o que aconteceu. Para pagar as aulas, Paulo trabalhava como garçom em Nova Jersey, cidade ao lado de Nova York, mas morava no Queens, bairro que fica do lado oposto da cidade. Trabalhava o dia todo e mal sobrava tempo para se dedicar aos estudos. “Resolvi voltar porque senti que aquilo não iria dar certo, foi quando eu entrei na CAL e tudo mudou”. Paulo entrou para a Casa de Artes de Laranjeiras – uma das mais conceituadas escolas de artes do Rio. Lá conheceu Fábio Porchat, que escreveu o espetáculo “Infraturas”, com direção de Malu Valle, primeira peça a lhe dar uma certa visibilidade.

 

Foi então que resolveu escrever o monólogo “Minha Mãe é uma peça”. Na época, seu pai ofereceu a venda do carro da família para que o sonho do filho fosse realizado. Não foi preciso, mas os pais ajudaram com algumas folhas de cheque e, em 2005, ele estreou o espetáculo em um teatro de 100 lugares no Rio. Já na segunda semana, os ingressos começaram a se esgotar rapidamente e ele precisou abrir sessões de terça a domingo. Depois da primeira temporada de 9 meses, o ator estreou em um teatro de 400 lugares, ficando em cartaz por dois anos até se apresentar para 3 mil pessoas em uma casa de shows ainda no Rio de Janeiro.

 

A peça, que está em seu sétimo ano, já esteve em cartaz em São Paulo, nas principais capitais e agora está em turnê pelo Brasil, levando em média 5 mil pessoas por final de semana ao teatro. Devido ao enorme sucesso, o espetáculo ganhou este ano uma versão para o cinema e os números são ainda mais expressivos. “Minha Mãe é uma peça – o filme” ultrapassou a marca de 4,5 milhões de espectadores e arrecadou cerca de R$ 50 milhões contra os R$ 5 milhões gastos para produzi-lo. O filme entrou para um seleto ranking com apenas cinco filmes brasileiros que conseguiram atrair este número de pessoas às telonas desde a retomada do cinema brasileiro, em 1995.

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Além do espetáculo e do filme, Paulo Gustavo pode ser visto no programa semanal “220 volts”, e de segunda a sexta-feira em “Vai que Cola” – ambos no Multishow, canal pelo qual possui total amor e dedicação. “Sou extremamente grato ao Multishow, eles acreditaram realmente em mim”, fala.

 

Mesmo com o indiscutível sucesso e superexposição, Paulo não leva a fama muito a sério. “Não acredito muito nesta loucura toda, é só um trabalho. Tenho a sorte de me realizar fazendo o que gosto, mas é só isso. Não sou gênio, a gente não é nada”, completa. Para ele, o sucesso veio gradativamente, não foi da noite para o dia. Deu tempo de ir se acostumando com a ideia sem deixar que isso afetasse seus valores. “Até um tempo atrás, eu estava naquele momento da carreira em que as pessoas olhavam para mim e se perguntavam: esse cara aí é o Paulo Gustavo ou o porteiro do meu prédio?”, ironiza.

 

Ele atribui à criação dos seus pais, os valores que aprendeu e leva para sua vida. “Foram eles que me ensinaram a ser íntegro e honesto. Minha mãe apontava quando eu estava errado na frente dos outros, se eu não dividisse o brinquedo com meus amigos, ninguém brincava”, explica Paulo, que tem em sua mãe a maior inspiração para o seu trabalho. Embora “Minha Mãe é uma peça” não seja uma biografia, a Dona Hermínia do espetáculo muito se parece com sua mãe, principalmente nas relações com os filhos. “Minha mãe sempre foi assim de falar alto, gritar, dar bronca e ao mesmo tempo amar tanto”, conclui.

 

Paulo Gustavo não se aproveita da fama para fazer pedidos dignos de um astro do humor. “No meu camarim não peço nada, primeiro porque sou careca, não preciso de cabeleireiro. A minha roupa eu mesmo levo porque sei o que fica bom em mim. Para comer, somente café, chá e uva. Até porque se eu comer antes do espetáculo minha barriga sobe até a cabeça, fico mais gordo do que eu já sou e nunca mais consigo fazer o espetáculo”, brinca ele, admitindo estar sempre insatisfeito com o corpo. “Não tenho tempo de malhar muito e já fiz até lipo. Mas tenho certeza que a gordurinha da barriga se escondeu na hora da cirurgia e só voltou ao seu lugar de origem quando terminou. Ela deve ter comemorado: ufa, essa foi por pouco!”, teoriza.

 

Quando não está em seu ritmo frenético de trabalho, Paulo Gustavo gosta de viajar de volta para sua casa em Niterói e curtir a Praia de Itacoatiara. O ator mora com os pais em uma casa recém adquirida com espaço suficiente para reunir a família e os amigos. “Gosto de fazer viagens curtas. A maior de todas foi para Nova York onde fiquei 11 dias, mas prefiro viagens de até cinco dias e em lugares agitados, adoro gente” completa. Mas agora ele estará sem tempo para descansar, pois está em turnê com “Hiperativo” e “Minha Mãe é uma peça” por todo o Brasil até o final do ano. Em paralelo, grava um novo programa para o Multishow, que estreia em abril do ano que vem, e ainda arranja tempo para escrever, em parceria com Fil Braz, o roteiro da continuação de “Minha Mãe é uma peça – o filme”.

 

As peças “Hiperativo” e “Minha Mãe é uma peça” estão em turnê pelo Brasil e são mais duas pelas patrocinadas pela Avianca!

Para saber mais sobre a vida e a carreira do Paulo Gustavo, não deixe de acompanhar a entrevista que ele deu para a nossa revista.

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A Nova Cara do Humor

22 de julho de 2013 0 comentário

Paulo Gustavo

De um lado, a irreverência irresistível de Paulo Gustavo: “Fala na entrevista que eu sou genial? A palavra é GE-NI-AL”. O pedido feito em tom de humor não deixa de caracterizar o brilhante dom deste humorista de representar fatos da vida seja nos palcos, na TV ou no cinema. Após o sucesso de seu espetáculo “Minha Mãe é uma Peça”, sete anos atrás, Paulo entrou de vez para o time do humor brasileiro. O espetáculo, ainda em cartaz, acaba de ganhar uma versão para o cinema.

Do outro, a naturalmente linda Fiorella Mattheis. Com um sorriso no rosto e muita simpatia, a atriz e apresentadora estreia no humor ao lado de Paulo e de outros nomes que ela mesma admira, como Samantha Schmutz e Fernando Caruso. Os dois estão juntos no novo seriado do canal Multishow, “Vai que Cola”, que estreia no dia 8 deste mês em uma temporada exibida diariamente pelo canal a cabo.

O seriado segue os moldes de programas como “Sai de Baixo” e “Toma Lá da Cá”, com plateia durante as gravações realizadas no Rio de Janeiro. A inovação fica por conta do cenário, que é giratório e muda o cômodo conforme a necessidade durante a gravação. Na história, após se meter em uma falcatrua, o malandro Valdomiro (Paulo Gustavo) vai morar em uma pensão, localizada no subúrbio carioca, tentando fugir da Polícia Federal. A trabalhadora Dona Jô (Catarina Abdala), dona do estabelecimento, o recebe como hóspede e vê que nele existe um bom coração.

Enquanto tenta reescrever sua história por linhas tortas, Valdo tem que lidar com as provocações do criado insolente Ferdinando (Marcus Majella), do assédio da fogosa Terezinha (Cacau Protásio), das esquisitices do misterioso Wilson (Fernando Caruso) e das confusões do jovem casal Jéssica (Samantha Schmutz) e Máicol (Emiliano D’Avila). Para completar, chega à pensão a linda, alta e loira Velna (Fiorella Mattheis), que se passa por uma gringa e deixa os homens enlouquecidos.

 

PAULO GUSTAVO

Você participou da criação do seriado?

O texto deste projeto e a idealização não são meus, mas tenho total liberdade de alterar as falas, cortar e acrescentar situações. Além disso, meu personagem tinha duas linhas para seguir e eu defini qual gostaria de fazer.

Como tem sido sua rotina para conciliar as gravações com o teatro?

Insano! Sexta-feira, por exemplo, é um dia que fico que nem zumbi. Tenho que chegar aqui na gravação do programa às 7h, saio às 13h e pego o voo pra São Paulo às 16h. Faço check in no hotel às 19h, vou para o teatro, a peça começa às 21h30 e às 23h falo com o público. Aí, eu faço assim: ou eu morro, vou para o CTI, ou tomo uma cerveja fico empolgado e vou pra balada, que é o que sempre acontece!

Você tem fama de ter um certo medo de voar, como está a sua relação com as alturas atualmente?

Estou super tranquilo! Sério. E não é porque é para você que vou falar isso, mas nos voos que pego da Avianca eu fico bem sossegado, de verdade.

 Mas dizem que você é superinteressado neste assunto de aviões e pilotos, é verdade?

Totalmente! Se chegar um piloto aqui agora eu não olho mais na sua cara! (Risos). Vou querer saber de tudo.

 

Fiorella FIORELLA MATTHEIS

Este projeto de humor é algo novo em sua carreira? Como rolou?

Totalmente novo. Fazer humor em canal fechado e com plateia! É uma delícia e um grande desafio também. Fiz um teste a convite de uma produtora de elenco e passei. Fiquei encantada com a ideia desde o início.

 Quem são as pessoas que você admira no humor?

Paulo Gustavo, Fernando Caruso e Samantha Schmutz que estão todos em cena comigo sempre foram pessoas que admirei muito. Tem também o Fábio Porchat e o Marcelo Adnet. Mas na verdade nunca fui comediante ou me imaginei fazendo comédia.

Mas sua personagem é cômica, certo?

No caso da Velna, a comédia está nela mesma e não nas coisas que ela fala. A minha personagem não faz piada, ela é engraçada por natureza. Ela se chama Aparecida, estagiária de golpista que se passa por uma tcheca: a Velna! Ela chega na pensão atrás do dinheiro da herança do finado Tizio, marido da Terezinha, personagem da Cacau Potássio. A tal da Velna se passa por ingênua, fala russo, tcheco, português – tudo meio enrolado para confundir as pessoas, mas na verdade ela está ali atrás de dinheiro.

 

 

Para ler a entrevista completa é fácil, é só voar em qualquer um dos nossos aviões ou acessar: www.aviancaemrevista.com.br